O que fazer em Salvador em 2 dias: roteiro completo e melhores atrações
O que fazer em Salvador em 2 dias? Dá para curtir o melhor da cidade com um roteiro bem planejado: cultura e história no Pelourinho, fé no Bonfim, praias urbanas na Barra e boa gastronomia baiana, tudo isso mesmo com pouco tempo de viagem.

Já visitamos Salvador algumas vezes, testamos passeios que amamos e outros que achamos que não valem tanto a pena.
Depois de tantas idas à cidade, reunimos aqui nossas melhores dicas para você montar o seu roteiro de final de semana em Salvador sem perder tempo com o que não vale a pena.
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⭐️ Sem tempo de ler tudo? Aqui tem um resumo: 2 dias em Salvador
Dia 1 x Dia 2: os dois roteiros possíveis
| Roteiro foco em cultura e história | Roteiro foco em natureza e praias | |
|---|---|---|
| Dia 1 | Cidade Baixa (Mercado Modelo) Elevador Lacerda Pelourinho almoço em Santo Antônio Além do Carmo pôr do sol no Solar do Unhão | Passeio de dia inteiro: Ilha dos Frades/Itaparica OU Praia do Forte |
| Dia 2 | Igreja do Bonfim Praia da Barra, Buraco da Sereia, Farol da Barra Casa do Rio Vermelho noite no Largo de Santana | Forte de Montserrat e Ponta do Humaitá Praia de Itapuã Stella Maris Praia da Barra ao entardecer |
Dicas rápidas:
- se você tem só um fim de semana, dá para combinar os dois roteiros, escolhendo uma atração de cada bloco por período do dia, sem forçar a barra com deslocamentos longos demais.
Onde ficar em Salvador em 2 dias
Se você vai passar só 2 dias na cidade, escolher bem onde se hospedar é essencial para ganhar tempo e curtir mais Salvador. A dica de ouro é se hospedar em regiões centrais e turísticas, com fácil acesso aos principais pontos do roteiro.
| Bairro | Perfil | Pousada/hotel sugerido |
|---|---|---|
| Pelourinho e Santo Antônio Além do Carmo | Cultura, história, ruas coloniais | Pousada Baluarte Fera Palace Hotel Aram Yamí Boutique Hotel |
| Rio Vermelho | Bairro boêmio, gastronomia, vida noturna | Pousada e Hostel Chez Marianne |
| Barra | Praia, orla, segurança, boa localização | Pousada Acácia da Barra Monte Pascoal Praia Hotel Salvador Hostel Sol da Barra |
Pelourinho e Centro Histórico são ideais para quem quer mergulhar na cultura e história da cidade. Você vai estar hospedado perto do Elevador Lacerda, do Mercado Modelo e das igrejas coloniais.

Há várias pousadas charmosas na região de Santo Antônio Além do Carmo, incluindo a Pousada Baluarte, pequena e aconchegante, com café da manhã caseiro, e o Aram Yamí Boutique Hotel, um casarão do século XIX restaurado, com poucas suítes e piscina de frente para a Baía de Todos os Santos.
Outra região muito interessante para se hospedar em Salvador é o Rio Vermelho, bairro boêmio, com bares, restaurantes e fácil acesso tanto ao centro quanto à orla da Barra.
Vai ser uma boa base para quem quer curtir a cidade à noite e ainda estar bem localizado para os passeios de dia.
Por fim, quero indicar a Barra como a melhor escolha para quem quer ficar perto dos pontos turísticos e acordar de frente para o mar. É segura, tem boas opções de hospedagem, e a orla é ótima para caminhadas, com bons bares e restaurantes.
Dica prática: como o tempo é curto, evite bairros mais afastados, como Itapuã ou Stella Maris, que são lindos mas exigem deslocamentos mais longos.
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Roteiro de 2 dias em Salvador: dia 1, foco em cultura e história
Cidade Baixa: Mercado Modelo e arredores
O primeiro dia do roteiro em Salvador começa pela Cidade Baixa, nas margens da Baía de Todos os Santos. Ao longo da história, esta área abrigou atividades comerciais e portuárias, e até hoje mantém o charme dos casarões antigos.
Lá você conhece o famoso Mercado Modelo, antigo prédio da Alfândega de Salvador. Hoje é o lugar perfeito para comprar lembrancinhas, e até almoçar com vista em um dos restaurantes do segundo piso.
Nós paramos para petiscar acarajés e cervejas na varanda do restaurante Camafeu de Oxóssi, e foi ótimo!
Bem ao lado do Mercado Modelo, na Praça Maria Felipa (antiga Praça Cayru, rebatizada em homenagem à líder negra que lutou pela independência do Brasil), estão a Cidade da Música da Bahia e a Casa das Histórias de Salvador, dois museus menores que valem uma espiada se sobrar tempo.
Caminhando um pouco, dá para visitar a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, do século XVI, uma das mais emblemáticas da Cidade Baixa.
Elevador Lacerda: o cartão-postal de Salvador
Depois de conhecer a Cidade Baixa, é hora de subir pelo Elevador Lacerda, inaugurado em 1873 e um dos cartões-postais mais famosos de Salvador.
O elevador liga a Praça Maria Felipa, na Cidade Baixa, à Praça Tomé de Sousa, na Cidade Alta, num trajeto rápido de cerca de 30 segundos.
O equipamento passou por uma ampla reforma entre 2023 e 2025, com cabines novas, iluminação e ar-condicionado. A tarifa vem passando por reajustes desde a reabertura; confira o valor atualizado antes da viagem.

Logo na saída do elevador, na Cidade Alta, vale experimentar um dos sorvetes mais tradicionais de Salvador, na sorveteria A Cubana (fundada no fim da década de 1930), que foi realocada para o hall de acesso do elevador durante a reforma.
Pelourinho e Praça Tomé de Sousa
Ao sair do Elevador Lacerda, você chega à Praça Tomé de Sousa, uma das mais antigas do Brasil, fundada em 1549.

Nela está o Palácio Rio Branco, um dos edifícios mais bonitos de Salvador, hoje fechado para uma grande restauração que vai transformá-lo num hotel de luxo (o projeto “Hotel Allard”, com obras iniciadas em 2026).
Seguindo pela Rua Chile, você chega à Praça Castro Alves; pela Rua da Misericórdia, à Praça da Sé, onde está o monumento da Cruz Caída.

A partir daí, é bater perna pelo Pelourinho, separando a manhã inteira e um bom par de sapatos confortáveis. Entre as principais atrações:
- Terreiro de Jesus, com a Catedral Basílica de Salvador
- Casa do Carnaval
- Largo do Pelourinho, com a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e a Fundação Casa de Jorge Amado
- Centro Cultural Solar Ferrão
Atenção: a Igreja e Convento de São Francisco, um dos maiores atrativos do Pelourinho, e uma das igrejas mais importantes de Salvador, segue fechada desde fevereiro de 2025, após o desabamento de parte do teto da nave central.
A reabertura está prevista somente para 2029. Vale caminhar pela fachada, mas não é possível visitar o interior por enquanto.
Pelourinho tem música, arte e capoeira por toda parte. Se for sua primeira vez em Salvador, vale fazer um free tour pelos principais pontos históricos do centro; no final, você retribui o guia com uma gorjeta voluntária.
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Santo Antônio Além do Carmo: almoço com vista
Depois de explorar o Pelourinho, siga mais uma ladeira acima até o bairro de Santo Antônio Além do Carmo, além das muralhas do antigo Convento do Carmo. É um bairro histórico que preserva seu charme com casario colonial colorido.
Para almoçar com vista para a Baía de Todos os Santos, duas boas pedidas:
- Bar Cruz do Pascoal: botequim clássico, decorado com objetos originais de um antigo empório, com comida regional num ambiente descontraído.
- Cafelier: cafeteria charmosa, com mesas nos fundos de frente para a baía.
Nossa dica: faça os dois! Almoce no Bar Cruz do Pascoal e depois tome um café com sobremesa no Cafelier, aproveitando a vista.
Pôr do sol no Solar do Unhão (MAM)
Para fechar o primeiro dia, siga até o Solar do Unhão, conjunto arquitetônico do século XVII que hoje abriga o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), com entrada gratuita para o acervo.
Nos jardins do complexo está o Parque das Esculturas, com obras de arte a céu aberto de frente para o mar, um dos lugares mais bonitos para ver o pôr do sol em Salvador.

Dependendo das datas da sua viagem, você também pode conferir o Jam no MAM, tradicional evento de jazz que acontece quinzenalmente no pátio do museu.
As duas edições mensais acontecem sempre aos sábados, com ingressos entre R$5 e R$40 vendidos pela plataforma Sympla.

💡 Dica da Lila: o Solar do Unhão fica afastado do centro histórico e o estacionamento na região é bem limitado. A recomendação é ir de carro de aplicativo.
Roteiro de 2 dias em Salvador: dia 2, foco em cultura e história
Basílica Santuário do Senhor do Bonfim
O segundo dia começa na Igreja do Bonfim, um dos templos mais visitados de Salvador, construído em 1754.
Os fiéis sobem a Colina Sagrada para pedir bênção e proteção ao Senhor do Bonfim, e as fitinhas coloridas amarradas nas grades da igreja são um símbolo da cidade.

Se estiver acontecendo alguma celebração no momento da sua visita, seja respeitoso e evite andar fotografando durante a cerimônia.
A igreja fica um pouco afastada do centro histórico; para chegar, você vai precisar de carro, transporte por aplicativo ou transporte público.
Quem vai de carro pode aproveitar para incluir no caminho o Memorial/Santuário Irmã Dulce, ligado às Obras Sociais da freira, hoje uma das santas mais populares do Brasil.
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Praia da Barra, Buraco da Sereia e Farol da Barra
Na sequência, siga para a Praia da Barra, uma das mais famosas da cidade e parte do circuito de Carnaval. Se estiver na maré baixa, vale a pena conhecer o Buraco da Sereia, uma pequena piscina natural formada nas pedras perto do Forte da Barra.
O Farol da Barra, o primeiro farol construído no Brasil, fica dentro do Forte de Santo Antônio da Barra. A visita dá acesso ao forte, ao farol e ao Museu Náutico da Bahia, que reúne peças recuperadas de naufrágios na Baía de Todos os Santos.
O ingresso custa R$20 (inteira) e R$10 (meia entrada para estudantes, professores e maiores de 60 anos); confira o valor atualizado antes de ir.
No lado oposto da praia está o Morro do Cristo, um pequeno mirante com uma estátua do Cristo, ótimo para apreciar o pôr do sol sem precisar subir muito.
Casa do Rio Vermelho e Largo de Santana
Encerre o roteiro no bairro do Rio Vermelho, visitando a Casa do Rio Vermelho, onde o casal de escritores Jorge Amado e Zélia Gattai viveu por mais de 40 anos, hoje transformada em casa-museu.
O ingresso custa R$20 (inteira) e R$10 (meia); algumas fontes mencionam entrada gratuita às quartas-feiras, mas vale confirmar no site oficial antes de ir.
Dali, siga para o Largo de Santana, onde está a estátua de Jorge e Zélia de frente para o mar, e para a Casa de Yemanjá, bem em frente ao largo.
Aproveite para ver o pôr do sol e curtir a vida noturna de um dos bairros mais boêmios de Salvador, com vários restaurantes e música ao vivo no entorno. Não deixe de provar o acarajé em uma das barracas do largo, como a da Dinha.
Roteiro alternativo: 2 dias em Salvador com foco em praia e natureza
Se seu perfil é mais praiano, dá para adaptar o roteiro trocando o Pelourinho por um passeio de dia inteiro e concentrando o segundo dia nas praias e mirantes menos óbvios da cidade.
Dia 1: passeio de dia inteiro pela baía ou pela costa
Escolha entre um passeio de barco até a Ilha dos Frades e Itaparica, ou um bate e volta até a Praia do Forte (veja mais detalhes na seção de atrações bônus, mais adiante no post).
Dia 2: Forte de Montserrat, Ponta do Humaitá e praias de Itapuã e Stella Maris
Comece pelo Forte de Montserrat, na península de Itapagipe, construção militar do século XVII com vista panorâmica para a Baía de Todos os Santos, que muitos visitantes consideram até mais bonita que a vista do Forte da Barra.
O museu do forte é pequeno e dispensável, mas a paisagem compensa a visita, que é gratuita.
A poucos metros dali fica a Ponta do Humaitá, um recanto charmoso com vista para o mar, uma capela do século 18 e um pequeno farol, muito procurado para o pôr do sol.
Na sequência, siga para a Praia de Itapuã, imortalizada na música de Vinícius de Moraes, com águas claras e piscinas naturais formadas por recifes, e depois para a vizinha Stella Maris, mais sossegada e menos movimentada.

Voltando para a cidade, termine o roteiro com uma parada na Praia da Barra, aproveitando para conhecer o Buraco da Sereia (visível apenas na maré baixa) e o pôr do sol no Morro do Cristo.
O que fazer em Salvador: mais atrações
Mercado Modelo e Galeria Mercado
Instalado no antigo prédio da Alfândega de Salvador, o Mercado Modelo é parada obrigatória na Cidade Baixa, ideal para comprar lembrancinhas e provar petiscos baianos com vista para a baía.
No subsolo do mercado, que ficou 15 anos fechado, funciona hoje a Galeria Mercado, um espaço cultural com obras de artistas soteropolitanos como Rubem Valentim, Mario Cravo Jr. e Vinícius S.A.
O ingresso é combinado com a Casa das Histórias de Salvador e custa R$20 (inteira) e R$10 (meia), com entrada gratuita às quartas-feiras; confira o valor e o horário de funcionamento atualizados antes de ir, já que mudam com frequência.
Ali por perto, também vale conhecer a Cidade da Música da Bahia, outro museu instalado no entorno da praça.
Sorveterias tradicionais: Ribeira, A Cubana e Museu do Sorvete
Salvador tem um verdadeiro clássico gastronômico nas sorveterias centenárias.
A Sorveteria da Ribeira, fundada em 1931, é a mais famosa: seu sorvete de tapioca apareceu novamente em 2026 na lista dos 100 melhores sorvetes do mundo do TasteAtlas, na 37ª posição.
A A Cubana, um pouco mais antiga (fim da década de 1930), funciona no hall de acesso do Elevador Lacerda (depois de ser realocada durante a reforma do elevador) e é a maior rival histórica da Ribeira. Vale provar as duas para tirar sua própria conclusão.
Já a poucos metros da Sorveteria da Ribeira, no charmoso casarão do Solar Amado Bahia, funciona a Sorvetes Real e o Museu do Sorvete, um espaço pequeno, mas que vale a visita pela beleza do casarão restaurado.
Passeio de barco: Ilha dos Frades e Itaparica
Um passeio de barco pela Baía de Todos os Santos é uma ótima forma de fugir da agitação da cidade por um dia.
A primeira parada costuma ser a Ilha dos Frades, para banho de mar em águas tranquilas; depois o passeio segue para Itaparica, onde dá para almoçar em restaurantes locais e curtir mais um pouco de praia.
O barco geralmente sai do Terminal Marítimo, perto do Mercado Modelo, com retorno por volta das 16h, o que ainda deixa tempo para aproveitar a vida noturna no Pelourinho ou no Rio Vermelho.
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Bate e volta até a Praia do Forte e Castelo Garcia D’Ávila
Mesmo com pouco tempo em Salvador, um bate e volta até a Praia do Forte (cerca de 80 km da capital) vale a pena para quem tem um dia livre extra.
A vila de pescadores é bem estruturada, com muitas opções de restaurantes e pousadas, e na maré baixa as piscinas naturais são um atrativo à parte.
A região também é sede do Projeto Tamar e fica perto das ruínas do Castelo Garcia D’Ávila, o único castelo medieval do Brasil, que pode ser visitado no mesmo dia.

Para ir até lá, o ideal é alugar um carro, para ter flexibilidade de deslocamento, ou optar por um passeio guiado saindo de Salvador.
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O que comer em Salvador: gastronomia típica baiana
A gastronomia baiana é um capítulo à parte de qualquer viagem a Salvador, com forte influência afro-brasileira e pratos deliciosos para provar por toda a cidade.
Não pode faltar o acarajé, bolinho de feijão fradinho bem temperado e frito no azeite de dendê.
Tem barraca em praticamente toda esquina, mas algumas são particularmente famosas: a da Mary, na Praça da Sé, a Barraca da Dinha, e o Acarajé da Cira, com pontos em Itapuã e no Rio Vermelho (Largo da Mariquita).
Tem também o abará, feito com a mesma massa do acarajé, mas cozido em folha de bananeira em vez de frito; achamos mais leve e igualmente gostoso.
Outras iguarias imperdíveis são a moqueca baiana, o vatapá, o sururu e a lambreta, presentes na maioria dos bares e restaurantes da cidade. No nosso passeio até a Praia do Forte, experimentamos peixe vermelho frito, também muito consumido na região.
São tantas opções que certamente alguma vai conquistar seu paladar! Confira nosso post sobre onde comer em Salvador e faça suas escolhas!
Vale a pena visitar Salvador em um final de semana?
Salvador é uma das capitais mais cheias de vida e energia do Brasil. Praia, agito, belezas naturais, cultura, música e história não faltam por lá.
Claro que não dá para explorar toda a cidade em apenas um final de semana, já que as atrações ficam bem espalhadas e você vai precisar contabilizar o tempo de deslocamento no roteiro.
Mas com 2 dias bem planejados, dá para se divertir muito e sentir esse axé gostoso que só a Bahia tem.

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Hospedagem em Salvador
Se você vai passar só 2 dias na cidade, vale reservar com antecedência, principalmente na alta temporada, para garantir as melhores opções perto do roteiro.
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Passeios e tours
Para quem prefere ir com grupo guiado, vale considerar algumas opções:
| Passeio | Ideal para |
|---|---|
| Free tour pelo Pelourinho | Quem quer contexto histórico no primeiro contato com o centro |
| Tour de herança africana em Salvador | Quem quer se aprofundar em conhecimentos sobre a cultura afro-baiana |
| Excursão às ilhas (Ilha dos Frades e Itaparica) | Quem quer um dia de praia e mar tranquilo |
| Passeio de canoa havaiana pela Baía de Todos os Santos | Quem busca um passeio diferente e muito contato com a natureza |
| Mergulho de batismo no Porto da Barra | Oportunidade de fazer um mergulho pela primeira vez e conhecer a vida marinha |
Aluguel de carro em Salvador
Muitos desses endereços ficam em bairros diferentes (Rio Vermelho, Pituba, Pelourinho, Santo Antônio Além do Carmo), então ter um carro alugado facilita bastante ir atrás dessas comidas típicas sem depender de aplicativo o dia inteiro.
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Seguro viagem para a Bahia
Mesmo em viagens dentro do Brasil, um seguro viagem nacional ajuda a se proteger de imprevistos médicos sem gastar uma fortuna com atendimento particular.
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- Pousadas em Arraial d’Ajuda
- Praia do Espelho: guia completo para visitar
Outros blogs com dicas de Salvador e região
- O blog Viajante Comum tem um post só com dicas sobre o que fazer na Praia do Forte.
- Outra dica de lugar com natureza maravilhosa que fica pertinho de Salvador é Arembepe. O lugar tem uma vibe mais calma e é ideal para quem procura relaxar. O blog Chicas Lokas tem um post completo com dicas de Arembepe, vale conferir.
- Muita gente também faz de Salvador uma parada de Cruzeiro e explora a cidade em um dia. A Márcia do blog Mulher Casada Viaja viveu uma experiência assim, num cruzeiro saindo de Santos e com parada em Salvador.
Perguntas frequentes sobre o que fazer em Salvador em 2 dias
O que fazer em Salvador em 2 dias?
Dá para combinar Pelourinho e Elevador Lacerda no primeiro dia, com Igreja do Bonfim, Praia da Barra e Rio Vermelho no segundo. Quem prefere praia pode trocar o Pelourinho por um passeio de barco ou pela Praia do Forte no primeiro dia.
A Igreja e Convento de São Francisco está aberta para visitação?
Não. A igreja está fechada desde fevereiro de 2025, após o desabamento de parte do teto, com reabertura prevista somente para 2029. Ainda dá para ver a fachada por fora.
Quanto custa visitar as principais atrações de Salvador?
A maioria cobra ingressos baixos: o Museu Náutico da Bahia/Farol da Barra custa R$20 (inteira), a Casa do Rio Vermelho R$20, e a Galeria Mercado/Casa das Histórias R$20 (grátis às quartas). O acesso ao Pelourinho, ao Elevador Lacerda e às praias é gratuito.
Onde ficar em Salvador para 2 dias?
O Pelourinho e Santo Antônio Além do Carmo são ideais para quem foca em cultura; a Barra, para quem prioriza praia e boa localização; e o Rio Vermelho, para quem quer vida noturna e gastronomia.
É melhor alugar carro ou usar transporte por aplicativo em Salvador?
Para o roteiro de 2 dias, dá para fazer boa parte a pé (Pelourinho) e de aplicativo (Bonfim, Barra). Um carro alugado ganha sentido se você for incluir um bate e volta até a Praia do Forte ou o Forte de Montserrat.
Vale a pena fazer o passeio de barco às ilhas em Salvador?
Sim, principalmente a Ilha dos Frades, com águas tranquilas e boas praias. É uma boa forma de fugir da agitação da cidade por um dia, mas exige reservar com antecedência.
Qual a melhor época para visitar Salvador?
Salvador pode ser visitada o ano todo, mas vale evitar a temporada de chuvas mais intensas (por volta de abril a julho) se o foco do roteiro for praia.
Quando acontece o Jam no MAM?
O evento tem duas edições mensais, quinzenalmente aos sábados, com ingressos entre R$5 e R$40 pela plataforma Sympla. Confira a programação atualizada antes de contar com ele no roteiro.
Dá para conhecer Salvador sem carro?
Sim, a maior parte do roteiro cultural (Pelourinho, Elevador Lacerda, Mercado Modelo) é feita a pé ou de transporte por aplicativo. Só passeios mais distantes, como Praia do Forte ou Forte de Montserrat, ficam mais práticos de carro.
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