Summit One Vanderbilt Nova York: vale a pena? Guia completo da visita

Se você está montando o roteiro para Nova York, com certeza já esbarrou no nome Summit One Vanderbilt em algum lugar.

Esse é um dos mirantes mais comentados da cidade nesse momento, e também um dos mirantes com o ingresso mais caro. E a pergunta que fica é sempre a mesma: será que o Summit One Vanderbilt em Nova York vale a pena mesmo, ou é só hype de rede social?

A gente foi lá pessoalmente conhecer e queremos te contar tudo sobre a experiência, para ajudar a você também planejar sua visita. Vamos nessa?

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Summit One Vanderbilt vale a pena?

Sim, vale muito a pena. E olha que a gente já visitou praticamente todos os mirantes de Nova York, então essa é uma opinião com embasamento de quem já foi e testou de verdade.

O que diferencia o Summit dos outros observatórios da cidade é que ele não é só um lugar para ver Manhattan de cima. Ele é pensado como uma experiência artística e imersiva.

Tem salas de espelho, instalações que brincam com a percepção de espaço e um andar aberto com vista para o Central Park, o Bryant Park e até para os letreiros da Times Square ao longe.

A gente entrou achando que ia ser só mais um mirante bonito e saiu se sentindo criança de novo, literalmente brincando com bolas refletidas no chão. A vontade é tirar uma foto nova a cada minuto, mas preciso te avisar que nem tudo é maravilhoso nessa experiência: o observatório costuma ser muito lotado, com gente pra todo lado.

Conseguir uma foto com menos gente exige estratégia, e a melhor dica que posso te dar pra isso é garantir seu ingresso antecipado, e comprando o primeiro horário da manhã. É sua melhor chance de pegar as salas com menos gente.

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Summit, Empire State ou Top of the Rock: qual escolher?

Uma coisa que você vai perceber é que o ingresso dos observatórios de Nova York pode levar uma boa parte do seu orçamento de passeios na cidade. São muitos e o ingresso costuma ter o preço mais elevado.

Então, muitas vezes, é preciso escolher qual você quer visitar. Cada um entrega uma coisa diferente, e eu prefiro ser honesta aqui e fazer um comparativo rápido entre os mais famosos, para você escolher o que tem mais a ver com você.

ObservatórioMelhor paraDiferencialReserva
Empire State BuildingQuem quer o clássico e o peso históricoO observatório mais famoso de Nova York, aparece em incontáveis filmes e sériesVeja valores e reserve
Top of the RockQuem quer a foto de cartão postalVista do horizonte de Manhattan com o próprio Empire State no enquadramentoVeja valores e reserve
Summit One VanderbiltQuem quer uma experiência sensorial e fotos diferentesArte, espelhos e instalações imersivas, em vez de focar só na vistaVeja valores e reserve

O Empire State Building é o observatório mais clássico e famoso, com certeza você deve lembrar dele de algum filme.

O Top of the Rock entrega a vista mais bonita do horizonte de Manhattan, incluindo o próprio Empire State no enquadramento, o que rende a foto mais clássica da cidade.

Já o Summit One Vanderbilt aposta em outra proposta: menos sobre a vista pura, mais sobre a experiência sensorial, com arte, espelhos e instalações interativas.

Se você só tem tempo ou orçamento para um observatório e quer aquela vista de cartão postal, o Top of the Rock ainda ganha. Se você quer algo diferente do óbvio, mais visual, mais para as redes sociais e mais divertido para ir em grupo ou em família, o Summit é a escolha certa. E se puder encaixar mais de um na viagem, melhor ainda.

💡 Dica da Lila: Passes de atrações combinadas, costumam incluir desconto ou ingresso a alguns dos mirantes mais famosos de Nova York. O Go City, que foi o passe que compramos, incluía acesso ao Empire State Building e ao Top of the Rock, entre outros.

O Summit One Vanderbilt, porém, não participa desse tipo de passe, então o ingresso precisa ser comprado separadamente, direto pelo site oficial ou por uma plataforma parceira.

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Onde fica o Summit e como chegar

O Summit One Vanderbilt fica dentro do prédio One Vanderbilt, colado à Grand Central Terminal, no coração de Midtown Manhattan. Se você estiver de metrô, é só descer nas estações que servem a Grand Central, que ficam bem na porta.

E aqui vai a dica que quase ninguém conta: dá para entrar no Summit por dentro da própria Grand Central Terminal.

A gente estava passeando pelo salão principal do terminal, aquele com o teto pintado de constelações, e percebeu placas indicando o caminho até o prédio do Summit.

É só seguir a sinalização, atravessar um corredor interno e você já sai direto na área de entrada do observatório, sem precisar sair na rua.

Vale muito combinar as duas visitas no mesmo passeio. A Grand Central por si só já é um marco histórico de 1913, aparece em um monte de filme e série, e fica literalmente porta a porta com o Summit.

Planeje sua ida ao Summit com antecedência

Antes de seguir com o roteiro, alguns lembretes importantes. O ingresso do Summit costuma esgotar rápido, principalmente nos primeiros horários da manhã, então vale reservar assim que a data da viagem estiver fechada.

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Além disso,

Como é a visita ao Summit One Vanderbilt, andar por andar

A visita ao Summit acontece em três andares, e cada um tem uma proposta diferente.

Antes de qualquer coisa, você passa pela checagem de segurança: se estiver só com bolsinha ou pochete, passa direto no raio-x, mas se estiver com mochila, é bem provável que peçam para abrir e checar o conteúdo.

Logo na entrada, entregam protetores para colocar por cima do sapato. Isso é obrigatório e serve para não arranhar o piso espelhado das salas seguintes. Nessa mesma etapa, você escaneia a pulseira do ingresso e passa por um reconhecimento facial rápido.

Uma coisa que a gente só descobriu na hora: depois que você sai de uma sala, não dá para voltar. O caminho é sempre para frente, andar por andar.

Então aproveite cada ambiente com calma antes de seguir para o próximo, porque não tem segunda chance para aquela foto que ficou faltando.

Primeiro andar: a sala de espelhos e a sala das bolinhas

O elevador que leva até lá já é uma experiência à parte, com efeitos de luz que parecem ter sido pensados para impressionar logo de cara.

A primeira sala é completamente espelhada: chão, teto e paredes. A sensação é de estar boiando no meio do céu de Nova York, e a ilusão de ótica é tão boa que o espaço parece o dobro do tamanho real.

Logo depois vem a sala das esferas refletidas, uma das mais divertidas de toda a visita.

A gente ficou brincando com as bolas boiando no ambiente por um tempo bom demais, até confundir uma bola de verdade com uma criança segurando outra bola parecida. Vale ficar de olho nos pequenos por ali.

Segundo andar: a plataforma suspensa e o reconhecimento facial

No andar seguinte fica a experiência da plataforma de vidro que avança para fora do prédio, uma das mais procuradas para foto. A fila costuma se formar rápido, e o tempo em cima da plataforma é cronometrado, então já vá com a pose pensada.

É também nesse andar que entra em cena o reconhecimento facial feito na entrada: em telas espalhadas pelo ambiente, seu rosto aparece projetado em meio às nuvens. Vale dizer que nem sempre o sistema reconhece todo mundo, e tudo bem se isso acontecer com você.

Terceiro andar: o terraço aberto

No topo fica o terraço, a única área aberta de toda a visita, com uma lanchonete e vidros de proteção nas bordas. É dali que dá para avistar o Central Park, o Bryant Park com seu ringue de patinação e, em dias claros, até os letreiros da Times Square lá longe.

Por ser aberto, costuma ventar bastante, então leve um casaco, mesmo em dias que pareçam quentes lá embaixo.

Quanto custa o ingresso do Summit One Vanderbilt

Existem basicamente dois tipos de ingresso. O padrão já dá acesso a todas as salas principais, sala de espelhos, sala das esferas e a plataforma suspensa, e é suficiente para a grande maioria dos visitantes.

Existe também uma versão superior, que inclui o elevador externo panorâmico que sobe além do próprio observatório, numa experiência à parte.

A diferença de preço entre as duas opções gira em torno de alguns dólares a mais, então vale decidir se esse extra faz sentido para o seu roteiro.

Como os preços mudam com frequência e conforme a época do ano, o ideal é sempre conferir o valor atual direto na plataforma de compra no momento da sua reserva.

Uma coisa que vale saber: nem sempre o site oficial tem o menor preço. No dia que a gente reservou, encontramos o mesmo ingresso mais barato em uma plataforma alternativa de venda de ingressos. Vale a pena comparar antes de fechar a compra.

Vale lembrar também que, uma vez que você sai do observatório, não é possível retornar com o mesmo ingresso, então não dá para ir embora achando que vai voltar depois.

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Qual a melhor época do ano para visitar o Summit One Vanderbilt

O Summit funciona o ano inteiro, mas cada estação entrega uma experiência diferente. No outono, entre setembro e novembro, o céu costuma ficar mais limpo e o movimento é menor do que no verão, o que faz dessa a época preferida da gente para recomendar.

O verão é a temporada mais concorrida, com ingressos esgotando bem mais rápido, principalmente nos fins de semana. Se a sua viagem cair nesse período, reserve com o máximo de antecedência possível.

O inverno tem o seu charme, com a decoração de Nova York para o Natal reforçando o clima, mas o terraço aberto fica bem mais frio e, em dias nublados, a visibilidade cai bastante.

Já a primavera fica no meio do caminho: o movimento começa a crescer, mas ainda dá para aproveitar com uma boa visibilidade na maior parte dos dias.

Dicas práticas para aproveitar melhor o Summit

Depois de visitar, separamos as dicas que fariam a nossa experiência ainda melhor se alguém tivesse contado antes:

  • Reserve o primeiro horário do dia. A gente foi às 8 da manhã e pegou praticamente o observatório vazio. Não existe limite de tempo por sala, então quem chega cedo consegue aproveitar com calma antes das salas encherem.
  • Evite saia ou vestido curto. Por causa do piso espelhado, o recomendado pela proópria administração é ir de calça, shorts ou meia-calça.
  • Use sapato confortável e sem salto fino. Alguns tipos de sola podem até ser vetados na entrada.
  • Vá com uma roupa que se destaque. Como quase todo mundo vai de preto, uma peça colorida ajuda demais a se identificar nas fotos em meio à multidão.
  • Carregue o celular antes de ir. Entre as salas espelhadas e a vista do topo, é fácil gastar bateria rápido.
  • Reserve pelo menos duas horas para a visita completa, sem pressa, principalmente se pretende aproveitar cada sala para fotos.

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Seguro viagem para os Estados Unidos

Diferente de países europeus, o seguro viagem não é uma exigência legal para entrar nos Estados Unidos, mas isso não muda o fato de que é essencial. Os custos de saúde por lá estão entre os mais altos do mundo, e qualquer atendimento de emergência pode comprometer o orçamento inteiro da viagem.

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Chip ou eSIM para usar em Nova York

Ter internet funcionando desde o desembarque facilita muito a vida em Nova York, seja para usar o mapa do metrô, comparar preços de ingresso ou simplesmente postar as fotos do Summit em tempo real.

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Aluguel de carro em Nova York, vale a pena?

Para quem vai ficar circulando só dentro de Manhattan, carro não costuma valer a pena: o trânsito é pesado e o estacionamento é caro. Agora, se o seu roteiro inclui saídas para fora da cidade, como Nova Jersey ou o interior do estado de Nova York, aí sim vale considerar um aluguel.

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Onde ficar perto do Summit One Vanderbilt

Por ficar em Midtown, colado à Grand Central, o Summit tem uma localização privilegiada, com hotéis de diferentes faixas de preço a poucos minutos a pé.

Ficar na região facilita não só a visita ao Summit, como também o acesso a outros pontos turísticos badalados de Nova York.

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Perguntas frequentes sobre o Summit One Vanderbilt

O Summit One Vanderbilt vale a pena mesmo pagando mais caro que outros mirantes?

Sim. A experiência vai além da vista: são instalações artísticas e imersivas que você não encontra em nenhum outro observatório de Nova York.

Qual o melhor horário para visitar o Summit One Vanderbilt?

O primeiro horário da manhã costuma ter menos gente. Se preferir uma experiência mais romântica, o horário do pôr do sol também vale a pena, mas espere mais movimento.

Quanto tempo dura a visita ao Summit One Vanderbilt?

Não há limite de tempo por sala, mas o ideal é reservar entre uma hora e meia e duas horas para aproveitar com calma.

É preciso comprar o ingresso do Summit com antecedência?

Sim, principalmente para os primeiros horários do dia, que esgotam rápido, sobretudo em alta temporada.

Dá para entrar no Summit One Vanderbilt pela Grand Central Terminal?

Dá sim. Além da entrada tradicional pela rua, existe um caminho interno que liga a Grand Central Terminal direto ao prédio do Summit, seguindo a sinalização dentro do terminal.

Qual a diferença entre o Summit One Vanderbilt e o Empire State Building?

O Empire State é o observatório mais histórico e tradicional da cidade, com decks clássicos e vista de 360 graus. O Summit é mais recente e aposta em uma experiência imersiva, com arte, espelhos e instalações interativas, em vez de focar só na vista. São propostas diferentes, e não exatamente concorrentes diretas.

O Summit One Vanderbilt é indicado para visitar com crianças?

Sim, as instalações com espelhos, luzes e as esferas costumam agradar bastante o público infantil. Vale só ficar de olho nos pequenos nas salas mais cheias, porque é fácil perder a criança de vista no meio dos reflexos.

Dá para voltar a uma sala depois de sair dela?

Não. O percurso do Summit é sempre para frente, andar por andar, sem volta. Por isso vale aproveitar cada ambiente com calma antes de seguir para o próximo.

Qual a diferença entre o ingresso padrão e o ingresso com o elevador panorâmico?

O ingresso padrão já inclui todas as salas principais da experiência. A versão com o elevador externo panorâmico soma uma subida extra além do próprio observatório, por um valor um pouco mais alto, e vale mais para quem já conhece o Summit ou quer uma experiência ainda mais completa.

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Lila Cassemiro
Klécia Cassemiro (Lila, para os amigos) é fotógrafa, videomaker e editora de conteúdo no blog Fui Ser Viajante. Também é sommelier de cervejas, formada pelo Instituto Science of Beer. Viajante geminiana e curiosa, é especialista em desenhar roteiros fora do óbvio e descobrir os segredos mais bem escondidos de cada destino.
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