Casa de Anne Frank em Amsterdam: ingressos, preços e como visitar em 2026
A Casa de Anne Frank, em Amsterdam, é um dos museus mais concorridos da Europa, e conseguir o ingresso para visitá-lo exige bastante planejamento e antecipação da sua parte.
Isso porque o ingresso da Casa de Anne Frank só pode ser comprado direto no site oficial, e a liberação dos ingressos é sempre feita em lotes, em datas específicas.
Se você está planejando visitar o museu do Anexo Secreto, o segredo é entender como funciona essa lógica de reserva para garantir o seu ingresso, e é exatamente isso que vou te explicar nesse post, com todos os detalhes atualizados e a nossa experiência na visita.
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Qual a história da casa de Anne Frank?
A Casa de Anne Frank é o prédio na Prinsengracht, 263, em Amsterdam, onde Anne Frank e mais sete judeus se esconderam dos nazistas por dois anos, entre 1942 e 1944, num anexo escondido atrás de uma estante de livros.
O esconderijo era chamado de Anexo Secreto, e ficava nos fundos e nos andares mais altos do prédio, às margens do canal Prinsengracht.
Aquelas pessoas viviam escondidas ali, esperando o fim da guerra para recuperar a liberdade. Anne tinha só 13 anos quando começou a se esconder. E foi ali que ela escreveu o diário que a tornou conhecida no mundo inteiro.
Nos seus registros, ela escreveu contos e copiou trechos de livros. Além disso, registrou em seu diário o dia a dia no esconderijo, o medo da guerra, as paixões de adolescente, as brigas de família, as reflexões sobre a vida. Esse diário se tornou um dos relatos mais importantes da Segunda Guerra Mundial.
Em agosto de 1944, os nazistas descobriram o Anexo Secreto. Todos os moradores foram presos e enviados a campos de concentração. Só o pai de Anne, Otto Frank, sobreviveu à guerra.
O esconderijo foi saqueado logo depois da prisão da família, como aconteceu com a maioria dos abrigos de judeus em Amsterdam. Mesmo assim, o diário de Anne sobreviveu e foi publicado depois da guerra, a pedido do próprio Otto.
Hoje, o prédio funciona como museu de Anne Frank em Amsterdam. É uma visita essencial para quem se emociona com a história de Anne e quer entender de perto o que aconteceu ali.
⭐️ Sem tempo de ler tudo? Aqui tem um resumo: Casa de Anne Frank
| Informação | Detalhe |
|---|---|
| Preço ingresso adulto (2026) | €16,50 (inclui taxa de reserva de €1) |
| Outros valores | Preço 10 a 17 anos: €7; Preço menor de 10 anos: €1 |
| Onde comprar | Somente no site oficial |
| Liberação dos ingressos | Toda terça-feira, 10h (horário de Amsterdam), para a semana que começa 6 semanas depois |
| Endereço | Prinsengracht, 263, bairro Jordaan, às margens do canal Prinsengracht |
| Horário de funcionamento da Casa de Anne Frank | Todos os dias, geralmente das 9h às 22h no verão (abril a setembro) e das 9h às 19h/20h no inverno, com variações aos sábados e em datas especiais (confira o site oficial). Fecha em 21 a 24 de setembro (Yom Kippur) |
| Idiomas do áudio-guia | Holandês, inglês, francês, alemão, hebraico, italiano, japonês, português e espanhol |
| Duração da visita | 1h a 1h30 |
| Idade mínima recomendada | 10 anos (menores de 10 podem fazer o Children’s Tour, em outro endereço) |
Como visitar a casa de Anne Frank em Amsterdam?
A dica mais importante é esta: fique de olho no site oficial de venda dos ingressos! Hoje a compra de ingressos para a Casa de Anne Frank é feita exclusivamente pela internet, e o museu não vende ingresso na bilheteria nem tem lista de espera.
No passado, havia venda presencial e se formavam o que se via era a formação de filas quilométricas em frente à Casa de Anne Frank (Anne Frank Huis em holandês). Bem, isso acabou.
Hoje você ainda vai ver uma multidão no entorno da casa, mas das duas, uma:
- ou são pessoas que conseguiram comprar o ingresso antecipado, e estão entrando / saindo da sua visita,
- ou são pessoas que não sabiam que precisavam comprar antecipado, não conseguiram ingresso, e estão passando por ali para dar uma olhadinha na famosa Casa de Anne Frank.
💡 Dica da Lila: o I amsterdam City Card, famoso passe de descontos da cidade de Amsterdam, não dá acesso à Casa de Anne Frank, mesmo cobrindo dezenas de outras atrações da cidade.
Se você tem o cartão, ainda vai precisar comprar o ingresso da Casa de Anne Frank separadamente, no site oficial.
Já quem tem Museumkaart (o Netherlands Museum Pass, que custa €75 por ano e permite visitar mais de 70 museus no país) ou cartão ICOM paga só €1 pela entrada (o valor da taxa de reserva), mas ainda precisa reservar horário como todo mundo.
Como comprar o ingresso para a Casa de Anne Frank (como funciona em 2026)
Esse é o ponto que mais muda de ano para ano, então preste atenção: o sistema de liberação de ingressos para a Casa de Anne Frank hoje funciona por lote semanal.
Toda terça-feira, às 10h no horário de Amsterdam, o site oficial libera as vagas de uma semana inteira, que começa exatamente seis semanas depois.
Ou seja, se você quer visitar numa segunda-feira específica, a venda dessa semana abre numa terça, seis semanas antes.
Nos horários mais concorridos (fim de manhã e início da tarde, principalmente entre abril e setembro e nos fins de semana), as vagas podem esgotar em dois ou três minutos.
Por isso, vale entrar no site um pouco antes das 10h, com o cartão de crédito em mãos, pronto pra finalizar a compra assim que o lote abrir.
O ingresso é 100% não reembolsável e não transferível, então confirme a data com certeza antes de comprar.
Quando visitei a Casa de Anne Frank em 2021, marquei bobeira e só entrei no site dois dias depois da abertura do lote para o dia que eu queria comprar o ingresso. E adivinhem? Tudo estava esgotado!
Desesperei, chorei, fiquei triste e procurei outros sites, mas não tinha jeito. Tudo fazia parecer que eu ia a Amsterdam mas não iria visitar a casa de Anne Frank.
Depois disso, entrei todos os dias no site esperando que, por milagre, algum ingresso aparecesse para venda. Nessa época, a liberação dos ingressos acontecia de forma diferente e eu dei sorte! Consegui meu ingresso, mas eu jamais daria essa bobeira novamente!
Hoje, com o sistema de lote semanal, o recado continua o mesmo, só que mais crítico: marque o alarme para a terça-feira certa e não deixe pra depois.
💡 Dica da Lila: existem sites com nomes parecidos vendendo ingressos falsos. O único canal oficial e legítimo é o site da própria Casa de Anne Frank; nenhum revendedor terceiro (incluindo agências de tour) vende entrada para este museu.
A casa abre todos os dias do ano. No verão (aproximadamente de abril a setembro), costuma fechar por volta das 22h; no inverno, o fechamento costuma ser mais cedo, entre 19h e 20h, com possíveis exceções aos sábados.
Sempre confira o horário atualizado no site oficial antes de escolher seu horário, já que datas especiais também podem ter horário reduzido. Em 2026, o museu fica totalmente fechado de 21 a 24 de setembro, por causa do Yom Kippur.
Programa Introdutório: vale a pena adicionar ao seu ingresso?
Uma opção que existe na hora de compra é adicionar o Programa Introdutório ao seu ingresso, por cerca de €7 a mais por pessoa.
É uma “aula” de cerca de 30 minutos sobre a vida de Anne Frank no contexto da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, atualmente conduzida em inglês. No final, a visita ao museu está incluída normalmente.
A idade mínima recomendada para o Programa Introdutório e para a visita em geral é 10 anos; crianças menores de 10 anos podem fazer o Children’s Tour, num endereço próximo (Westermarkt, 20).
E para quem vale a pena fazer esse investimento? Para quem tem interesse em história, quer saber mais sobre a história de Anne Frank, principalmente, para quem entende bem o inglês, já que é o único idioma disponível.
E se os ingressos esgotarem?
Se você perdeu a janela de compra e não sobrou nenhum horário disponível, existem algumas alternativas:
- Fique de olho no site oficial: às vezes surgem cancelamentos, mesmo perto da data.
- Caminhe pelo entorno da casa de Anne Frank por conta própria. Aproveite que a fachada da casa, às margens do canal Prinsengracht e a igreja Westerkerk (que Anne menciona várias vezes no diário) são gratuitas e já valem a experiência de estar no local.
- Considere um passeio guiado que pela região. Este passeio aqui tem possibilidade de guiamento em português. Você ainda não vai poder entrar na Casa de Anne Frank, mas vai aprofundar seu conhecimento sobre o contexto histórico do bairro Joordan, onde a casa está localizada.
💡 Dica da Lila: mesmo se você conseguiu o ingresso da Casa de Anne Frank, vale considerar fazer um passeio guiado pelo bairro de Jordaan e pela região judaica de Amsterdam.
É uma forma de entender o contexto histórico com mais profundidade, com guia em português, antes ou depois de conhecer o museu por conta própria.
Como é a visita à Casa de Anne Frank
Novos grupos entram para visitar a casa de Anne Frank a cada 15 minutos. Chegue com pelo menos 10 minutos de antecedência do horário marcado no seu bilhete, o museu é rígido com isso e você perde a vaga se atrasar.
Depois de entrar, você pode ficar na casa pelo tempo que desejar, dentro da janela da visita (que dura, em média, de 1 hora a 1h30).
O áudio-guia gratuito fica disponível pelo aplicativo oficial da Casa de Anne Frank (vale baixar o app antes de ir), e tem opção de áudio em português (são nove idiomas disponíveis no total).
Em cada sala, esse áudio vai contando a história de Anne Frank, da casa em Amsterdam, da família e do período de guerra.
A visita segue um fluxo: você não pode voltar para os cômodos já visitados, sempre vai em frente. Por isso, fique o tempo que achar necessário em cada sala.
Durante o tour, você vai encarar um grau de dificuldade extra: você vai subir escadas bem íngremes e estreitas para chegar até o Anexo Secreto, e essa parte não é acessível para cadeirantes (as áreas de exposição no andar térreo são acessíveis).
O acesso é dificultado para pessoas com mobilidade reduzida, mas a subida não é absurdamente difícil. Nada tão dramático quanto mostram as cenas de A Culpa é das Estrelas, quando os protagonistas Hazel e Augustus visitam o museu durante a viagem deles a Amsterdam.
No final da visita, você encontra a tradicional lojinha do museu, com vários itens exclusivos, incluindo o Diário de Anne Frank em diferentes edições. Comprar ali ajuda diretamente a fundação que mantém o museu.
Não é permitido tirar fotos em nenhum ambiente dentro da casa de Anne Frank.
Casa de Anne Frank: como foi a nossa experiência
Na logística da visita, tudo funcionou perfeitamente bem. Compramos os tickets pela internet para o primeiro horário. Chegamos cerca de 15 minutos antes do horário marcado. Não havia fila, só outras pessoas esperando, como a gente.
O frio estava cortante ali nas margens do canal, mesmo na primavera, então vá agasalhado. Bem na hora marcada, a casa abriu aos visitantes.
Apresentamos os ingressos no celular, e lá dentro recebemos os áudio-guias para a visita. Mochilas grandes precisam ser guardadas, mas bolsas entram sem problemas.
Como eu esperava que fosse acontecer, eu me emocionei, muito, na casa de Anne Frank. Eu já tinha lido o livro, e meio que esperava que isso fosse acontecer.
Mas tenho outra visão para apresentar: Rafa ainda não tinha lido o livro, conhecia apenas a história de Anne Frank (além de gostar bastante das aulas de história no colégio). Ele também achou a visita à casa de Anne Frank muito interessante (e comovente).
O áudio-guia ajuda muito a conduzir a experiência. Em cada cômodo, reproduções da voz de Anne nos transportam no tempo. É impossível subir as escadas internas do Anexo Secreto sem imaginar a garota indo e vindo pelos estreitos degraus, dia após dia, por dois anos.
A casa está praticamente vazia, graças aos furtos que aconteceram depois que o esconderijo dos judeus na rua Prinsengracht, 263 foi revelado. Mas ainda se vê pedaços da vida de Anne, aqui e ali.
Como quando entramos no quarto cheio de posters que Anne ganhou do pai e colou nas paredes para animar o ambiente, como faria qualquer adolescente, de qualquer religião, cor, raça ou nacionalidade.
Ao longo do percurso da casa, detalhes do dia a dia dos antigos moradores são apresentados junto com frases do diário de Anne Frank. Isso nos ajuda a reconstruir a vida escondida no Anexo Secreto.
É tudo tão impressionante e assustador que é difícil dimensionar o tamanho da dor e horror que aquelas paredes testemunharam. Fica apenas a certeza que coisas assim nunca mais devem se repetir na história.
É essa consciência que eu trago como o mais importante da visita. E é por isso que a casa de Anne Frank é um dos pontos turísticos de Amsterdam que mais recomendo aos turistas, com certeza.
O que mais conhecer perto da Casa de Anne Frank
Como o museu fica no coração do bairro de Jordaan, dá pra aproveitar a região a pé e emendar outras atrações no mesmo passeio, sem precisar se deslocar muito:
- Westerkerk: a igreja que Anne menciona várias vezes no diário, bem ao lado do museu. Dá pra subir a torre em dias específicos, com vista privilegiada da cidade.
- Homomonument: memorial dedicado às vítimas da perseguição por orientação sexual, a poucos passos da Westerkerk.
- Jordaan e De 9 Straatjes (Nove Ruas): o bairro mais charmoso de Amsterdam, com lojinhas independentes, cafés tradicionais e casas de fachada inclinada. Vale se perder pelas ruas com nomes de flores.
- Houseboat Museum: um pequeno museu dentro de uma casa-barco de verdade, ancorada no canal Prinsengracht, poucos minutos a pé do Anexo Secreto. O atrativo está incluído no I amsterdam City Card
- Bairro judeu (Jewish Cultural Quarter): um pouco mais longe, do outro lado do centro, reúne a Sinagoga Portuguesa, o Museu Histórico Judeu e o Memorial Nacional do Holocausto; muitos tours combinam essa região com a história de Anne Frank num único passeio guiado.
Combine a Casa de Anne Frank com um passeio de barco pelos canais
Bem em frente à Casa de Anne Frank, há um píer no canal com saídas de passeio de barco pelos canais de Amsterdam.
Dá pra embarcar direto depois de sair do museu e navegar pelos canais que fazem parte do patrimônio da Unesco, passando por pontos famosos de Amsterdam como a Skinny Bridge e o distrito dos museus.
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Dica gastronômica: pastrami no Davie’s Amsterdam
Bem no meio do Jordaan, a uns 10 minutos a pé da Casa de Anne Frank, fica o Davie’s Amsterdam, uma lanchonete pequena, quase despercebida, comandada pelo chef David Baxter, ex-chef do restaurante La Rive, que rendeu uma das maiores experiências gastronômicas que tivemos em Amsterdam.
O sanduíche de pastrami, feito ali mesmo pelo próprio chef, foi um dos melhores que já comi. Vale a pena encaixar essa parada no seu roteiro pelo bairro, antes ou depois da visita ao museu.
Funciona de quarta a domingo, e costuma ter fila na hora do almoço, então prefira ir mais cedo ou mais tarde se quiser evitar espera.
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Vale a pena visitar a Casa de Anne Frank?
Eu tive um diário quando adolescente. A chave ficava embaixo da cama e ali eu escrevia segredos, pensamentos, letras de música e nomes de namorados, acreditando firmemente na máxima que “o papel tem mais paciência que as pessoas”, como um dia, muito antes de mim, escreveu Anne Frank.
A história dessa menina de família judia sempre me emocionou e envolveu. Li O Diário de Anne Frank pela primeira vez ainda nessa época que eu tinha um diário e uma enorme fascinação pela história da Segunda Grande Guerra.
Foi inevitável criar um vínculo emocional com essa menina que precisou fugir de casa e se esconder com a família para sobreviver.
Por isso, quando começamos a planejar a viagem para Holanda, conhecer a Casa de Anne Frank em Amsterdam estava no topo da minha lista de desejos. E até hoje sigo indicando este como um dos lugares mais essenciais para visitar em Amsterdam.
Perguntas frequentes sobre a Casa de Anne Frank
Quanto custa o ingresso para a Casa de Anne Frank em 2026?
O ingresso custa €16,50 para adultos, €7 para visitantes de 10 a 17 anos e €1 para menores de 10 anos (valores já incluem a taxa de reserva; confira o preço atualizado no site oficial antes da viagem).
Como funciona a liberação dos ingressos da Casa de Anne Frank?
Os ingressos são liberados toda terça-feira, às 10h no horário de Amsterdam, para a semana que começa exatamente seis semanas depois. Em épocas de alta demanda, os horários mais concorridos esgotam em minutos.
É possível comprar ingresso na hora, no local?
Não. A Casa de Anne Frank vende ingressos exclusivamente pela internet, no site oficial. Não há bilheteria física nem lista de espera.
O I amsterdam City Card dá acesso à Casa de Anne Frank?
Não. Diferente de várias outras atrações de Amsterdam, o museu não aceita o City Card. É preciso comprar o ingresso separadamente, direto no site oficial.
Quanto tempo dura a visita a Casa de Anne Frank?
Em média, de 1 hora a 1h30, incluindo o percurso pelo Anexo Secreto e pelas exposições do andar térreo.
Qual a idade mínima para visitar a Casa de Anne Frank?
A recomendação do próprio museu é a partir de 10 anos. Crianças menores podem participar do Children’s Tour, num endereço próximo.
É permitido tirar fotos dentro da Casa de Anne Frank?
Não, fotografias de qualquer tipo são proibidas em todos os ambientes internos do museu.
Onde fica a Casa de Anne Frank e como chegar?
Fica na Westermarkt, 20, no bairro de Jordaan, às margens do canal Prinsengracht. O ponto de bonde mais próximo é a parada Westermarkt, atendida pelas linhas 13, 14 e 17.
O áudio-guia da Casa de Anne Frank está disponível em português?
Sim. O áudio-guia gratuito, pelo aplicativo oficial do museu, tem opção de português entre os nove idiomas disponíveis.
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