Summit One Vanderbilt: Vale a pena em 2026? Como ir sem perrengue!

Saber se o Summit One Vanderbilt vale a pena é a dúvida de dez entre dez brasileiros que planejam uma viagem para Nova York. Com tantos mirantes espalhados pela ilha de Manhattan, a gente se pergunta: “preciso de mais um?”.

Será que vale a pena mesmo?

Bem, preciso ser honesta com você: se você busca uma experiência que entregue valor, conforto e fotos espetaculares, a resposta é sim.

Summit One Vanderbilt - vale a pena?
Summit One Vanderbilt – vale a pena? Foto: Fui ser viajante

Recentemente, eu estive lá e comprovei: o Summit não é apenas um observatório, mas uma imersão sensorial que rende as imagens mais incríveis da viagem.

Mas, para não estragar o passeio, existem detalhes práticos importantes que você precisa considerar: desde o sapato ideal, melhor horário para ir e como economizar no ingresso.

Reuni aqui todas essas informações para você aproveitar essa que é a experiência mais moderna e completa da cidade. Vem comigo!

⭐ Dica da Lila:

Se você já decidiu que quer ir e quer garantir seu horário (eles esgotam rápido!), você pode conferir os preços e reservar seu ingresso aqui com cancelamento grátis.

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O que é o Summit One Vanderbilt e por que ele é diferente?

Se você está acostumado com mirantes clássicos como o Empire State, prepare-se: o Summit One Vanderbilt não tem nada a ver com a experiência que os mirantes clássicos entregam.

Summit One Vanderbilt - vale a pena?
Summit One Vanderbilt – vale a pena? Foto: Fui ser viajante

Localizado no topo de um dos arranha-céus mais modernos de Manhattan, o Summit One Vanderbilt redefine o conceito de mirante ao oferecer aos visitantes um complexo de arte, tecnologia e experiências imersivas.

Além da vista, é claro!

Summit One Vanderbilt - vale a pena?
Summit One Vanderbilt – vale a pena? Foto: Fui ser viajante
Summit One Vanderbilt - vale a pena?
Summit One Vanderbilt – vale a pena? Foto: Fui ser viajante

A arte por trás do Summit

Diferente de outros mirantes que focam apenas na possibilidade de ver Nova York do alto, o Summit é uma grande galeria de arte.

A instalação que você vai percorrer nos dois primeiros andares se chama AIR, e foi criada pelo artista Kenzo Digital, em colaboração com o escritório de arquitetura Snøhetta.

O objetivo dele foi criar uma experiência que “quebrasse” a percepção de espaço, usando o céu de Nova York como parte da obra.

É por isso que tudo é feito de espelhos: a ideia é que você, a cidade e as nuvens se tornem uma coisa só.

Summit One Vanderbilt - vale a pena a experiência?
Summit One Vanderbilt – vale a pena a experiência? Foto: Fui ser viajante

Experiências do Summit One Vanderbilt: o que você vai encontrar em cada andar

Sua visita começa no subsolo do edifício One Vanderbilt, onde você passa pela checagem de segurança e apresenta seu bilhete (que eu recomendo fortemente já ter comprado com antecedência).

Com a burocracia resolvida, você acessa um elevador tecnológico e ultraveloz que te leva direto ao 91º andar, onde a experiência realmente começa.

No total, você passará por três níveis (pisos 91, 92 e 93), cada um com propostas diferentes.

Summit One Vanderbilt vale a pena?
Summit One Vanderbilt vale a pena?

Aqui está um resumo do que te espera em cada nível para você já ir se visualizando lá:

  • Andar 91: Onde ficam a AIR (Transcendence 1) (primeira sala de espelhos), o Reflect (arte de Yayoi Kusama) e a famosa sala Affinity (bolas prateadas).
  • Andar 92: Onde você tem a visão do mezanino no Transcendence 2, tira sua foto nas caixas de vidro no Levitation e vê seu rosto nas nuvens no Unity.
  • Andar 93: Onde fica o bar Après, o Summit Terrace (área externa) e o elevador opcional Ascent.

Vamos ver cada um deles no detalhe:

AIR (Transcendence)

Quando a gente fala que o Summit começa com impacto, é disso que estamos falando. A visita começa pelo andar 91, e logo que chegamos, damos de cara com um salão monumental de dois andares, todo de espelhos.

Summit One Vanderbilt - vale a pena?
Summit One Vanderbilt – vale a pena? Foto: Fui ser viajante

Aqui é onde você gasta mais tempo tentando entender onde começa o chão e termina o teto.

A minha dica é: não tenha pressa de entender o que é real e o que é reflexo!

Tire bastante fotos, aproveite para apreciar a vista e “confie no processo”. Mais à frente na visita, você vai subir para um mezanino e finalmente entender como essa sala funciona sob a perspectiva de quem vê tudo de cima!

Summit One Vanderbilt - vale a pena?
Summit One Vanderbilt – vale a pena? Foto: Fui ser viajante
Summit One Vanderbilt - vale a pena?
Summit One Vanderbilt – vale a pena? Foto: Fui ser viajante

AIR (Reflect)

Ao sair da sala Transcendence, você passa por um corredor que mantém as janelas para a vista do exterior do prédio, mas acrescenta uma obra de arte que você pode apreciar.

Essa sala abriga a obra ‘Clouds’, da renomada artista japonesa Yayoi Kusama (famosa pelas suas bolinhas e salas de espelhos pelo mundo).

Summit One Vanderbilt vale a pena?
Summit One Vanderbilt vale a pena?

AIR (Affinity)

Ainda no andar 91, você entra na sala que eu achei a mais divertida do Summit! Essa é a sala repleta de balões prateados flutuantes, que você já deve ter visto nas fotos das redes sociais.

Embora pareça algo “para crianças”, é onde todo mundo se solta. Vamos interagindo com as bolas, e quando nos damos conta, nosso celular já tem um milhão de vídeos e fotos descontraídas.

Summit One Vanderbilt - vale a pena?
Summit One Vanderbilt – vale a pena? Foto: Fui ser viajante
Summit One Vanderbilt - vale a pena?
Summit One Vanderbilt – vale a pena? Foto: Fui ser viajante

AIR (Transcendence 2) – o mezanino

As escadas rolantes vão te levar agora para o andar superior. A experiência do Summit continua no piso 92.

E aqui meu queixo caiu de verdade. Chegamos em um mezanino que rodeia o salão de espelhos inicial.

Dali, você consegue observar as pessoas caminhando no andar de baixo e entende como o jogo de reflexos cria aquela ilusão de infinito. É, sem dúvida, um dos melhores pontos para fotos panorâmicas.

Summit One Vanderbilt - vale a pena?
Summit One Vanderbilt – vale a pena? Foto: Fui ser viajante

Levitation

Essa aqui é para quem não tem medo de altura. Seguimos agora por um corredor, onde se forma uma pequena fila.

Na lateral do prédio, há caixas de vidro que avançam para fora da estrutura do edifício, a 324 metros de altura, com o chão totalmente transparente. E todo mundo tem seu momento de tirar foto ali!

Summit One Vanderbilt - vale a pena?
Summit One Vanderbilt – vale a pena? Foto: Fui ser viajante

Você fica literalmente “pendurado” sobre a Madison Avenue! Só que a experiência dura menos de 1 minuto, literalmente!

Como a fila é enorme, eles realmente cronometram o tempo que cada um pode ficar na “caixa”, e quando seu tempo acaba eles pedem pra você sair, sem pena!

Summit One Vanderbilt - vale a pena?
Summit One Vanderbilt – vale a pena? Foto: Fui ser viajante

Como a gente estava em duas pessoas, pudemos fazer rapidinho fotos individuais, e depois as fotos em casal. Mas não marque bobeira aqui, tem que ser rapidinho mesmo!

AIR (Unity)

Bem no começo da visita, a gente faz um cadastro do nosso rosto, mas sem muitas explicações de porque isso é necessário.

Reconhecimento facial no Summit
Reconhecimento facial no Summit. Foto: Fui ser viajante

A explicação vem nessa sala: uma experiência imersiva onde a tecnologia de reconhecimento facial transforma você em parte de uma obra de arte, projetando seu rosto em um céu digital em uma tela gigante.

Eu confesso que não consegui me reconhecer (talvez meu rosto seja comum?), mas para três garotos que estavam do meu lado, a experiência funcionou perfeitamente! Deu pra ver o rosto deles certinho!

Fique atento à tela, pois o sistema é rápido e as nuvens passam depressa!

Summit one Vanderbilt - nosso rosto nas nuvens!
Summit one Vanderbilt – nosso rosto nas nuvens! Foto: Fui ser viajante
Summit one Vanderbilt - nosso rosto nas nuvens!
Summit one Vanderbilt – nosso rosto nas nuvens! Foto: Fui ser viajante

Après e Summit Terrace:

Chegamos ao último andar da experiência (piso 93). Para fechar a visita, temos um lounge sofisticado onde você pode comprar lanches ou drinks, chamado de Après.

Ao atravessar a porta, temos um terraço externo, onde podemos apreciar a vista pela última vez!

Apres no Summit
Apres no Summit . Foto: Fui ser viajante
Terraço do Summit One Vanderbilt
Terraço do Summit One Vanderbilt. Foto: Fui ser viajante

Mas aqui o terraço não é climatizado, então se prepare para sentir frio, neve, calor ou vento – a condição climática do dia!

Ascent

Esta é uma experiência opcional (paga à parte), que consiste em um elevador externo de vidro que sobe ainda mais alto na lateral do prédio.

A gente optou por não comprar o Ascent. Vale mais para quem é entusiasta de engenharia ou quer a exclusividade de estar no ponto mais alto possível do prédio.

⭐ Dica da Lila:

Vale destacar que o Summit é totalmente acessível para pessoas com mobilidade reduzida (há elevadores em todos os níveis).

Como chegar ao Summit One Vanderbilt (sem erro!)

O Summit está localizado em um dos pontos mais estratégicos de Manhattan: na 45 E 42nd Street, exatamente ao lado do Grand Central Terminal.

A logística é muito simples:

De metrô:

Use as linhas 4, 5, 6, 7 ou o S (Shuttle da Times Square) e desça na estação Grand Central – 42 St.

Mas calma, que tem um “pulo do gato”: Ao desembarcar do metrô dentro do Grand Central Terminal, não precisa sair do prédio! Basta seguir as placas que indicam “One Vanderbilt” ou “Summit”.

Existe uma passagem interna climatizada que conecta o terminal diretamente à entrada do observatório. É perfeito para dias de chuva, neve ou calor intenso.

A pé:

Se você estiver hospedado perto da Times Square, dá para ir caminhando (são cerca de 10 a 15 minutos).

A entrada do Summit fica na Vanderbilt Avenue, em uma porta giratória de vidro super moderna.

Entrada do Summit one Vanderbilt
Entrada do Summit one Vanderbilt. Foto: Fui ser viajante
⭐ Dica da Lila:

Para quem vem de outros bairros de Nova York,o metrô é a opção mais rápida. Lembre-se de usar o Google Maps para checar os horários dos trens em tempo real. Para isso, ter o seuchip de internetfuncionando é fundamental!

A localização estratégica do Summit

Outra coisa que realmente diferencia o Summit de outros mirantes como o Empire State ou o Top of the Rock é a sua “vizinhança”.

Ele está posicionado exatamente entre os prédios mais icônicos de Nova York. De lá, você tem uma visão frontal do Chrysler Building e do Empire State.

É o ângulo perfeito para quem busca aquela foto clássica de Nova York com seu skyline de cinema.

Vista do Summit One Vanderbilt
Vista do Summit One Vanderbilt. Foto: Fui ser viajante

Planejamento prático: O que você PRECISA saber antes de ir ao Summit

Agora que você já sabe o quanto o lugar é incrível, vamos aos detalhes que podem salvar o seu dia. Como alguém que esteve lá, eu garanto: vale a pena prestar atenção nessas dicas!

1. Dress code

Por causa do chão de espelhos, não use saias ou vestidos curtos, a menos que esteja com um short por baixo. Caso contrário, você ficará totalmente exposta.

Summit One Vanderbilt Vale a pena?
Summit One Vanderbilt Vale a pena? Foto: Fui ser viajante

Além disso, o uso de saltos finos ou sapatos que possam riscar o vidro é proibido. Vá de tênis confortável!

Agora uma dica para suas fotos: Vá com roupas que chamem a atenção.

Especialmente se você for em um horário de salas mais lotadas, você vai precisar se destacar nas fotos de alguma forma, e a roupa pode ser um bom truque!

Nós fomos no inverno, e enquanto todos vestiam casacos pretos, eu fui de marrom, e Rafa foi com uma touca laranja que deixava ele em destaque!

Summit one vanderbilt - com que roupa ir?
Summit one vanderbilt – com que roupa ir? Foto: Fui ser viajante

2. Proteja seus olhos

Parece exagero, mas leve óculos de sol. Em dias ensolarados, o reflexo do sol nos milhares de espelhos é extremamente forte e pode incomodar bastante a visão durante a primeira parte da experiência (Transcendence).

3. Confira a previsão do tempo antes de reservar

Em dias de sol claro, a visibilidade é muito melhor, e suas fotos ficam muito mais lindas! Muitas vezes, em dias de chuva ou nublados, nem vale a pena subir nos mirantes de Nova York!

Vista do Summit One Observatory
Vista do Summit One Observatory. Foto: Fui ser viajante

Nesse caso, vale ainda mais a pena comprar o ingresso flexível da Get Your Guide, que te permite cancelar com até 24h de antecedência sem custos!

➤ Veja preços aqui: Ingresso Summit One Vanderbilt

⭐ Dica da Lila:

Nova York tem chuvas bem distribuídas ao longo do ano, mas estatisticamente maio e julho costumam ser os meses com maior volume de chuvas. O Summit abre normalmente em dias de chuva, e a experiência “funciona”, pois é tudo fechado e climatizado. Só a visibilidade que vai ficar prejudicada, então avalie se vale a pena ir de acordo com o que você espera da visita.

4. O melhor horário para ir ao Summit

Sem dúvidas, vale a pena comprar o ingresso do Summit para o primeiro horário da manhã (9h). É a sua melhor chance de pegar as salas mais vazias e poder fazer suas fotos sem tantas pessoas de fundo.

Outro horário que vale a pena indicar é o pôr do sol, mas prepare-se para pagar um pouco mais no ingresso e enfrentar o local mais cheio.

Summit One Vanderbilt
Summit One Vanderbilt. Foto: Fui ser viajante

Que horas é o pôr do sol em Nova York? (Tabela Mensal)

Visitar o Summit One Vanderbilt durante o entardecer é uma experiência mágica, mas o horário do pôr do sol em Nova York varia drasticamente ao longo do ano.

Em dezembro, o sol se põe às 16h30; em junho, o dia se estende até depois das 20h30!

Para ajudar você a escolher o horário certo do seu ingresso, preparei essa tabela com a média de horários:

MêsHorário do Pôr do Sol em Nova York (Média)
Janeiroentre 16h30 e 17h00
Fevereiroentre 17h10 e 17h40
Marçoentre 17h50 e 19h10 (início do Horário de Verão)
Abrilentre 19h20 e 19h50
Maioentre 19h55 e 20h20
Junhoentre 20h25 e 20h35 (os dias mais longos!)
Julhoentre 20h15 e 20h35
Agostoentre 19h30 e 20h10
Setembroentre 18h40 e 19h20
Outubroentre 17h50 e 18h30
Novembroentre 16h30 e 17h40 (fim do Horário de Verão)
Dezembroentre 16h25 e 16h35
⭐ Dica da Lila:

O horário do pôr do sol é o mais disputado e o ingresso custa $10 a mais no site oficial. Se você quiser economizar, compre o ingresso para 1h ou 1h30 antes do pôr do sol. Como não há limite de permanência, você entra pagando o preço normal e espera o espetáculo começar lá em cima!

Como comprar ingressos para o Summit e garantir o melhor preço

Há bilheterias no local, inclusive com venda automática para você comprar sem precisar conversar com nenhum atendente.

Bilheterias do Summit One Vanderbilt
Bilheterias do Summit One Vanderbilt. Foto: Fui ser viajante

No entanto, se você deixar para comprar o ingresso na bilheteria física, prepare-se para dois problemas: ter que esperar várias horas pelo próximo horário disponível, e o risco de não encontrar horários para o dia que você quer visitar.

Especialmente se você quer ir nos horários mais concorridos (primeiro horário do dia e por do sol), você PRECISA reservar com antecedência, ou vai ficar sem!

A minha dica de ouro:

Durante o meu planejamento, consegui comprar meu ingresso para o Summit pelo Get Your Guide por um preço mais em conta que no site oficial do Summit!

Além de ser uma plataforma super confiável e em português, outra vantagem enorme é a flexibilidade. Você tem direito a reembolso integral se fizer o cancelamento gratuito com até 24 horas de antecedência.

Se preferir pagar em reais e parcelar em até 10x sem IOF, recomendo comprar por este link.

Summit One Vanderbilt em vídeo

Quer ver como foi nossa experiência em vídeo? Confira nosso canal do Youtube (aproveita e já segue a gente por lá!).

Planeje sua viagem para Nova York

Agora que você já sabe que o Summit One Vanderbilt vale a pena, garanta que o restante do seu planejamento para a “capital do mundo” seja tranquilo, seguro e econômico.

Garanta seus ingressos em Nova York e evite filas

Em Nova York, vale reservar tudo que puder com antecedência, para evitar filas ou mesmo ficar sem ingresso para uma experiência que você queria muito viver.

Aqui está a lista de passeios mais concorridos, que recomendo reserva antecipada:

Seguro Viagem para os EUA

Diferente da Europa, o seguro viagem não é obrigatório nos Estados Unidos, mas é extremamente necessário.

Os custos de saúde nos Estados Unidos são os mais caros do mundo e um simples atendimento de emergência pode custar milhares de dólares.

Não arrisque seu orçamento e sua tranquilidade. Garanta uma cobertura robusta para você e sua família.

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Mantenha-se conectado em NY: Chip Internacional (e-SIM)

Ter internet móvel em Nova York é essencial para usar o Google Maps (o metrô de NY pode ser confuso!), checar horários de funcionamento e postar suas fotos no Summit em tempo real.

Garanta o seu e-SIM ou chip físico para já chegar conectado.

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Chegue ao hotel com conforto: Transfer nos aeroportos de NY

Os aeroportos de Nova York (JFK, Newark e LaGuardia) são distantes de Manhattan. Para evitar o estresse de carregar malas no metrô ou filas de táxis, reserve um transfer privativo.

Reserve aqui: Transfer em Nova York

Leia mais sobre Nova York

Planeje seu roteiro completo com nossos guias detalhados:

Ainda na dúvida de qual mirante incluir no seu roteiro em Nova York?

Como comentei no começo do post, o que não falta em Nova York são opções de mirantes para visitar. Se você ainda tem dúvidas sobre qual colocar no seu roteiro, pode ler agora meu post comparativo dos mirantes de Nova York.

Assim, você pode escolher com mais certeza onde investir seu dinheiro sem fazer escolhas erradas!

Eu confesso que ele foi meu favorito, porque entrega toda uma experiência que vai muito além da vista.

Summit One Vanderbilt vale a pena?
Summit One Vanderbilt vale a pena? Foto: Fui ser viajante
Summit One Vanderbilt vale a pena?
Summit One Vanderbilt vale a pena? Foto: Fui ser viajante

Mas há outros mirantes bem bacanas em Nova York que entregam experiências diferentes, assim você pode tomar uma decisão mais consciente!

Se você tiver alguma dúvida que não respondi aqui, deixa nos comentários que eu mesma te ajudo com base na minha visita!

Dúvidas frequentes sobre o Summit One Vanderbilt

Quanto tempo dura a visita ao Summit?

Recomendo reservar pelo menos 2 a 3 horas para percorrer todos os andares com calma e tirar fotos.

Posso levar câmera profissional?

Sim, mas tripés e equipamentos profissionais de grande porte (como iluminadores) não são permitidos.

O Summit abre em dias de chuva?

Sim, o observatório funciona normalmente. Como a maioria das salas é fechada e climatizada, você não se molha, mas a visibilidade da cidade pode ficar comprometida.

Quantos andares tem o Summit?

A experiência do observatório se divide em 3 andares (91, 92 e 93 do edifício One Vanderbilt). A jornada começa no subsolo e sobe em um elevador de luzes ultraveloz até o 91º andar.

Tem banheiro no Summit?

Sim! Existem banheiros modernos e muito bem cuidados dentro da atração, especificamente nos andares 91 e 93 (perto do bar Après).

O que significa “summit”?

Em inglês, summit significa “cume” ou “topo”. É o nome perfeito para um lugar que te leva ao ponto mais alto de um dos prédios mais imponentes de Manhattan.

Qual o mês que mais chove em Nova York?

Nova York tem chuvas bem distribuídas ao longo do ano, mas estatisticamente maio e julho costumam ser os meses com maior volume de chuvas. No entanto, por ser um mirante fechado e climatizado, o Summit é um passeio que “funciona” mesmo em dias cinzentos.

Resolva sua viagem

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Lila Cassemiro
Lila, fundadora do Fui Ser Viajante, é uma viajante incansável com 20 países e 22 estados brasileiros na bagagem. Pernambucana de Gravatá, cresceu entre histórias e sabores que despertaram seu olhar atento para a cultura e diferentes realidades do mundo. Com base atual no Rio de Janeiro, Lila se dedica a viagens culturais e gastronômicas, sempre em busca de experiências autênticas. Sua formação como Sommelier de Cervejas pelo Science of Beer Institute ampliou seu olhar sobre a íntima relação entre território, tradição e sabor, que é a essência de seus roteiros. No Fui Ser Viajante, Lila produz conteúdo com curadoria própria e baseado em vivência real. O blog compartilha roteiros detalhados, dicas práticas e análises culturais que ajudam o leitor a planejar uma viagem com confiança, indo sempre além dos cartões-postais.
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