Roteiro de 3 dias em Cunha: lavandas, cerâmica e gastronomia
Se você busca o que fazer em Cunha, saiba que esta cidade aconchegante no interior de São Paulo é um daqueles destinos que pedem pressa nenhuma e muita disposição para se encantar.
Embora pertença à região do Vale do Paraíba, Cunha está encravada no topo da Serra do Mar, no encontro estratégico com a Serra da Bocaina.

Aqui, o clima de montanha foi o berço ideal para as plantações de lavanda, uma tradição que hoje divide o protagonismo com os ateliês de cerâmica de alta temperatura, outro grande atrativo da cidade.
Essa localização privilegiada, na divisa entre São Paulo e Rio de Janeiro, ainda promete encantar os amantes de história: Cunha está no caminho da antiga Estrada Real, o que garante um charme extra a cada curva do caminho.

Neste post, vou te contar como foi meu roteiro de 3 dias em Cunha, com dicas de lugares para ir, e onde comer e beber muito bem.
Se você, como eu, gosta de viagens para lugares fora do óbvio, vai se encantar com estas descobertas. Preparei também algumas dicas sobre a melhor região para se hospedar em Cunha e achadinhos que tornaram minha viagem muito especial.
Vamos nessa?
Neste post, você vai ler sobre:
- Planejamento de viagem: Como chegar e melhor época para ir
- O que fazer em Cunha: roteiro de 3 dias
- Campos de lavanda em Cunha: Lavandário vs. Contemplário
- Onde se hospedar em Cunha: melhores regiões
- O que fazer em Cunha: as melhores atrações
- Onde comer e beber em Cunha: cervejarias, vinícola e restaurantes
- Dicas extras: outros lugares para conhecer em Cunha
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Planejamento de viagem: Como chegar e melhor época para ir
Para que sua jornada seja perfeita, o planejamento começa pelo calendário e pela logística. Cunha não é um destino de “passagem”; é um lugar para ir com calma, explorando cada detalhe sem olhar para o relógio.
A maior parte das atrações fica na zona rural, espalhada ao longo da rodovia que liga Cunha a Paraty. Ou seja: a melhor escolha é ir de carro e se permitir “cair na estrada” para explorar os refúgios que ficam escondidos entre as montanhas.

Recomendo ficar, no mínimo, 2 dias em Cunha – mas eu fiquei 3 dias e confesso que ainda deixei itens da minha lista para uma próxima visita.
Aqui estão as dicas essenciais de quem viveu a cidade e aprendeu algumas lições valiosas sobre a logística e as estradas da região:
Como chegar a Cunha
Cunha está a cerca de 230 km de São Paulo e 300 km do Rio de Janeiro. O acesso mais fácil e seguro é pela Rodovia Presidente Dutra.
Ao chegar em Lorena, basta pegar a saída para a Rodovia Paulo Virgínio (SP-171), que te leva direto para o centro da cidade.
Vá de carro: Esta é a minha recomendação número um. Como a cidade é espalhada e os principais atrativos (como o Lavandário e a Pedra da Macela) ficam na zona rural, ter autonomia de transporte é fundamental.
Sem um veículo próprio, sua mobilidade será muito reduzida e você acabará refém de deslocamentos caros ou limitados.
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A rota pela estrada Paraty-Cunha
Outra forma de chegar, especialmente para quem vem do litoral ou do Rio de Janeiro, é percorrendo a famosa estrada Paraty-Cunha. A estrada é histórica (faz parte do caminho da Estrada Real), e muito bonita, mas desafiadora.
Deixo aqui um alerta real: o trecho exige perícia e paciência, especialmente no lado fluminense, onde as curvas são extremamente fechadas e a subida é íngreme.
Dirigir na Paraty-Cunha exige atenção constante. A estrada é estreita, não possui acostamento e há pouquíssimos recuos para parada. Além disso, não conte com postos de gasolina ou sinal de celular em boa parte do trajeto.
Vá com o carro revisado e tanque cheio; um pneu furado ou falta de combustível ali podem render um perrengue daqueles em um local isolado e em meio à mata.
Minha experiência: Como nós estávamos em Paraty, subimos para Cunha por essa estrada. Mas na hora de ir embora, mesmo nosso destino final sendo o Rio de Janeiro, preferimos dar a volta e retornar pela Via Dutra.
É um caminho mais longo em quilometragem, mas muito menos desafiador e estressante de dirigir.
Melhor época para ir: temporada das lavandas e do pinhão
Cunha pode ser visitada o ano todo, mas a “alma” da cidade muda conforme as estações:
- Para ver as lavandas: O Lavandário mantém flores o ano inteiro devido ao plantio rotativo, mas o auge da beleza e da intensidade do roxo acontece entre outubro e dezembro. É quando os campos estão mais bonitos para fotos.
- Inverno (junho a agosto): É a alta temporada. O frio da serra atrai visitantes em busca de vinho e fondue ao pé da lareira. É também a época do famoso Festival de Inverno e da Festa do Pinhão. Prepare-se para encontrar a cidade mais cheia e as tarifas um pouco mais altas, mas o charme é indiscutível.
- Verão (janeiro a março): É a época das chuvas. Pode atrapalhar um pouco as trilhas (como a da Pedra da Macela) e as cachoeiras, mas as montanhas ficam verdinhas. É uma coisa linda.
Se quer viajar para Cunha na intenção de descansar e relaxar, evite a alta temporada, como os meses de inverno e os feriados prolongados, quando a cidade fica mais cheia.
Para mim, Cunha brilha de verdade na meia estação, quando o clima está agradável e a cidade, tranquila. É nessa calmaria que você consegue visitar os atrativos sem filas e ter o privilégio de bater um papo sem pressa com um ceramista em seu ateliê.
O que fazer em Cunha: roteiro de três dias
Eu tinha 3 dias em Cunha, e fiz uma baita otimização do roteiro, para conseguir visitar a maior parte dos lugares que estavam na minha lista.
Ficou um roteiro bem recheado e dinâmico, então se você quer viajar com mais calma, considere retirar as atrações que não tem muito a ver com seu perfil.
Para te ajudar a organizar a logística (já que as distâncias entre os atrativos podem ser grandes), estruturei este roteiro com base na minha experiência real, agrupando os lugares por proximidade.
Dia 1: Ecoturismo e lavandas
- Manhã: Cachoeira do Pimenta e Cachoeira do Desterro.
- Almoço: Cervejaria Caminho do Ouro.
- Tarde: O Contemplário (campos de lavanda e ervas).
- Jantar: Porco e Pizza (Centro).
Começamos o roteiro explorando o lado mais natural da cidade, perfeito para quem acabou de chegar e quer relaxar.
Manhã: Passamos a manhã visitando duas quedas d’água bem próximas: a Cachoeira do Pimenta e a Cachoeira do Desterro. Elas são as mais famosas e têm acesso relativamente fácil.

Vou explicar abaixo as peculiaridades de cada uma, mas já adianto minha opinião: gostei muito mais da Cachoeira do Pimenta, que é impressionante e tem melhor estrutura.
Almoço: Minha ideia era continuar na vibe ecoturismo e almoçar no Canto das Cachoeiras. Mas, como era feriado, dei de cara com uma fila enorme.
Mudei os planos e fui para a Cervejaria Caminho do Ouro, na estrada Paraty-Cunha. Foi uma ótima surpresa! Comida boa, vista linda para as montas e ótimas cervejas (inclusive sem álcool).
Tarde: Visitamos o Contemplário. Ele é mais rústico e silencioso que o Lavandário, proporcionando um passeio delicioso entre as plantações de lavanda e ervas aromáticas.
Jantar: Terminamos o dia no Porco e Pizza, no centro. O nome é inusitado, mas o cardápio realmente entrega as duas especialidades. Fomos de pizza e estava deliciosa!

Dia 2 em Cunha: centro histórico, mais lavandas e cervejas
- Manhã: Ateliês de Cerâmica, Centro Histórico e Mercado Municipal.
- Almoço: O Olival.
- Tarde: O Lavandário e Café Moara
- Noite: Cervejaria Blackfin.
No sábado, o foco foi visitar as atrações mais clássicas da cidade. Começamos visitando ateliês, exploramos o centrinho e terminamos na atração mais famosa de Cunha: o Lavandário.
Manhã: Dedicamos o tempo aos ateliês de cerâmica de alta temperatura. No Suenaga e Jardineiro, vimos a técnica sendo executada ao vivo. No Gaia Arte e Cerâmica, conversamos com o artesão, e no Cassinha, nos encantamos com as peças perfeitas para compor uma mesa posta.

Aproveitamos para passar na Casa do Artesão, que reúne trabalhos de diversos artistas locais. É o lugar perfeito para entender a diversidade da arte em Cunha.
No centro, visitamos a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição (que é belíssima!) e a feirinha de artesanato Arte das Montanhas, que funciona bem ali ao lado.
Almoço: Seguimos para O Olival, um dos meus lugares favoritos. A plantação de oliveiras é linda e a gastronomia utiliza os azeites produzidos ali mesmo. Uma experiência caprichada e imperdível.
Tarde: O grande clássico: O Lavandário. Nos programamos para chegar no meio da tarde e ficar até o pôr do sol, mas, como o dia estava nublado, não tivemos essa sorte. Ainda assim, o visual vale a visita.

Como saímos antes do por do sol, tivemos tempo para uma parada na loja mais que charmosa do Café Moara, com mesas nos jardins e internas, e muitos objetos vintage usados na decoração, que nos transportam direto ao passado!
Provamos um café coado delicioso, com um bolo de banana com manteiga na chapa divino!
Noite: Para fechar com chave de ouro, fomos à Cervejaria Blackfin. O ambiente é uma delícia, com mesas no jardim. Além das ótimas cervejas, lá funciona um omakase (bar de comida japonesa) maravilhoso!
Dia 3: Pedra da Macela, cervejas e outros produtos de Cunha
- Manhã: Trilha da Pedra da Macela.
- Pós-trilha: Wolkenburg Brewery.
- Tarde: Fazenda Aracatu, Vinícola Monte Boa Vista e Nativa Cunha.
- Almoço: Galpão do Alemão / Cervejaria Reale.
Guardamos a vista mais espetacular da região para o último dia. Depois da trilha, aproveitamos para garantir as melhores iguarias locais para levar na mala.
Manhã: Começamos cedo na Pedra da Macela. A subida é por uma estrada íngreme e pavimentada, mas o esforço compensa: lá do alto, em dias claros, dá para ver toda a baía de Paraty e Ilha Grande.

Pós-trilha: Na descida, a parada estratégica é na Wolkenburg Brewery. Uma cervejaria de tradição alemã, com visual incrível e cervejas muito bem feitas. Perfeita para brindar a conquista do topo da montanha!
Compras: Fizemos duas paradas na estrada Paraty-Cunha. Primeiro, na Fazenda Aracatu, que é obrigatória para queijos, doces e para provar o famoso sorvete de pinhão.
Ali pertinho, paramos na Vinícola Monte Boa Vista. As degustações são gratuitas e o que mais me agradou foram os frisantes de verão. Ótima dica para conhecer os vinhos de Cunha.
Almoço: Para a despedida, escolhemos o Galpão do Alemão (Cervejaria Reale). A comida é deliciosa, com bom preço e atendimento acolhedor. Ideal para aquela última refeição caprichada antes da estrada.
Última Parada: Encerramos nossa viagem na Nativa Cunha, um viveiro de plantas enorme com ótimos preços. Aproveitei para comprar plantas novas e até mudinhas de lavanda.
Um final perfeito para levar o perfume da serra para casa!

Lavandário ou Contemplário: qual visitar em Cunha?
Essa é a pergunta que eu mais recebi quando compartilhei nosso roteiro em Cunha no Instagram @fuiserviajante! Embora ambos cultivem lavandas, as experiências são bem diferentes.
Se você tiver tempo, recomendo os dois, mas se precisar escolher, aqui estão os pontos que notei:
O Lavandário
Ele é o cartão-postal de Cunha. Fica no alto de uma colina com uma vista infinita para as montanhas. É o lugar indicado para aquele pôr do sol inesquecível (se você der mais sorte que eu, e não pegar um dia nublado).

Também rende as fotos mais bonitas. Além das lavandas, também há outras ervas, mas o predomínio realmente são das plantinhas de lavanda, que deixam um perfume incrível no ar.
- Vibe: Mais turístico e movimentado.
- Destaque: A grande quantidade de campos de lavanda, dando aquele visual lindo e roxinho, a lojinha com óleos essenciais e o famoso sorvete de lavanda.
- Atração paga: ingresso R$20 ou R$40 para visitas guiadas
- Dica: Tente ir em dias de semana ou chegue cedo para evitar as multidões de feriados.
O Contemplário de Cunha
Como o nome diz, é um lugar para contemplar com calma. Ele é mais rústico, também tem campos com outras ervas (como alecrim, manjericão) e aqui o clima está mais para uma fazenda do que ponto turístico.

- Vibe: Silenciosa, intimista e relaxante.
- Destaque: A entrada é gratuita (o que é um diferencial!) e o café é uma delícia para passar o tempo ouvindo o som da natureza.
- Dica: É o lugar ideal para quem quer fugir do burburinho e ter um contato mais próximo com o cultivo.
- Atração gratuita.
Se você quer A Foto, vá ao Lavandário. Se você quer um passeio mais sensorial e silencioso, o Contemplário vai ganhar seu coração.
Na minha última viagem, o Contemplário me surpreendeu pela experiência quase meditativa de andar pelos campos em silêncio, mas o Lavandário ainda tem aquela vista que faz a gente perder o fôlego.
Onde se hospedar em Cunha: melhores regiões
Escolher onde ficar em Cunha depende muito do seu objetivo e se você está de carro. Basicamente, a cidade se divide em dois estilos:
Hospedagens no centro de Cunha (praticidade e economia)
Ideal para: Quem quer praticidade ou está viajando sem carro.
É a melhor escolha para quem quer fazer tudo a pé à noite, como ir a restaurantes, farmácias e lojinhas.
Você não precisa dirigir para jantar (ou vai dirigir muito pouco) e costuma encontrar pousadas com preços mais acessíveis.
Aqui estão algumas pousadas que recomendo no centro de Cunha:
- Pousada São Bento
- Pousada do Barão
- Casa Boutique
- B&B Sol Poente
- Espaço Flor Das Águas (essa aqui já fica quase fora da cidade, mas é ótimo porque combina natureza e proximidade com infraestrutura)
Hospedagem nas montanhas de Cunha (experiência e vista)
Ideal para: Casais, viagens românticas ou quem busca desconectar total.
As pousadas mais charmosas e famosas de Cunha ficam espalhadas pelas estradas (principalmente na Paraty-Cunha).
Recomendo se hospedar em uma delas caso você busque isolamento, um chalé com lareira e vista para as montanhas. É a verdadeira “experiência de serra”. Muitas pousadas são destinos por si só.
Ponto de atenção: Você vai precisar de carro para absolutamente tudo, e as estradas de acesso às pousadas podem ser de terra.
Algumas pousadas que recomendo em Cunha e ficam perto da natureza:
- Pousada Casa Bambu
- Pousada Shangri-lá
- Recanto Roça Grande
- Pousada Vale dos Sonhos
- Pousada Sotaque Mineiro (pertinho do Contemplário)
Minha recomendação: Se for sua primeira vez e você quer o “clássico de Cunha”, escolha uma pousada nas montanhas com vista. É o que torna a viagem inesquecível!
Quer ver minha lista de pousadas favoritas e bem avaliadas na cidade? Confira o post completo: Onde se hospedar em Cunha: pousadas charmosas e as melhores localizações.
Mapa de Cunha: localize as atrações
Para facilitar o seu planejamento, agrupei todos os pontos que mencionei neste post em um mapa interativo.
Assim, você consegue visualizar as distâncias entre o centro, as cachoeiras, o Lavandário e outros atrativos de Cunha, e organizar melhor os seus deslocamentos.
O que fazer em Cunha: as melhores atrações no detalhe
Agora que você já tem o roteiro dia a dia, vou detalhar o que encontrar em cada lugar. Assim, você pode ajustar o seu passeio de acordo com o que mais gosta de fazer.
Pedra da Macela
A Pedra da Macela entrega, sem dúvida, uma das vistas mais bonitas que já presenciei. Oficialmente, o pico fica em território fluminense, mas o acesso é feito por Cunha, dentro do Parque Estadual da Serra do Mar (Núcleo Cunha).
Como chegar e acesso:
Saímos do centro de Cunha de carro, e levamos cerca de 30 minutos de carro até o início da trilha. Parte do caminho é por estrada de terra em condições médias, mas nosso carro baixo deu conta do recado sem grandes problemas.
O carro fica estacionado junto à guarita dos guardas ambientais. Atenção às regras: não é permitido entrar com animais de estimação ou drones. Para quem gosta de vida ao ar livre, saiba que é permitido acampar lá no topo.

A trilha e o topo:
A trilha é totalmente pavimentada, mas não se engane: são 2.400 metros de subida íngreme. Levamos quase 50 minutos para subir e precisei parar várias vezes para recuperar o fôlego.
Ouvi dizer que é possível agendar a subida de carro para pessoas com dificuldade de locomoção, mas não encontramos informações oficiais sobre como realizar esse contato. Vale checar com antecedência se for o seu caso.
Quando chegamos ao topo, a 1.840 metros de altitude, o vento é constante e gelado, então esteja sempre com um agasalho. Muita gente faz essa trilha para ver o nascer do sol lá em cima – recomendo MUITO levar um casaco.
O cenário é surreal: você testemunha a imensidão da Ilha Grande, a baía de Angra dos Reis, Paraty e um mar de montanhas. É surreal de lindo!

Dicas práticas para a subida:
- Tempo e Preparo: A caminhada leva cerca de 1 hora. O caminho é quase todo pavimentado, mas prepare as pernas, pois a inclinação é constante.
- Proteção: Como o caminho é aberto e sem sombra, não esqueça o protetor solar e leve bastante água.
- O segredo do topo: No cume você encontrará um portão fechado, que delimita a área de uma antena. A partir desse portão, há duas possibilidades de caminho – um para a direita e outro para a esquerda. Recomendo fazer os dois, mas a vista mais bonita está à direita.
Aqui está a revisão otimizada para o seu post. Foquei em manter a sua experiência real, destacando as facilidades que o viajante sempre quer saber (estacionamento, banheiro e se é pago).
Cachoeira do Pimenta
A Cachoeira do Pimenta é uma das paradas mais legais e fáceis de visitar se você quer atrações de natureza em Cunha. Não é preciso fazer trilha!
Estrutura e Acesso:
Uma das grandes vantagens é que o estacionamento fica logo ao lado da cachoeira.
A entrada é gratuita e a estrutura é muito boa para famílias: há um gramado com sombra delicioso para relaxar e, aos finais de semana, a lanchonete e os banheiros ficam abertos e funcionando.
O que esperar do banho:
O poço principal é grande e raso, o que o torna ideal para quem quer apenas se refrescar com segurança. Para os mais exploradores, existe uma trilha que leva para ver as quedas rio acima.
No dia da minha visita, essa trilha para as quedas da parte alta estava interditada, então vale sempre checar a situação na chegada se o seu objetivo for subir o rio.

Mas, mesmo ficando apenas na base, o visual da queda d’água principal já faz o passeio valer a pena!
Cachoeira do Desterro
A Cachoeira do Desterro fica bem próxima à do Pimenta (cerca de 10 minutos de carro), mas a experiência é bem diferente.
Enquanto a vizinha é mais estruturada, a do Desterro tem uma pegada mais rústica e, na minha opinião, um pouco mais complicada.
Acesso e Trilha:
A partir do ponto de estacionamento, a trilha leva cerca de 10 minutos, mas não estava com boa manutenção e nem é sinalizada. Vimos algumas pessoas se perdendo.
Como dica, vá ladeando o rio, e depois de subir a colina, se mantenha à esquerda para descer até a cachoeira.
A caminhada te leva primeiro até a parte alta da cachoeira, onde se tem uma vista bonita da queda, mas quase não há poço para banho.

O poço e o “perrengue”:
Para chegar ao poço para banho, é preciso descer um pouco mais, só que o acesso não é nada fácil.
Como não havia sinalização clara, acabamos nem indo até lá. Vale saber que, pelo que pude perceber de cima, o espaço no poço é limitado: há apenas algumas pedras para apoiar as coisas.
A cachoeira é bonita, mas achei o acesso um pouco “perrengue”. Se você não quer complicação, uma alternativa é curtir o rio que corre logo ali perto do estacionamento.
Vi muita gente ficando por ali mesmo, tomando banho de rio e fazendo churrasco em uma área bem mais acessível e relaxada.
Outras cachoeiras em Cunha
Se você tiver mais dias na cidade ou quiser fugir do roteiro óbvio, vale conferir estas opções:
- Cachoeira do Mato Limpo: É a de acesso mais fácil de todas! Ela fica literalmente na beira da estrada Cunha-Paraty (km 48). É uma queda pequena, mas muito charmosa, ideal para uma parada rápida de 15 minutos para fotos sem precisar caminhar nada.
- Cachoeira do Jericó: Uma das mais bonitas e preservadas. O acesso é mais chatinho, por estrada de terra, e exige uma trilha curta. Ela é menos movimentada que a do Pimenta e tem poços deliciosos para banho.
- Cachoeira do Paraíso: Localizada no sentido oposto (estrada para Campos Novos), é uma cachoeira mais rústica e pouco frequentada por turistas. É ideal para quem busca isolamento total.
- Cachoeira do Taboão: Fica em uma propriedade particular e costuma cobrar uma pequena taxa de entrada. É bem cuidada e tem um poço muito bom para nadar.

O Lavandário
O Lavandário é o cartão-postal absoluto de Cunha. Inspirado nos campos da Provence, na França, ele oferece aquela vista infinita de colinas onduladas cobertas de lavandas.
O ingresso custa R$20, ou R$40 se você optar pela visita guiada. Você pode comprar o ingresso na bilheteria que fica às margens da rodovia Paraty-Cunha, e depois subir com o carro até a sede, no alto da colina.


A vista é linda pra todo lado, e esse é o lugar ideal para quem busca “A Foto”.
A infraestrutura é muito bacana, com caminhos delimitados para caminhar entre os campos de lavanda, e uma lojinha que vende desde óleos essenciais até itens de decoração.


Também dá pra aproveitar o maravilhoso sorvete de lavanda (além de outros sabores, alguns tradicionais e outros exóticos, como o de verbena).
Dizem que o pôr do sol no Lavandário de Cunha é um evento à parte. Eu queria ter visto, mas o dia nublado não colaborou. Mas se você quer ir, tente chegar por volta das 16h30 para ter tempo de passear e depois ver o espetáculo, com as cores do céu mudando sobre o campo de lavandas. Só fique atento: em feriados e finais de semana ensolarados, o lugar costuma ficar bem cheio.
Você pode saber mais sobre o Lavandário de Cunha no blog Vambora!
O Contemplário
Se o Lavandário é o atrativo mais famoso e concorrido, o Contemplário é o lugar pra ir se você quer passear no silêncio.
Localizado fora da rodovia Paraty-Cunha, em uma estrada secundária, ele tem visita gratuita e uma proposta muito mais voltada para a paz e o contato rústico com a natureza.

Não há muitas plantas, comparando ao Lavandário, mas há um bonito tablado de madeira que rende belas fotos, e alguns mirantes no alto da colina, para contemplar a beleza da região.
Ateliês de cerâmica em Cunha
Cunha é internacionalmente famosa por seus ateliês de cerâmica de alta temperatura.
Visitar esses espaços é uma experiência cultural onde, muitas vezes, você consegue conversar com os artistas e entender o processo de criação.
Suenaga e Jardineiro
Este é um dos ateliês mais famosos e visualmente impressionantes da cidade. A estrutura é linda e o espaço é muito bem organizado.
Como visitamos num sábado, o ateliê estava cheio, mas tivemos a sorte de ver um rapaz executando a técnica no torno ao vivo! É hipnotizante observar o barro ganhando forma com tanta precisão.

Bem no meio do salão, está o tradicional forno Noborigama, uma técnica japonesa que leva as cerâmicas até altíssimas temperaturas, sendo capaz de criar peças únicas!
Algumas vezes no ano, eles realizam eventos para abrir o forno, e você pode participar e ver toda essa tradição secular ao vivo!


As peças desse ateliê são sofisticadas, uma mais linda que a outra. Dá vontade de comprar tudo e voltar cheia de cerâmicas para casa!
Gaia Arte e Cerâmica
Se você busca uma conexão mais próxima com o artista, o Gaia é imperdível. Tivemos a oportunidade de conversar diretamente com o artesão, que nos explicou detalhes fascinantes sobre o trabalho com o barro e as queimas.
O atendimento foi atencioso e fiquei impressionada com os detalhes artísticos na decoração das peças. Trouxe uma petisqueira como essa para casa, achei lindíssima!

Cassinha Cerâmica
O ateliê Cassinha é uma parada excelente para quem busca itens para mesa posta – pratos, bowns, copos e outros itens em diferentes estilos de acabamento e esmaltação.

Casa do Artesão de Cunha
Vale também visitar a Casa do Artesão, no centro. Ela funciona como uma vitrine que reúne o trabalho de diferentes artistas da cidade em um só lugar.
Há diferentes tipos de trabalhos e materiais, mostrando que o artesanato em Cunha vai muito além da cerâmica!
É excelente para ter um panorama geral da produção local e escolher qual estilo te agrada mais antes de visitar os ateliês individuais.
Centro de Cunha
Nem só de natureza vive Cunha! Vale separar um tempinho para conhecer o centro da cidade, especialmente nos arredores da Praça da Matriz.


Vale colocar no roteiro:
- Igreja Nossa Senhora da Conceição: ela é bem bonita por dentro, cheia de decorações!
- Feirinha Arte nas Montanhas: Se você estiver no centro em um sábado, aproveite para conferir a feirinha de artesanato que é montada bem ao lado da igreja Matriz. É pequena mas tem um pouco de tudo: artesanato, cerâmicas e até mudas de lavanda.
- Mercado Municipal: Parada obrigatória para quem quer sentir o gostinho local. Vende além de frutas e verduras, vários produtos autênticos da região, como vinhos, cafés, produtos em couro, produtos de higiene pessoal com lavanda, tudo em um ambiente super histórico e tradicional.
- Outras lojas do centrinho: Prepare o cartão (ou o PIX)! As lojinhas do centro de Cunha são uma tentação. Eu amei a Armazém 72, que tem uma seleção de itens produzidos na região, como queijos, cervejas e vinhos.
- Mirante: também é bem bonito, com uma vista bem ampla da cidade.


Lugares para uma próxima visita
Meu roteiro de 3 dias em Cunha foi super dinâmico, e ainda assim alguns lugares que eu tinha anotado ficaram de fora da minha programação, seja porque a chuva ou as filas atrapalharam ou por falta de tempo mesmo.
Pode acreditar: Cunha tem tanta coisa boa que é impossível ver tudo em um final de semana!
Aqui estão alguns lugares que já deixei anotados na minha lista de desejos para a próxima vez:
- Parque Estadual da Serra do Mar (Núcleo Cunha): Focado em trilhas de mata atlântica preservada, como a Trilha das Cachoeiras e a Trilha do Rio Paraibuna. Fica um pouco mais afastado das demais atrações de Cunha, por isso não inclui nessa visita.
- Parque Solar Cunha: Um espaço para quem gosta de observar o céu e as estrelas! Funciona somente aos finais de semana e feriados, tem telescópio e atividades noturnas em alguns dias do mês. Entrada custa R$20.
- Canto das Cachoeiras: Um espaço particular que oferece uma experiência de “day use” com trilhas super bem cuidadas, cachoeiras e um restaurante que parece ser maravilhoso. Tentei visitar mas estava super concorrido, com uma fila enorme. Ficou para outra vez. Entrada custa R$20.
Onde comer e beber em Cunha
A gastronomia de Cunha é uma atração à parte. A cidade mistura a culinária caipira com toques sofisticados, usando ingredientes locais como pinhão, trutas e azeites.
Abaixo, listo os lugares que conheci, mas se você quiser ver fotos dos pratos e detalhes de preços, confira meu post completo sobre Onde comer em Cunha: os melhores restaurantes e cervejarias.
Cervejarias artesanais em Cunha
Cunha se tornou um polo de cervejas incríveis. Visitei quatro, com propostas bem diferentes:
- Cervejaria Caminho do Ouro: Ótima comida e uma vista linda para as montanhas. Foi nosso “plano B” que virou favorito! Amei que eles tem cerveja sem álcool, pois fica bem ao lado da estrada Paraty-Cunha. Ao lado dela, também funciona uma fábrica de chocolates e uma charcutaria instalada dentro de um trem antigo.


- Cervejaria Blackfin: Vibe super descolada no centro, com mesas no jardim e um omakase (bar de comidas japonesas) surpreendente. Foi onde provei as cervejas que eu mais gostei!

- Wolkenburg Brewery: cervejaria que segue à risca a tradição alemã da Lei da Pureza. Dá pra comprar as cervejas em garrafa, bem como salsichões e pretzels quentinhos.
O visual para as montanhas é incrível e a cerveja é de altíssima qualidade.

Fica no caminho para a Pedra da Macela, então uma ótima dica é parar aqui na volta da trilha. Além disso pode bater um papo com os donos que estão sempre lá são muito bacanas.


- Cervejaria Reale: funciona no Galpão do Alemão, e também tem cervejas muito boas para acompanhar os pratos
Vinícola Monte Boa Vista
Para quem gosta de vinhos, vale essa parada na estrada Paraty-Cunha. Eles produzem vinhos de inverno e de verão, e a degustação é gratuita. Meus preferidos foram os frisantes, perfeitos para um dia de calor.
O Olival
Gastronomia sofisticada em meio a uma plantação de oliveiras. É uma experiência sensorial completa, já que os pratos foram pensados para harmonizar e até usar como ingrediente a estrela da casa, os azeites.

Fazenda Aracatu
Parada obrigatória em Cunha! Fica também na estrada Paraty-Cunha, e a decoração lembra em tudo uma casa de fazenda cheia de itens antigos e charmosos.
Muitas coisas à venda são feitas ali mesmo, e dá pra degustar queijos e também comprá-los para levar pra casa.

Também há doces e o delicioso sorvete de pinhão, feito com leite de gado jersey.
Moara Café
Se você é fã de café, o Moara Café é outra parada bem bacana para fazer na estrada Paraty-Cunha. A decoração é cheia de antiguidades e itens curiosos, como a porta de um avião da Varig, posicionada nos jardins.

O lugar é super charmoso e foca em cafés especiais. Dá pra comprar delícias locais para levar ou provar ali mesmo, numa das mesas internas ou ao ar livre.
Provamos um coado delicioso, junto com uma generosa fatia de torta de banana, esquentada na chapa com manteiga. Delícia!
Porco e Pizza
No centro da cidade, é a escolha certa para quem quer jantar uma massa deliciosa em um ambiente descontraído. O nome entrega: eles dominam tanto pratos com porco quanto pizzas artesanais.
O que levar na mala para Cunha: Checklist essencial
Cunha possui um clima tropical de altitude, caracterizado por invernos secos e verões brandos.
Devido à sua localização na crista da Serra do Mar e proximidade com a Mantiqueira, a cidade apresenta invernos secos (abril a agosto), quando as temperaturas caem drasticamente à noite, e verões úmidos (outubro a março), quando o calor chega junto com as chuvas de verão.
Montei aqui um checklist essencial do que vale levar na mala, seja uma viagem de inverno ou verão:
Se for fazer trilhas, leve:
- Calçados adequados: Tênis com boa aderência ou botas de trilha
- Mochila pequena de ataque: Para carregar água, lanche e o casaco durante os percursos.
Se você for no Inverno (estação seca):
- Agasalhos reforçados: O frio na serra não brinca!
- Acessórios de proteção: Gorro, meias quentinhas, luvas e cachecol.
- Autocuidado: Protetor solar e hidratante labial (o ar seco e o sol de altitude castigam a pele).
Se você for no Verão (estação chuvosa):
- Repelente: Indispensável para as cachoeiras e trilhas.
- Itens de banho: Roupas de banho e toalha de secagem rápida.
- Corta-vento ou agasalho leve: Mesmo no verão, o vento no topo da Pedra da Macela é gelado, especialmente no nascer do sol.
- Protetor solar e hidratante labial.
Continue planejando sua viagem a Cunha
Cunha é um daqueles destinos que a gente sai já planejando a volta. Seja pela paz dos ateliês, pelo perfume das lavandas ou pela energia das montanhas, a cidade sempre deixa um gostinho de “quero mais”.
Para te ajudar a fechar o seu planejamento com perfeição, preparei outros guias detalhados aqui no blog. Não deixe de conferir:
- Para os amantes da gastronomia: Se você quer saber onde encontrar o melhor pinhão, as cervejas mais premiadas e detalhes de preços, veja o post: Onde comer em Cunha: os melhores restaurantes e cervejarias.
- Para quem busca o descanso perfeito: Escolher a localização certa faz toda a diferença na Serra. Confira minhas recomendações em: Onde se hospedar em Cunha: pousadas charmosas e bem localizadas.
- Para os aventureiros: Se a sua pegada é dormir sob as estrelas, eu listei as melhores opções no post: Onde acampar em São Paulo: os melhores campings do estado.
- Para os casais: Que tal uma escapada com seu amor para os destinos mais charmosos do estado? Destinos românticos para conhecer no estado de São Paulo
Vai esticar a viagem até o litoral?
Como Cunha e Paraty são vizinhas pela estrada real, muita gente aproveita para descer a serra. Se esse é o seu plano, veja também:
- O que fazer em Paraty: roteiro pelo Centro Histórico e praias
- Onde ficar em Paraty: as melhores pousadas no centro e arredores
Espero que esse roteiro tenha te ajudado a tirar a viagem do papel! Se tiver alguma dúvida ou uma dica nova de Cunha, me conta aqui nos comentários. Vou adorar saber!
E não deixem de visitar Cunha além do Lavandário! A cidade tem muito mais a oferecer!
FAQ – principais perguntas sobre o que fazer em Cunha
Para aproveitar o clima de serra, os meses de outono e inverno (maio a agosto) são ideais. É a época em que menos chove, o que é fundamental para conseguir a vista limpa na Pedra da Macela e para as aberturas de fornada de cerâmica. Se quiser ver o Lavandário bem roxinho, saiba que eles cultivam variedades que florescem o ano todo, mas o visual fica ainda mais bonito sob o sol de inverno.
Sim, o carro é essencial. As atrações como o Lavandário, a Pedra da Macela e as cachoeiras ficam distantes entre si e ao longo de rodovias ou estradas de terra. Não há transporte público eficiente entre os pontos turísticos.
Sim! A estrada Cunha-Paraty (Estrada Real) é pavimentada e belíssima, mas muito sinuosa. O trajeto leva cerca de 1h30. Muita gente faz o roteiro “Serra e Mar”, passando alguns dias em cada cidade.
Mesmo no verão, as noites em Cunha costumam ser frescas. Leve sempre um agasalho. Para a Pedra da Macela, é indispensável um corta-vento e calçados com boa aderência (tênis de trilha ou bota). Não esqueça o protetor solar, pois o sol nas montanhas queima sem a gente sentir por causa do vento frio.
Um final de semana (2 dias) dá para ver o básico, mas o ideal são 3 dias para conhecer as cachoeiras, os ateliês e o pico com calma, sem correria.
No centro da cidade, sim. Porém, em pontos como a trilha da Pedra da Macela, o Contemplário e as cachoeiras, o sinal de internet costuma ser instável ou inexistente. Dica: Baixe o mapa da região para uso offline no Google Maps antes de sair do hotel.
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Boa noite Daniele.
Quando retornar a Cunha venha nos visitar e fazer um passeio a cavalo com vistas lindas.
Dica anotada 😀
Gostaria de conhecer tem ônibus pra lá? COMO CHEGAR.Rejina
Oi Regina, saindo de qual destino?
Vá visitar minha produção de cogumelos: Suzana Shiitake. Fica perto das cachoeiras do Desterro e do Pimenta. Entrada gratuita com degustação de cogumelos, também gratuito.
Te aguardo.
Aberto todos os dias de 8 as 17h.
Oi Suzana! Numa próxima vez em Cunha, iremos com certeza!
Ameeeeei a dica estamos indo dia 15 até 18/ 9/21, seguirei tds as dicas. Bjs
Oi Celia, que bom que gostou! Boa viagem 😀
Adorei a reportagem sobre Cunha.
Gostaria de saber como está a estrada de Cunha a Parati,pois ouvi dizer q é muito perigosa e em alguns trechos não tem nem acostamento.
Muito obrigada e aguardo sua resposta.
Oi Claudia! A estrada é asfaltada, mas é realmente bem sinuosa. Com chuva, é preciso atenção redobrada.
Oi meu nome e Valdemir Piva e parabéns pelo blog eu já havia visitado cunha, realmente uma pacata cidade e linda. Eu fui até cunha saindo de Guaratinguetá pois e maravilhosa está estrada, o meu destino era Parati mas não sabia que tinha todos esses mananciais um dia voltarei fazendo estes três dias. Valeu.
Oi Valdemir, Obrigado pelo comentário, ficamos muito felizes em ajudar outros viajantes com as nossas histórias!
Cunha é realmente uma graça e merece ser visitada com calma!
Grande Abraço e boas viagens!
estarei em SP ( cidade ) . em final de junho quero conhecer cunha .Não tenho carro .Tem onbus de Sp pra Cunha;
Oi Sônia, não tem ônibus direto de São Paulo para Cunha.
É necessário pegar um ônibus até a cidade de Guaratinguetá, saindo do Terminal Tietê pela Viação Pássaro Marron ou Viação Cometa.
E de lá (Guaratinguetá) pegar outro ônibus até Cunha pela Viação São José.
Obrigado pelo comentário e boa viagem!
Acabei de conhecer o blog de vocês e já amei. Estou planejando fazer uma viagem sozinha e não dirigo. Sou de SP e por isso queria lugares próximos. Acha que seria possível uma viagem legal para Cunha sem carro?
Oi Julia, A cidade de Cunha é pequena, mas todas as atrações naturais estão fora (e longe) do centro. A não ser que você contrate uma agencia com transfer, fica difícil a locomoção por lá.
Obrigado pelo comentário e boa viagem
Você deveria ter visitado o parque estadual Serra do mar núcleo cunha, Onde há cachoeiras e trilhas. Fazem parte do roteiro turístico de cunha. Até a próxima bjo
Oi Luh! Anotamos a dica e vamos incluir no roteiro da próxima visita! Obrigada por contribuir! 🙂
Amei a matéria sobre Cunha e gostaria de conhecer.
Oi Celi, a cidade de Cunha é realmente encantadora, espero que você consiga conhecer em breve!