O que fazer na Ilha de Paquetá, Rio de Janeiro

O que fazer na Ilha de Paquetá | Desde que eu vim morar no Rio de Janeiro, decidi que precisava conhecer a Ilha de Paquetá. Como assim, um bairro do Rio de Janeiro onde não circulam carros pelas ruas? E que ainda foi cenário de livro e até novela da TV?

Pois é. Paquetá é um desses lugares mágicos que acabam virando cenário de lendas e histórias. O romance A Moreninha, publicado em 1844 por Joaquim Manuel de Macedo, abriu o movimento do romantismo no Brasil e – ao que tudo indica – teve como cenário essa simpática ilha.

Pegar a barca no centro da cidade e passar 1 dia na Ilha de Paquetá é como fazer uma viagem no tempo. Mais ou menos 50 minutos navegando pela Baía de Guanabara e nem parece que a gente ainda está no Rio de Janeiro.

Um lugar que eu adoro voltar, quando quero relaxar ou curtir um dia com a natureza. A Ilha de Paquetá é um tesouro que precisa ser conhecido pelos cariocas e pelos turistas.

Por isso, esse post vai te ajudar a explorar a ilha e descobrir o que fazer na Ilha de Paquetá (em 1 dia ou mais!).

Aproveita e já começa assistindo o vídeo que fizemos explorando a Ilha de Paquetá em 1 dia (e não esquece de deixar seu link e assinar o canal do Fui Ser Viajante!):

Como chegar na Ilha de Paquetá?

A principal forma de chegar na ilha é através das barcas, que saem da tradicional Praça XV, no centro do Rio.

Você pode pagar sua viagem na bilheteria (R$ 6,10) ou usar o cartão de transporte do Rio (RioCard, Bilhete Único, etc), comprando a passagem com um desconto – fica R$ 5,15, mas você só pode comprar 2 passagens por dia (ou seja, ida e a volta).

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Anota essa dica: Chegue com antecedência na estação das barcas da Praça XV, porque as barcas são bem pontuais. Se perder, você vai precisar esperar 1 ou 2 horas pela chegada da próxima barca.

Também fique ligado que os horários e a frequência das barcas muda entre dia de semana, final de semana e feriado.

Veja o horário de saída das barcas Praça XV – Paquetá.

A viagem dura cerca de uma hora e segue tranquila nas águas calmas da baía.

No caminho, a gente admira a cidade se afastando e a Ponte Rio-Niterói, por um um ângulo bem fora do convencional.

Leia também: Ilha Fiscal, visite o castelinho do Rio de Janeiro

Visita a Ilha de Paquetá no Rio de Janeiro. Vista da Baia de Guanabara e Ponte Rio Niterói

Turismo na Ilha de Paquetá

A Ilha de Paquetá, na verdade, é um bairro da cidade do Rio de Janeiro, bem ali no meio da Baía de Guanabara.

Provavelmente, estamos falando do mais bucólico de todos os bairros cariocas. Por lá, não são permitidos carros e até bem pouco tempo existiam charretes que faziam o transporte das pessoas.

A conscientização sobre os bons tratos com animais rompeu essa tradição e trouxe os carrinhos, ou ‘charretes elétricas’, para a paisagem. Mas essa foi, provavelmente, a maior mudança que a ilha viveu em anos.

As ruas de pedra, os casarios históricos e o clima de cidade do interior são os mesmos, desde muitos anos.

Visita a Ilha de Paquetá no Rio de Janeiro. Vista da Baia de Guanabara

Visitar a Ilha de Paquetá é como pegar a barca de volta para o Rio de Janeiro dos tempos do Império. Por lá, Dom Pedro ia descansar quando precisava de uma folga dos problemas da corte.

Lá também foi o cenário da prisão domiciliar de José Bonifácio, o patriarca da independência do Brasil, depois de causar muitos problemas para a coroa. A Ilha de Paquetá é um cantinho cheio de história e lindas paisagens no Rio de Janeiro.

Visitar o bairro é um programa no melhor estilo slow travel‘, para quem quer fugir da loucura da capital, relaxar e curtir boas paisagens no charme da Ilha de Paquetá.

Visita a Ilha de Paquetá no Rio de Janeiro. Vista da Baia de Guanabara

Paquetá e o romance A Moreninha

A Moreninha foi o livro de estréia do Romantismo na Literatura Brasileira e a história do livro se confunde um pouco com a história da ilha de Paquetá.

No entanto, é importante dizer que não há nenhuma menção à Ilha de Paquetá no enredo.

Ao longo do tempo, começaram a surgir teorias de que a história de amor de Carolina e Augusto poderia ser mais que uma criação da mente do escritor Joaquim Manuel de Macedo.

Tem gente que afirma que Augusto, na verdade, é um alter-ego do próprio Joaquim. Mais que isso: que a história de amor do livro é real e teve como cenário as ruas e casarios da Ilha de Paquetá.

Muita gente acredita que o livro A Moreninha foi escrito durante uma temporada que o autor passou na ilha, numa pensão que fica ali perto da Pedra do Itanhangá, hoje rebatizada como Pedra da Moreninha.

Existem muitas semelhanças entre os cenários da ilha e do livro. Talvez o nome da Ilha de Paquetá nunca tenha sido citado na obra para evitar que a sociedade da época associasse Carolina com alguma moça da ilha (seria esse um amor proibido?).

Visita a Ilha de Paquetá no Rio de Janeiro. Vista da Baia de Guanabara

Com o tempo, vieram filmes e novelas sobre essa história de amor, usando a Ilha de Paquetá como cenário.

A lenda estava já no imaginário de todos. Embora seja impossível saber se a história de Carolina e Augusto um dia realmente aconteceu, sempre teremos Paquetá como cenário desse romance.

O que fazer na Ilha de Paquetá: principais atrações

A Ilha de Paquetá não é muito grande. Você pode fazer tudo andando e dá seguir esse roteiro com o que fazer em Paquetá em 1 dia, vendo os principais atrativos da ilha.

Para quem não quer andar, dá pra alugar a ‘charrete elétrica’, as bicicletas tamanho-família ou mesmo as bicicletas comuns, que são os principais meios de deslocamento por lá.

Visita a Ilha de Paquetá no Rio de Janeiro.

Em julho de 2017, os preços para alugar a charrete elétrica: R$70,00 passeio turístico (passa pelos principais pontos da Ilha de Paquetá), R$100,00 passeio completo (volta completa na ilha), e corridas avulsas R$5,00.

O bom da charrete é que o motorista também é seu guia durante o passeio.

Praça Pintor Pedro Bruno e “centrinho”

A barca que sai da Praça XV e navega pela Baía de Guanabara atraca no pequeno ancoradouro da Ilha de Paquetá, onde também funciona a venda de bilhetes para a volta.

Saindo da estação das barcas, a gente já está na praça principal da ilha, a Praça Pintor Pedro Bruno.

Pedro Bruno nasceu na Ilha de Paquetá e ficou conhecido pelo famoso quadro ‘A Pátria’ (1918).

Uma pintura cheia de mistérios retratando a bandeira do Brasil, que hoje está sob a guarda do Museu da República, no Rio.

Seguindo em frente pela rua Furquim Werneck (a única rua que vai em frente, saindo do ancoradouro), você vai encontrar o pequeno centro comercial de Paquetá.

Tem uma padaria logo no começo da rua, do lado direito, que pode ser uma excelente base para um café da manhã.

É só continuar em frente nessa mesma rua. Você vai passar por pequenos restaurantes e um tímido hotel. Também tem lojas de aluguel de bicicleta e dá pra ver a fachada da casa do pintor Pedro Bruno (o imóvel não é aberto para visitação).

Praia José Bonifácio

No final da rua Furquim Werneck, encontramos o mar da Baía de Guanabara. Seguindo para a esquerda, fica a praia José Bonifácio, batizada em homenagem ao nosso patriarca da independência.

A casa que serviu de prisão domiciliar para Bonifácio na Ilha de Paquetá fica nessa praia, mas é propriedade privada e também não pode ser visitada internamente.

Visita a Ilha de Paquetá no Rio de Janeiro.

O clima em José Bonifácio é de pura nostalgia. Pequenos barzinhos com cadeiras na calçada, os pedalinhos que divertem as crianças nas águas da baía e muitas famílias passeando de bicicleta.

A vista do mar é muito bonita, mas eu não arrisquei o banho…

Afinal, a água da Baía de Guanabara não pode ser considerada ‘limpa’, infelizmente. Mas a vista e um bom copo de cerveja já deixam a gente mais que satisfeito de estar ali, curtindo a brisa.

Visita a Ilha de Paquetá no Rio de Janeiro.

Bem em frente à praia, a gente avista uma outra ilha. É a ilha de Brocoió, utilizada como residência de verão do governador do Rio de Janeiro.

Não é permitido se aproximar da ilha, então de cá a gente só espia e imagina o que tem por lá.

Parque Natural Municipal Darke de Mattos e seu mirante

Seguimos caminhando por toda a orla da praia José Bonifácio, até encontrarmos a entrada do Parque Darke de Mattos. Definitivamente, um dos lugares mais agradáveis de Paquetá.

Uma bonita área verde a beira-mar, que oferece uma vista estonteante do Rio de Janeiro. Dá pra ver o conjunto completo: Niterói, Pão de Açúcar, o Maciço da Tijuca…

Visita a Ilha de Paquetá no Rio de Janeiro.

Bem no centro, eu vejo o Corcovado, o Redentor, que lindo! Quero a vida sempre assim… 🎶 (hahaha, tá, parei 😅).

Aqui o segredo é andar, se perder e encontrar paisagens lindas. O Parque não é muito grande, então aproveite para explorar ele todo!

Não esqueça de ir no mirante do parque, que fica na parte mais alta – e claro que tem a vista mais linda!

Visita a Ilha de Paquetá no Rio de Janeiro.

Ponte da Saudade

Fizemos o caminho de volta pela praia José Bonifácio e seguimos agora para explorar o lado direito da praia. Almoçamos no tradicional Hotel Lido.

Um almoço self-service bem simples, que ganha valor por ser num prédio histórico, com vista para o mar.

Bem ali perto, em frente ao número 31 da praia José Bonifácio, encontramos um pequeno píer, chamado curiosamente de Ponte da Saudade. 

Conta a lenda que o nome veio de um escravo africano, João Saudade, que ali sentava todos os dias para chorar pela sua família perdida.

Visita a Ilha de Paquetá no Rio de Janeiro.

Praia e Pedra da Moreninha

No fim da praia José Fernandes, a orla continua com a praia da Moreninha. Por aqui, encontramos bem menos gente que em José Bonifácio, que parece oferecer a maior concentração de serviços.

Mas a beleza da praia da Moreninha não fica devendo em nada a sua vizinha. Caminhar por ali também é uma delícia.

No caminho, está a Casa de Artes de Paquetá, onde funciona uma biblioteca e o centro cultural da cidade, onde vez ou outra acontecem recitais de chorinho.

Visita a Ilha de Paquetá no Rio de Janeiro.

No final da orla, está a lendária Pedra da Moreninha, a mesma do livro e do filme. Lá em cima, imaginei logo Carolina sentada, esperando seu amado Augusto, que vinha no barco, remando pela baía.

Se a história realmente aconteceu na Ilha de Paquetá, a gente nunca vai saber. Mas que sentar na pedra e ficar olhando o mar que se estende até o Rio de Janeiro é um programa lindo para uma tarde, ah isso é!

Leia também: Bairro de Santa Teresa, RJ: roteiro de 1 dia

Visita a Ilha de Paquetá no Rio de Janeiro.

Baobá Maria Gorda

Voltamos pela orla da praia da Moreninha até onde ela encontra a praia José Bonifácio. De lá, viramos à esquerda e seguimos pela rua Príncipe Regente.

Lá ficam as ruínas do Solar Imperial, que recebia Dom João VI quando ele visitava a ilha. Os portões fechados deixaram nossa curiosidade do lado de fora.

Descemos pela Ladeira do Vicente até a praia dos Tamoios. Ali pertinho, mais um símbolo da ilha: o baobá Maria Gorda.

Eu sempre fui louca para encontrar um baobá, desde que li o Pequeno Príncipe, já fazem tantos anos! E o primeiro da minha vida foi justamente o baobá da Ilha dePaquetá.

Visita a Ilha de Paquetá no Rio de Janeiro.

Fazem cento e tantos anos que Maria Gorda cresce forte em Paquetá, ali mansa, de frente para o mar. E como quase tudo na Ilha de Paquetá, há uma lenda pra explicar como a árvore africana veio parar na ilha.

Maria Gorda era uma mucama de um comerciante português que morava na ilha, dono de muitos escravos. Maria Gorda nunca se conformou com a escravidão. Pediu aos orixás para que ela e suas raízes negras nunca fossem esquecidas na Ilha de Paquetá.

Contam que, no mesmo dia que Maria Gorda morreu, apareceu em frente à casa um arbusto que ninguém nunca tinha visto na ilha de Paquetá. As raízes africanas do baobá se fincaram para sempre na ilha.

Eu segui a tradição e tratei de abraçar os três metros de diâmetro do Baobá de Paquetá, para tentar garantir a minha boa sorte…

‘Sorte por longo prazo
a quem me beija e respeita
mas sete anos de azar
a cada maldade, a mim feita.”

Praia dos Tamoios e Igreja do Senhor Bom Jesus do Monte

Passeamos pela Praia dos Tamoios, que nos leva de volta para a praça das barcas. No caminho, o canhão que saudava Dom João VI, quando vinha para a ilha.

E também a igreja do Senhor Bom Jesus do Monte, que está ali de frente para o mar desde 1763. A igrejinha não tem ostentação. O estilo simples combina em tudo com Paquetá e seu bucolismo.

Ainda em Tamoios, estão os dois barcos Jumbo Cat, que há anos trabalharam cruzando a baía, levando e trazendo passageiros.

Hoje as embarcações estão abandonadas e contribuem para o cenário histórico da Ilha de Paquetá.

Visita a Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro

Farol da Mesbla

Seguimos pela Rua Grossa, beirando o mar pelo lado esquerdo do píer das barcas. Ali fica a Praia Grossa, que faz jus ao nome.

Uma pequena faixa de areia tão grossa que chega a lembrar areia de construção. Passamos pelo Paquetá Iate Clube, que aparentemente funciona hoje apenas como restaurante. Seguimos pela Rua das Gaivotas.

No caminho, vimos uma pequena casa rosa bem charmosa, que foi utilizada como Casa da Moreninha nas produções televisivas na ilha. 

Andando mais um bom pedaço de caminho pela rua das Gaivotas, a gente chega no Farol da Mesbla, instalado na ilha de Paquetá desde 1963.

Foi nessa época que as barcas mais velozes começaram a fazer as rotas para a ilha. A área ao redor do farol é bem bonita. Ficamos por ali até ver a barca se aproximando da ilha. Era hora de voltar para o Rio.

Visita a Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro

Capela de São Roque

Essa pequena capela fica um pouco depois da Praia da Moreninha. A igrejinha foi dedicada a São Roque, padroeiro da ilha.

Na praça, está mais uma lenda de Paquetá: o poço de São Roque. Conta a lenda que a água do poço era milagrosa. Ao ponto de curar uma úlcera na perna de Dom João VI.

Bem em frente à Igreja fica o Coreto Renato Nunes, onde vez ou outra acontece alguma apresentação cultural.

Casa de Artes de Paquetá

A Casa de Artes de Paquetá é um centro cultural, com apresentações musicais e teatrais. Além disso, tem uma cafeteria / restaurante onde bebemos a cerveja com nome da Ilha, Paquetá.

É um lugar sempre muito movimentado aos finais de semana, ponto de encontro das pessoas com alma de artista.

Não deixe de explorar os jardins, suba as escadas e encontre lindos cenários para fotos na Ilha de Paquetá!

Vale a pena visitar a Ilha de Paquetá?

Reservar 1 dia na Ilha de Paquetá pode se revelar um programa despretensioso e muito agradável. Em um dia dá pra conhecer toda a ilha de Paquetá a pé.

Voltei para o Rio cheia de nostalgia. Difícil é ir embora deixando pra trás esse encantamento por um Rio que não volta mais.

Post publicado em: 25 de agosto de 2017.
Post atualizado em:
31 de outubro de 2018, 14 de abril de 2019.

Lila Cassemiro
Pernambucana, contadora de histórias e bem curiosa. Geminiana apaixonada por artes e culturas, sempre com a mala pronta pra viajar de novo. Eu gosto de gente.
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Comentários:
Gilvan Barbosa Gama disse:

Fui guia de turismo no Rio de Janeiro, tendo sido guia no barco ‘Rio Sena” que levava turista à Paquetá
duas vezes por semamna. O tour Comrçava na enseada se Botafogo pela manhã. Atravessávamos a Baia de Guanabara costeando as prais de Niteroi, e de lá rumávamos para Paquetá onde almoçavamos e passeavamos pela ilha retornado noi fim da tarde para a enseada de Botafogo. Guardo imensas recordações daqueles tempos.Foram os anos de 1965.

Adamar Célia Brennand disse:

Amo Paquetá desde 2015 quando conheci esse paraíso, amei esse blog super completo.

Joselma Soares da Silva Melo disse:

Amei o vídeo de vocês sobre Paquetá. Parabéns!

Klécia disse:

Obrigada lindona! <3

Ana disse:

Um dos lugares mais encandores q já conheci… não me canso de ir a Paquetá…o lugar é simplesmente lindo e os moradores são um caso a parte, sempre muito gentis…

Klécia disse:

Exatamente isso, Ana! Também não canso de Paquetá <3

Ari Quadros disse:

Caríssima Klécia: numa tarde chuvosa em Santa Maria, RS, deliciei-me lendo seu precioso depoimento sobre a histórica Ilha de Paquetá, em meio às águas (lamentavelmente) poluídas da Baia da Guanabara, que, um dia, certamente, serão despoluídas. Permiti-me, pois, prazerosamente, pegar uma carona no belo passeio que realizaram pela cidadezinha insular e seus pontos turísticos. Fiquei curioso em saber qual o numero de habitantes. Parabenizo-a pelo belo comentário e porque não agradecido pelas informações prestadas, cumprimentando-a cordialmente.

Klécia disse:

Oi Ari! Que comentário maravilhoso de receber! É exatamente a ideia do blog, viajar junto! Quanto a sua curiosidade, a charmosa Paquetá tem cerca de 4500 habitantes, segundo o último censo. Espero que você a conheça pessoalmente, qualquer dia! Vale a visita!

Jaqueline disse:

Estou apaixonada por esse blog! ♥

Rafael Cassemiro disse:

Oi Jaqueline, ficamos muito felizes com seu comentário ♥.
Obrigado e volte sempre !! 🙂

Obrigado pelas dicas de passeios na ilha de Paquetá. Eu sou de São Bernardo do Campo(SP) e já estive no Rio por várias vezes mas nunca a visitei, vai ser a primeira vez neste próximo final de semana. Pode ter certeza que o seu relato bucólico sobre os encantos da ilha contribuíram ainda mais para o meu desejo de conhecê-la.

Rafael Cassemiro disse:

Olá Sidnei,
A visita a Paquetá é realmente encantadora, espero que você encontre um belo dia de sol na sua visita. E volte para nos contar o que achou.
Abraços e boa viagem

Zuildsom Ferreira Alves disse:

Não há nenhuma menção ao poeta Hermes fontes e ao compositor freire Júnior: luar de Paquetá ,belíssima música, interpretada pelos mais famosos cantores da época.Século xx.

Klécia disse:

Olá Zuildson,
Eu realmente não conhecia a música – estou ouvindo aqui e é mesmo uma bela obra e homenagem a Paquetá!
Muito obrigada pelo comentário e sugestão!

Rogério Ferreira Freitas disse:

Conversei com uma amiga do RJ sobre algum lugar estilo inteiror pra visitar e ela falou q a gente poderia ir em Paquetá…agora com esse post fiquei ansioso pra q chegue minhas férias logo q é só em Junho…Vou me programar e espero tirar muitas fotos nesse lugar …Valeu e tudo d bom Klécia onde estiver com sua mochila por aí…Continue sempre inspirando as pessoas assim!!!

Klécia disse:

Oi Rogério! Paquetá é um dos meus lugares mais queridos na cidade! Super fotogênica e poética! Nem parece que estamos num bairro do Rio de Janeiro. Espero que suas férias cheguem logo e você aproveite bastante. Se precisar de dicas, estamos por aqui 🙂

Agora eu entendi pq falou com tanto carinho de Paquetá, que cidade/ilha/bairro charmoso e encantador! Bem do jeitinho que eu gosto, sem massificação turística e cheia de charme e poesia, cheia de história e repleta de belos cenários. O que é aquele pedalinho? Concordo 100% que não importa não poder entrar na água, a cervejinha na mão e a paisagem bastam! =D

Klécia preciso dizer que todas as fotos desse post estão incríveis, se o post está uma delícia de ler as imagens nos levam em uma verdadeira viagem para Paquetá!

Klécia disse:

Mayte, era um lugar que eu queria conhecer faz tempo, porque eu sabia que seria encantador. E a atmosfera de sonho acho que tomou conta das fotos. Paquetá é poesia pura! Espero te levar lá um dia também! 🙂