Fui Ser Viajante

Pontos turísticos de Vila Velha para conhecer em 2 dias

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Pontos turísticos de Vila Velha, ES | Quando a gente fala do estado Espírito Santo, pouca gente pensa em turismo. Mas a coisa bacana sobre viagens é que a gente sempre pode se surpreender, certo? Pois nesse post sobre o que fazer em Vila Velha vamos falar sobre isso.

Ao lado de Minas Gerais, Rio e São Paulo, a competição para o Espírito Santo não é nada fácil. Mas não se deixe enganar, as belezas capixabas estão lá, esperando para serem descobertas. Talvez falte só um pouco mais de divulgação.

Boa comida, preços convidativos dentro do universo de viagens pelo Sudeste, paisagens bonitas de verdade. Vai dizer que um combo assim não é interessante?

O que fazer em Vila Velha: pontos turísticos para visitar em 2 dias

Nesse post, vou citar os principais pontos turísticos de Vila Velha, que visitei numa viagem de 2 dias na cidade.

Inclusive, eles vão aparecer aqui na ordem que fiz meu roteiro, assim você consegue entender o que fica perto do que, e planejar sua viagem mais facilmente.

Leia também:
+ O que fazer em Vitória, Espírito Santo
+ Destinos para conhecer no Espírito Santo (além de Vitória e Vila Velha)

Vou citar todos, incluindo o que gostei muito e o que não gostei tanto assim – e deixo você tirar suas próprias conclusões a partir dos meus pitacos, ok?

Dia 1: o que fazer em Vila Velha ES

– Parque Estadual da Prainha

Nossa ideia era começar o roteiro pelo centro histórico de Vila Velha. Paramos o carro bem em frente à Casa da Memória de Vila Velha, que seria o primeiro ponto turístico oficial do roteiro.

Mas logo que chegamos lá, a área verde do Parque Estadual da Prainha, que fica bem ao lado, chamou minha atenção.

Era bem cedo e muita gente estava praticando exercícios, correndo ou fazendo treino funcional. Não é que o parque seja exatamente bonito em si, na verdade é mais um grande gramado e algumas árvores.

Mas vi que mais adiante ele dava vista para a Prainha na Baía de Vitória e fiquei curiosa.

Fui até a beira da água para encontrar alguns pescadores, até uma barraca de peixe fresco que recebia alguns clientes. Achei tudo bem bucólico, como uma viagem no tempo para a antiga Vila Velha de pescadores.

E o cenário ficou ainda mais interessante quando dei de cara com uma vista maravilhosa da terceira ponte.

Foto: Fui Ser Viajante

O Parque Estadual da Prainha não está nos principais roteiros ou listas de o que fazer em Vila Velha. Eu mesma o achei por acaso, mas se você curte fotografia, pode ser interessante dar uma espiada.

Todas as atrações nesse entorno fazem parte do Sítio Histórico da Prainha, que envolve desde as praias da Prainha até o Convento da Penha, além de igrejas, casarões e museus. E é por algumas dessas atrações que seguimos nosso roteiro por Vila Velha.

– Casa da Memória de Vila Velha

Você sabia que Vila Velha foi a primeira cidade do Espírito Santo, sede da colonização no estado?

Aprendi isso e muito mais visitando a Casa da Memória de Vila Velha, que fica bem ali no Centro Histórico da Prainha, ao lado do Parque estadual.

A entrada é gratuita e o antigo casarão guarda um importante acervo de arte, cultura e história do município e do estado do Espírito Santo.

O casarão em si é um pedaço da história – foi construído no Século XIX e tombado pelo Conselho Estadual de Cultura.

Foto: Fui Ser Viajante

Na área externa, uma surpresa: um vagão original do bonde 42, inaugurado em 1912 para circular em Vila Velha, trazendo a modernidade dos transportes elétricos para a cidade.

Bem pertinho da Casa da Memória de Vila Velha, está o Museu Atelier Homero Massena, que era a antiga casa do pintor e sua esposa. Lá dentro é possível ver mobiliário e obras (algumas não terminadas), além das pinturas na parede feitas pelo artista.

Infelizmente o museu estava fechado para restauro na ocasião da nossa visita. Previsão de reabertura até o final de 2020.

Foto: Fui Ser Viajante

– Igreja Nossa Senhora do Rosário

Saindo da Casa da Memória, vá seguindo pela Praça Tamandaré com suas enormes palmeiras imperiais.

Depois de passar pelo busto do Almirante Tamandaré (patrono da Marinha do Brasil), você vai encontrar outro ponto turístico de Vila Velha: a Igreja Nossa Senhora do Rosário.

Foto: Fui Ser Viajante

Construída em 1535, foi a primeira igreja construída no Espírito Santo e há quem defenda que essa é a igreja mais antiga ainda em funcionamento do Brasil.

Talvez pernambucanos, baianos e cariocas não concordem com essa afirmação.

Mas ao que parece, entre todos os templos religiosos que afirmam ser o mais antigo do Brasil, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário em Vila Velha é a única que mantém sua estrutura original, nunca sendo destruída e / ou reconstruída por qualquer motivo.

Por dentro, a igreja é bem simples. O que chama mesmo atenção são os detalhes dourados no altar principal e nos 2 altares laterais, bem bonitos.

Foto: Fui Ser Viajante

Pela importância da igreja para Vila Velha, Nossa Senhora do Rosário foi decretada padroeira de Vila Velha em 2005 e há uma referência a ela até no Brasão da Cidade.

Acima da coroa de 5 torres prateadas, que lembram que Vila Velha foi a primeira cidade e sede da colonização do Espírito Santo, há uma flor-de-lis, que está lá para homenagear Nossa Senhora do Rosário.

– Convento da Penha

A duas quadras da Igreja, encontramos o acesso do ponto turístico mais famoso de Vila Velha: o Convento da Penha.

A duas quadras da Igreja, encontramos o acesso do ponto turístico mais famoso de Vila Velha: o Convento da Penha.

Quando chegamos, por volta das 10h, muitos peregrinos já estavam fazendo fila para subir o morro e visitar a igreja.

O estacionamento em cima do morro da Penha é limitado, por isso há controle de acesso no portão no pé do morro. Oscarros vão formando uma fila na rua, esperando a vez ser liberada.

Como a gente não estava a fim de esperar, decidimos subir a pé. Logo ao passar do portão, descobrimos que tem um micro-ônibus que também faz transporte dos peregrinos (R$ 3 o trecho, ou R$ 5 ida e volta). Mas o ônibus também não estava lá e pensamos – porque não subir a pé?

Era meio-dia e essa ideia fez a gente entender certinho porque tem tanta gente que paga promessa e faz penitência subindo o morro da Penha. 

Existem dois caminhos: Primeiro fomos ver a famosa Ladeira da Penitência, que é o caminho mais curto, mas tem uma pegadinha.

A ladeira é estreita, com pedras irregulares e muito, muito íngreme. Estava calor demais e decidimos que não dava pra encarar.

Mas muita gente sobe essa ladeira para pagar promessas, ou mesmo para conhecer. Se você estiver com muita disposição, é uma opção.

Foto: Fui Ser Viajante

Decidimos subir até o convento seguindo pelo caminho dos carros, que é um subidão também, mas bem amplo e com bancos para a gente parar e descansar na sombra ao longo do caminho.

Foto: Fui Ser Viajante

A subida foi difícil? Demais. A gente chegou lá em cima bem destruído e suado – e já pensando em avisar aqui no blog que, caso você não esteja pagando nenhuma promessa, vale a pena investor no micro-ônibus sim, pelo menos pra subir.

Lá em cima, os vários mirantes fazem a gente acreditar que a baía de Vitória e as duas cidades vizinhas são ainda mais bonitas.

Nos enormes coqueiros que ficam em frente à igreja, o Famoso terço gigante não estava pendurado – parece que só colocam em dias de festa, uma pena. 

Subindo os degraus para visitar a igreja por dentro. A gente encontra a fé das pessoas pelo caminho: muita gente de joelhos, rezando, pagando promessas, é bem bonito de ver.

Passamos pela sala dos milagres, onde as pessoas agradecem graças alcançadas. Mais alguns degraus e enfim a igreja por dentro. Pequena, bem menor do que eu imaginava. Era horário de missa e as pessoas se apertavam lá dentro.

Quando a missa acabou, conseguimos entrar e admirar o templo por dentro. Os detalhes dourados na madeira escura são de uma beleza impressionante.

Foto: Fui Ser Viajante

No corredor lateral da igreja, que antes também estava lotado de fiéis, agora podemos passar e ver a famosa janela que dá vista para a cidade, muito fotografada por quem visita o Santuário da Penha. Na varanda lateral, mais uma chance de apreciar a beleza da vista.

Ao lado do estacionamento, há lanchonetes, bebedouros e banheiros para atender os fiéis. Fizemos a descida a pé, que apesar do calor exigiu bem menos esforço da gente.

– Moqueca Capixaba no Restaurante Atlântica

Depois de toda a caminhada no sol, a fome apertou e sabíamos exatamente o que queríamos comer: a famosa moqueca capixaba, preparada na panela de barro como manda a tradição.

Fomos até o restaurante mais recomendado da cidade: o Atlântica. Há duas unidades na cidade, o da Praia da Costa e o da Praia de Itaquatiara. 

Como o de Itaquatiara era mais perto do nosso hotel, optamos por ele – porque já iamos emendar o almoço com um bom banho e um tempinho de descanso, pra recuperar da ladeira da Penha.

O restaurante era todo decorado com temas de frutos do mar e tradição capixaba. Nosso prato demorou um bocado (tivemos até que perguntar se tinha acontecido algo), mas quando chegou, a moqueca capixaba veio bem servida e deliciosa como eu esperava. 

O sabor é bem diferente daquele temperado e apimentado da moqueca baiana, mas apesar das diferenças confesso que não consigo escolher uma moqueca favorita. 

E nem acho que devo, porque levantar uma bandeira dessas é certeza de arrumar desafetos em um dos estados, haha. Cada uma tem seu valor e minha dica é que você experimente a moqueca de cada estado para tirar suas próprias conclusões.

Outro prato bacana para provar é a Torta Capixaba (que eu achei uma delícia!). Provamos na Ilha das Caieiras, em Vitória ES.

– Farol de Santa Luzia

O Farol de Santa Luzia foi nossa próxima parada. Com entrada gratuita, ficamos surpresos com o atendente turístico muito simpático que recebe os visitantes e conta detalhes sobre a história do lugar.

Foto: Fui Ser Viajante

O farol foi construído em 1871, na entrada do canal da Baía de Vitória, bem no final da Praia da Costa, num lugar conhecido como Ponta de Santa Luzia.

Hoje o espaço do monumento é tombado. Além do farol, é possível ver três no local três antigas casas militares, uma delas que servia de residência do faroleiro.

A vista é muito bonita e o local é bem sinalizado (com uma corda de segurança delimitando as encostas).

Foto: Fui Ser Viajante

– Praia Secreta

Na saída do farol de Santa Luzia, você ainda pode visitar mais um ponto turístico de Vila Velha: a Praia Secreta.

O nome curioso vem da entrada um tanto quanto “discreta” da atração. Saindo do farol e seguindo rua abaixo, você vai encontrar um muro branco que aparentemente guarda um terreno vazio.

Esse muro tem uma “passagem”, mais ou menos do tamanho de uma porta, e se você passar por ela e descer por uma rampa de cimento, vai chegar numa das praias mais bonitas e pitorescas de Vila Velha.

Quando fomos, o dia estava meio chuvoso, mas ainda assim algumas pessoas se dividiam entre a areia e as pedras no canto direito, que completam o cenário.

Foto: Fui Ser Viajante

A praia não tem estrutura, todo mundo chegava com suas cadeiras, isopor e o que mais fosse usar. Mesmo se você não planeja pegar uma praia, acho que vale visitar pelo menos uma espiadinha, achei a Praia Secreta de Vila Velha bem linda mesmo.

– Orla da Praia da Costa

Pra terminar o dia, fomos dar uma volta na orla da Praia da Costa, a mais movimentada de Vila Velha.

Muita gente correndo, andando de bike (dá pra alugar uma na orla e fazer um passeio), conversando ou mesmo curtindo a praia na areia.

A Praia da Costa tem muitos restaurantes e grande parte dos hotéis de Vila Velha ficam por lá também. É uma das regiões mais procuradas da cidade para passear e se hospedar.

Por lá, encontramos a Mariana do blog Mariana Viaja, que mora em Vila Velha e nos deu muitas dicas de como explorar mais da cidade, e indicou alguns lugares para comer.

Inclusive, ela tem um post incrível sobre onde comer em Vila Velha, vale conferir as dicas.

Dia 2: o que fazer em Vila Velha ES

– Circuito de praias: Itapoã, Itaparica, Costa e Sereia

Aproveitamos que estávamos de carro alugado (reservamos pela internet com a RentCars, sem pagar taxa de reserva) e fizemos um rolé pela orla, parando nas praias de Vila Velha.

De ponta a ponta, fomos a Itapoã e Itaparica (praias mais calmas, que estavam bem mais vazias), e depois seguimos para a Praia da Costa (que tem o calçadão mais movimentado) e por último a Praia da Sereia, que é bem pequena, espremida entre algumas pedras.

A praia da Sereia, apesar de ser pequena e estar bem cheia, foi a que achei mais bonita. Indo bem cedinho, quando ainda está mais vazia, deve ser uma delícia aproveitar a beleza do lugar.

– Fábrica da Garoto

Seguimos com o carro, para visitar os pontos turísticos mais distantes agora. Nossa primeira parada foi na Fábrica da Garoto, que fica no bairro da Glória.

É um bairro bem comercial / industrial, por isso o trânsito fica bem complicado e conseguir uma vaga na rua é bem difícil.

Embora não seja muito bem sinalizado, existe um estacionamento próprio e gratuito, para quem visita a fábrica / loja da Garoto. Passando da loja, ele fica na próxima esquina, do outro lado da rua.

Lá, você pode:

visitar a loja da Garoto – que já vale muito! Tem alguns preços bem mais em conta, e o melhor de tudo é que tem muito chocolate exclusivo, sabores que eu nunca tinha visto em lugar nenhum!

visitar o Museu da Garoto: foi o passeio que fizemos. Você conhece a história da marca, curiosidades sobre o chocolate, ganha brindes e no final ainda visita a loja para fazer suas compras. Custa R$10 por pessoa e funciona de segunda a sexta, das 10h às 16h, e sábados, das 9h às 13h.

fazer o Chocotour, o tour guiado na fábrica da Garoto. Esse era o passeio que a gente queria fazer, mas não rolou. É preciso agendar pela internet com antecedência e são poucos horários por dia. A gente não conseguiu vaga, por isso quando fechar as datas da viagem, tente logo agendar o seu Chocotour.

– Museu da Vale

E chegamos ao último ponto turístico de Vila Velha, e uma das atrações que mais gostei por lá. O Museu da Vale não chega a ser grande, mas funciona em uma antiga estação de trem, que é um absurdo de tão linda.

Foto: Fui Ser Viajante

Ele conta a história mais antiga da empresa, desde sua fundação. A polêmica história recente da empresa, pós-privatização, não é retratada.

No local você ainda pode tirar fotos com uma antiga locomotiva que fica no pátio, e até almoçar num restaurante que funciona num vagão de trem.

O auge da visita é a enorme maquete que fica no último piso do museu, toda iluminada e com as mini-locomotivas circulando e fazendo barulho de trem. É encantador para crianças e adultos!

Foto: Fui Ser Viajante

Pra completar o passeio, todo o entorno é bem maravilhoso também. Você pode relaxar num deque com vista para o rio, fazer pique-nique nos gramados ou fotografar os grafites maravilhosos dos antigos galpões. Vale a pena explorar cada cantinho!

Outros pontos turísticos de Vila Velha ES

Nessa visita, nós não nos aventuramos em trilhas e natureza, porque não levamos roupas adequadas.

Por isso, acabamos não visitando dois pontos turísticos importantes de Vila Velha, o Morro do Moreno (que fica bem ao lado da Terceira Ponte, e pode ser visto de várias partes da cidade, inclusive do Convento da Penha).

No Morro do Moreno, você tem uma das mais belas vistas de Vila Vela e da Baía de Vitória. Lá é um bom lugar para quem quer apreciar tanto o nascer quanto o por do sol em Vila Velha.

O acesso pode ser feito parcialmente de carro (por estrada de terra), e depois por trilhas.

Embora seja menos famoso, e procurando principalmente por locais, outro destaque para quem curte ecoturismo é o Morro da Manteigueira, no bairro da Glória. Lá funciona um Parque Natural Municipal, e por suas trilhas também é possível apreciar uma bela vista da Baía de Vitória.

Planeje sua viagem para Vila Velha

Agora que você já sabe o que fazer em Vila Velha, pode começar a acertar os detalhes da sua viagem:

Vitória e Vila Velha: vale a pena combinar?

É a pergunta mais frequente quando planejamos uma viagem para conhecer a capital do Espírito Santo.

E eu digo que é bem possível e prático combinar Vitória e Vila Velha numa viagem só. Separadas por um rio e unidas por algumas pontes, as duas cidades se complementam e faz todo sentido visitar as duas na mesma viagem.

Já fiz um post aqui no blog contando o que fazer em Vitória, ES, e esse aqui vai ser todo dedicado a Vila Velha. Vamos as dicas!

Quando ir a Vila Velha

Vila Velha é um destino para o ano todo! No verão chove um pouco mais, mas é a melhor época para o combo praia e calor. É quando a cidade recebe mais turistas, por isso os preços podem subir um pouco.

Foto: Fui Ser Viajante

No resto do ano, a temperatura segue constante numa média de 25°C a 30°C. Os dias mais frios do ano não chegam a 20 C. Se você busca um destino mais frio, o ideal é procurar outros destinos no Espírito Santo, especialmente na serra capixaba.

Se você quer visitar Vila Velha durante a Festa da Penha, a terceira festa religiosa mais importante do Brasil, programe sua viagem entre 24 de abril e 2 de maio. A cidade fica cheia de peregrinos e acontecem muitas romarias, missas e shows – reserve seu hotel com antecedência.

Onde ficar em Vila Velha

Por falar em hospedagem, vamos para as dicas de onde ficar em Vila Velha.

O lugar mais concorrido (e com maior oferta de hotéis) é a Praia da Costa. Algumas opções interessantes:

Hospedagem Sol e Mar (ideal para viagem romântica)

Champagnat Praia Hotel

Quality Suites Vila Velha

Se você prefere se hospedar num lugar mais tranquilo (e até mais em conta), uma dica é ficar na Praia de Itaparica.

Quando nos hospedamos lá, percebemos que não há muitas opções de restaurantes e coisas para fazer à noite, mas se você está de carro pode facilmente ir até a Praia da Costa e voltar. E os hotéis de Itaparica costumam ser mais novos, com boa estrutura e mais baratos.

Itaparica Praia Hotel

Hotel Santorini

Ainda não encontrou seu hotel ideal em Vila Velha? Veja outras opções de hospedagem em Vila Velha ES.


Vem ser viajante com a gente!

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