Documentos para entrar na Itália: o que precisa na imigração na Itália em 2026
Documentos para entrar na Itália é aquele tema que ninguém quer pensar, mas que pode decidir se você vai brindar com um spritz em Roma ou voltar para casa sem nem sair do aeroporto.
Falo isso com propriedade, já viajei ao país várias vezes e consegui ver na prática quais são os documentos necessários, sem excesso de informação e papéis, entregando de fato o que é necessário.
Então pensa neste post como o conselho de uma amiga experiente: com a pasta organizada, tudo impresso e atualizado para 2026, você chega na imigração com segurança, responde às perguntas com calma e transforma aquele medo da imigração em algo sem drama.
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Navegue pelo post:
- Checklist dos documentos para entrar na Itália em 2026
- Tratado de Schengen: o que você precisa saber
- Quais são, afinal, os documentos para entrar na Itália?
- CDAM (IB2): O ‘SUS’ da Itália para brasileiros
- Brasileiro precisa de visto para entrar na Itália? E o ETIAS?
- Quanto dinheiro preciso comprovar para entrar na Itália?
- Cartões globais (Wise, Nomad) e como comprovar dinheiro
- PID e dirigir na Itália
- Quais são as perguntas feitas na Imigração na Itália?
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Checklist dos documentos para entrar na Itália em 2026

Imigração não é loteria: é preparação! O oficial só quer ter certeza de duas coisas: que você consegue se manter durante a viagem e que vai voltar para o Brasil na data certa. Com os documentos certos para isso, essa conversa costuma durar menos de dois minutos.
Antes de mergulharmos em todos os detalhes, vamos fazer aquele check list rápido para você já ir imaginando a sua pastinha de documentos. Recomendo você levar absolutamente tudo impresso.
Documentos necessários:
- Passaporte brasileiro: válido por pelo menos 3 meses após a data de saída do Espaço Schengen e em bom estado (não pode ser plastificado e não pode ter página rasgada).
- Comprovante de hospedagem para todas as noites: não pode ser apenas o primeiro hotel/Airbnb. É necessário o comprovante de todas as reservas de hotéis, Airbnb, pousadas ou carta-convite oficial com cópia do documento de quem vai te receber.
- Passagem de volta (ou de saída do Espaço Schengen): dentro de até 90 dias da chegada.
- Seguro viagem: com cobertura mínima de 30 mil euros para despesas médico-hospitalares, incluindo repatriação, válido em toda a área Schengen.
- Comprovação financeira: extratos de cartões de débito internacional (como Wise ou Nomad), limite de cartão de crédito ou dinheiro em espécie, calculando uma média de 60 a 100 euros por dia.
Autorização ETIAS (obrigatório para brasileiros a partir do final de 2026 – previsão): é uma permissão de viagem eletrônica vinculada ao seu passaporte. Não é um visto, mas deve ser aprovado online antes do seu check-in no Brasil, junto com o pagamento de uma taxa. Vou explicar sobre o ETIAS com mais detalhes mais abaixo neste post.
Com esses documentos na pasta, você aparece na imigração com cara de quem sabe o que está fazendo (porque sabe!) e isso ajuda muito a entrevista a ser rápida e tranquila.
Vale lembrar que, em 2026, o registro de entrada passou a ser feito pelo sistema digital EES (Entry – Exit System), que utiliza sua biometria facial e digital nos totens da fronteira.
Evite falar sem ser perguntado. Ficar falando seus planos sem que o agente de imigração tenha perguntado levanta mais suspeita do que as dissipa. Seja sucinto: responda apenas o que for perguntado e apresente apenas os documentos solicitados.
Tratado de Schengen: o que você precisa saber

Prometo que não vou te jogar para uma aula de direito internacional, nem pedir para você tirar o caderno e anotar essas informações.
Mas tem um nome que você vai ver muito na hora de pesquisar documentos para entrar na Itália: Espaço Schengen.
A Itália faz parte de um acordo com vários países europeus que permitem a livre circulação de pessoas entre eles, sem precisar fazer imigração em cada alteração de fronteira. Isso significa:
- Você faz a imigração no primeiro país Schengen por onde entra. Então se sua passagem tem conexão em outro país Schengen, você passará pela imigração nesse país e não no seu destino final (Itália).
- Depois do carimbo na imigração, você poderá circular pelos países Schengen, entre eles: Itália. França, Alemanha, Espanha, Portugal, Suíça e outros, sem passar novamente por mais uma entrevista, apenas controle pontual.
Exemplo: se seu voo é São Paulo – Lisboa – Roma, a imigração acontece em Lisboa, não em Roma. É ali que vão olhar todos esses documentos que estamos abordando neste texto.
Essa permissão de livre circulação dura 90 dias a cada período de 180 dias. O controle funciona como uma contagem regressiva: o sistema verifica quanto tempo você passou dentro do bloco nos últimos seis meses e subtrai do seu limite total.
Se você esgotar os 90 dias em uma única viagem, precisará aguardar outros 90 dias fora da Europa para retornar.
Quais são, afinal, os documentos para entrar na Itália?

Vamos destrinchar cada um dos documentos que comentei no checklist acima, porque aqui mora a sua tranquilidade. Saber quais são os documentos de forma mais completa vai tirar um pouco da ansiedade de passar na imigração.
Passaporte válido e em bom estado
Seu passaporte precisa:
- Ter validade de, no mínimo, 3 meses além da data em que você sai da área Schengen.
- Estar legível, sem rasgos, sem capa destruída, sem plastificação extra.
- Ter páginas em branco para carimbo.
Se o seu está velho de guerra, melhor avaliar se não é hora de tirar um novo antes da viagem. Os oficiais não vão achar legal se você apresentar um documento todo surrado, vai por mim.
Comprovante de hospedagem
A pergunta “Onde você vai ficar” é clássica, então já tenha isso pronto. E o que vale como comprovante?
- Reserva de hotel, pousada ou Airbnb, com nome do hóspede, endereço e datas certinhas.
- Se for um aluguel de temporada, precisará deste contrato.
- Carta-convite, se você for ficar na casa de alguém, seguindo o modelo oficial italiano, com cópia do documento (RG italiano, passaporte ou permesso di soggiorno) de quem vai te hospedar.
Não confie só no email no celular, imprima este documentos. Imagina se a sua internet falhar, seu celular descarregar. O papel na mão é difícil dar problema.
Comprovante financeiro
Aqui é onde muita gente trava, mas não precisa. O objetivo é o oficial olhar e pensar “ok, essa pessoa consegue se manter durante a viagem”. Você pode levar:
- Euro em espécie.
- Extrato bancário dos últimos meses.
- Comprovante de limite do cartão de crédito internacional;
- Extrato dos aplicativos de multi-moeda como Wise, Nomad e outros cartões globais.
O importante não é “quanto você vai gastar”, e sim provar que poderia se manter ali sem depender de um trabalho ilegal ou situações complicadas.
Vou descrever a quantidade de dinheiro que você precisa comprovar em detalhes um pouco mais abaixo nesse texto.
É permitido sair do Brasil com dinheiro em espécie (real, dólar, euro ou outra moeda) sem declarar até o limite de US$ 10.000,00 (dez mil dólares americanos) ou o equivalente em outra moeda por pessoa. Valores superiores a este montante exigem a apresentação da Declaração Eletrônica de Bens de Viajantes (e-DBV) à Receita Federal.
Passagem de volta (ou saída do espaço Schengen)
A passagem de volta é um dos documentos para entrar na Itália que mais pesa. Ela mostra para o oficial que você tem compromisso: tem dia para entrar e dia para sair.
Pode ser:
- Itália – Brasil
- Portugal – Brasil
- Saída da área Schengen para outro lugar fora do acordo.
Atenção: se você for fazer Itália + outros países, leva também os bilhetes de trem, ônibus ou avião: isso deixa toda a sua viagem mais palpável e consistente.
Seguro viagem (sim, é obrigatório)
Nada de encarar seguro viagem como “despesa opcional”, esse é o maior erro que você pode fazer pelas suas férias. O seguro viagem é aquele gasto que você torce para não precisar usar, mas quando precisa dá graças a Deus por ter cuidado disso e estar acobertado na hora mais necessária.
E eu estou falando por experiência. Nunca precisei acionar para cuidados médicos (ufa!), mas o seguro viagem já cobriu despesas com mala extraviada, e com atraso de voo, por exemplo.
Um seguro completo te deixa coberto para praticamente tudo que pode dar errado numa viagem.
Para entrar na Itália, ele é parte dos requisitos do Tratado de Schengen. A sua apólice deve obrigatoriamente incluir:
- Cobertura mínima de 30 mil euros para despesas médico-hospitalares.
- Repatriação sanitária e funerária, que é a garantia de retorno ao Brasil em casos graves.
- Validade em todos os países do acordo, com o certificado impresso na sua pasta.
Verifique esses detalhes antes de fechar a contratação, pois a falta de qualquer um desses itens pode invalidar o documento na imigração.
Assim que fechar seu seguro, já salve o número do WhatsApp do atendimento de sinistro no seu celular como “SEGURO VIAGEM” ou então “EMERGÊNCIA”. Assim, caso você precise acionar, será muito mais rápido e menos caótico.
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Saúde e Vacinas para entrar na Itália
Hoje, a Itália não exige nenhum certificado específico de vacina nem teste de Covid-19 para entrada de turistas. As restrições foram sendo derrubadas quando caiu o termo pandemia. Em 2026, a regra é de fronteira aberta nesse sentido.
Claro que continua valendo aquele cuidado básico: manter as vacinas de rotina em dia, seguindo as recomendações da saúde pública brasileira e da OMS.
CDAM (IB2): O ‘SUS’ da Itália para brasileiros
Pouca gente sabe, mas existe um acordo entre Brasil e Itália que permite ao brasileiro usar o sistema público de saúde italiano: é o CDAM, o antigo formulário IB2.
- Você solicita online, via GOV.BR, sem custo.
- Precisa comprovar vínculo com o INSS e informar o período da viagem.
Mas aqui vai um conselho de amiga: o CDAM não substitui o seguro viagem. Ele é um plus; o seguro continua sendo sua base principal, inclusive porque cobre mais coisas que o CDAM não cobre, como repatriação médica, seguro de bagagem e cancelamento de viagem.
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Brasileiro precisa de visto para entrar na Itália? E o ETIAS?
Se eu fosse dar um prêmio para a pergunta mais feita, seria essa!
Para turismo de até 90 dias dentro de um período de 180 dias, brasileiro não precisa de visto para entrar na Itália. Isso vale em 2026 – mas tenha atenção que regras assim podem mudar sem aviso prévio.
ESS e ETIAS em 2026 – como funciona?
O ETIAS é uma autorização eletrônica que a União Europeia está implementando para viajantes que hoje entram sem visto, como brasileiros.
O novo sistema de controle de entradas e saídas (EES) nos aeroportos, com biometria, começou a ser implementado em outubro de 2025, com operação completa em todos os terminais a partir de abril de 2026.
Com isso, o ETIAS passará a ser exigido de forma gradual no final do ano de 2026.
No momento, o cenário é:
- Você ainda não precisa de ETIAS para embarcar para a Itália.
- Continua entrando com passaporte + documentos para conferência na imigração, como sempre.
“Mas e Lila, quando estiver valendo, faço como?”
Primeiro de tudo, fique calmo: haverá um período de carência de seis meses após o lançamento oficial.
Durante esse tempo, se você esquecer de fazer o ETIAS, os oficiais de fronteira irão te informar sobre a regra, mas você ainda poderá entrar (desde que cumpra os outros requisitos).
Depois desse prazo, o caminho será o padrão: preencher o formulário online, pagar a taxa (o valor oficial será confirmado pela União Europeia próximo ao lançamento, mas a previsão é que vá custar 20 euros) e receber a autorização ligada digitalmente ao seu passaporte.
Fique sempre atento ao site da companhia aérea, pois elas também avisam sobre a obrigatoriedade antes do check-in.
Quanto dinheiro preciso comprovar para entrar na Itália?

Chegamos a parte dos números, a tão temida parte financeira!
O governo italiano publica valores mínimos de referência de recursos financeiros para entrar no país. Eles mudam conforme o número de dias de viagem, claro. O que está valendo para 2026 é:
| Duração da estadia | Valor mínimo de referência por pessoa | Observação |
| 1 a 5 dias | 269 euros | Valor fixo para estadias muito curtas. |
| 6 a 10 dias | 45 euros por dia | Exemplo: 10 dias = 450 euros. |
| 11 a 20 dias | 37 euros por dia | Exemplo: 15 dias = 555 euros. |
| Mais de 20 dias | 28 euros por dia | Exemplo: 30 dias = 840 euros. |
Não significa que você vai gastar exatamente isso na sua viagem.É só um parâmetro para provar que consegue se manter.
O agente pode levar em conta, por exemplo, se a hospedagem já está paga ou se você está viajando em família. Tudo isso pode reduzir ou somar nos custos.
Cartões globais (Wise, Nomad) e como comprovar dinheiro
Aqui entra uma mudança forte na forma de viajar. Cada vez menos pessoas viajam cheias de dinheiro em espécie. Hoje é muito mais comum ter um cartão multi-moeda ou global.
Mesmo assim, recomendo:
- Leve um pouco de euro em espécie, principalmente para a chegada. Se precisar pagar algo em dinheiro como transfer ou transporte.
- Use cartões globais como Wise, Nomad e semelhantes, com saldo em euro ou outra moeda.
- Tenha ao menos um cartão de crédito internacional como plano B.
Assim, se o oficial perguntar “como você vai se manter?”, você pode mostrar o documento impresso do extrato dessas contas ou abrir o aplicativo e mostrar o saldo.
Muita atenção ao apresentar os documentos para entrar na Itália
Pensa que seus documentos contam a história da sua viagem: onde você entra, onde você fica, onde você circula e quando vai embora. Tenha na cabeça essas informações de bate pronto. Isso facilitará na hora das perguntas.
Algo que pode acontecer é o agente perguntar “o que você vai fazer no país”, ultimamente eles não têm feito essa pergunta, mas caso a façam, fale alguns pontos turísticos que você vai conhecer. Se tiver ingressos já adquiridos, pode citar que já os comprou.
PID e dirigir na Itália

Se no seu roteiro entra uma road trip pela Itália, vou recomendar que leia sobre o Mapa da Itália, onde explico como você pode se locomover pelo país. Aqui neste post vou te informar sobre os documentos para dirigir por lá.
Você vai precisar de:
- CNH brasileira válida e em mãos (não vale a eletrônica)
- Passaporte
- PID (permissão internacional para dirigir) emitida pelo DETRAN do seu estado.
Na prática:
- Muitas locadoras pedem a PID na hora de entregar o carro.
Mesmo que não peçam na locadora, caso você seja parado pela polícia, eles podem exigir a PID, e se você não apresentar, vai pagar uma multa salgada. Você pode ler mais sobre como alugar carro e dirigir na Itália nesse post.
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Quais são as perguntas feitas na Imigração na Itália?
Vamos criar a cena? Você chega no aeroporto, segue as placas de “passports/passaporti”, guarda o celular (não tire foto nessa hora!). Aí entra na fila, tira a pasta da mala de mão e passaporte em mãos.
O oficial pode perguntar:
- Quantos dias você vai ficar?
- Que lugares vai visitar?
- Onde vai se hospedar?
- O que você faz no Brasil?
- Quem/Como vai pagar a viagem?
Aqui vale a regra de ouro que dei acima: responda com calma, só o que for perguntado e não invente história. Primeiro ele vai te perguntar, se ele quiser que você comprove, aí sim entregue os documentos.
E-gates: o processo de imigração agora é mais rápido
Em alguns aeroportos italianos, como Roma Fiumicino, brasileiros com passaporte biométrico podem usar os e-gates, que são portões eletrônicos de controle de fronteira.
Você coloca seu passaporte no leitor, passa pela cabine, e, em seguida, pode haver só uma verificação rápida por um agente.
É mais ágil, mas não significa que não precise de documentos. Caso eles te parem, é bom ter tudo preparado para um controle mais detalhado.
Para agilizar o atendimento nos totens de biometria, você pode baixar o aplicativo oficial Travel to Europe.
Nele, é possível fazer um pré-cadastro dos seus dados em até 72 horas antes de entrar na Itália. Isso reduz o tempo gasto na conferência do EES na fronteira e te ajuda a sair mais rápido do aeroporto.
Declaração de presença (Questura): o detalhe que quase ninguém sabe
Tem um detalhe burocrático que muita gente nem ouve falar, mas que é importante em alguns casos: a declaração de presença.
Se você entrar na Itália vindo direto de fora do espaço Schengen, o carimbo de entrada no passaporte já é o seu registro de presença.
Porém, se você entrar na Itália vindo de outro país Schengen, não fica em hotel (que já faz um registro automático de presença) e vai passar mais tempo no país, pode ser sim necessário fazer essa declaração.
Essa declaração é feita na Qestura, a polícia local:
- Você preenche um formulário
- Entrega cópia do passaporte e documentos de estadia
- Regularizar formalmente sua presença na Itália
Isso ajuda para caso você seja parado pela polícia, por exemplo, de carro. É importante ter isso para não ficar irregular.
Pronto para embarcar para a Itália?
Agora você já sabe quais as exigências e documentos para entrar na Itália! Por isso, planeje todas as etapas com calma, faça um checklist para não esquecer de nada e não deixe nada para última hora!

Sendo assim, eu garanto a você: nada de dor de cabeça, somente incríveis memórias da la dolce vita italiana!
Aproveite para ler nossos outros posts com dicas de planejamento para viajar para a Itália.
Temos dicas sobre o mapa da Itália e suas regiões turísticas, os melhores lugares para visitar na Itália, e até dicas de lua de mel na Itália.
Se for a Roma, não deixe de conferir nosso roteiro de 3 dias em Roma e as dicas de cidades próximas a Roma, que cabem num passeio bate e volta de 1 dia.
Mantenha-se conectado na Itália: Chip Internacional (e-SIM)
Ter internet móvel é essencial para usar o GPS, conferir horários, traduzir placas e, principalmente, chegar a tempo em todas as atrações que você marcou em conhecer.
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Transfer na Itália
Depois de um voo longo, evite o estresse do transporte público ou de precisar negociar com um táxi.
Quando estiver na Itália, o transfer privativo dos aeroportos direto para o seu hotel é a forma mais rápida e segura de começar sua viagem.
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Ou você também pode ver outras formas de como ir do aeroporto Fiumicino ao centro de Roma bem aqui.
Passeios pela Itália
Se você chegou até aqui, já está bem à frente da maioria dos viajantes.
Com esses documentos para entrar na Itália impressos, organizados e atualizados, você não só ganha pontos com o oficial de imigração, como também ganha a melhor coisa que existe antes de uma viagem: a tranquilidade de saber que fez sua parte.
Agora confira os posts abaixo para montar seu roteiro pelo país:
- Mapa da Itália
- Como ir do Aeroporto Fiumicino para o centro de Roma
- Onde ficar em Roma: melhores bairros
- Veneza: o que fazer e dicas práticas para visitar a cidade
FAQ – dúvidas frequentes sobre documentos para entrar na Itália
Para turismo, não é uma boa ideia. As autoridades esperam ver um comprovante de saída da área Schengen em até 90 dias, e não ter essa passagem pode pesar contra você na hora da decisão.
Sim. Menores brasileiros viajando sozinhos ou com apenas um dos responsáveis precisam de autorização específica para sair do Brasil, seguindo as regras da Justiça da Infância e da Adolescência. Essa autorização é checada ainda no embarque, no Brasil.
Até 10 mil dólares (ou equivalente em outra moeda) você entra e sai da União Europeia sem precisar declarar. Acima disso, é obrigatório fazer declaração na alfândega.
Hoje, não há exigência de vacina específica nem de certificado de Covid-19 para entrada de turistas. Ainda assim, manter vacinas básicas em dia é sempre uma boa ideia para qualquer viagem internacional.
Os valores variam conforme o número de dias, seguindo referência oficial italiana, começando em 269 euros para estadias curtinhas e com valores diários progressivos para viagens mais longas.
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