Castelo Garcia d’Ávila 2026: preços, história e como visitar na Praia do Forte

Se você está planejando um roteiro pela Bahia, a visita ao Castelo Garcia D’Ávila na Praia do Forte é uma parada obrigatória.

Localizado em Mata de São João, a apenas 80 km de Salvador, este é o único castelo em estilo medieval das Américas, unindo mais de 400 anos de história a uma vista privilegiada do litoral baiano.

Castelo Garcia D'Ávila, na Praia do Forte - BA
Foto: Fui Ser Viajante

Seja para um “bate e volta” saindo da capital Salvador, ou como parte da sua estadia na Praia do Forte, as ruínas da Casa da Torre oferecem uma viagem ao passado, com uma história que merece ser mais conhecida.

Neste guia, você encontrará informações atualizadas e preços de 2026, para você planejar como chegar, horários de funcionamento e dicas de quem explorou esse antigo castelo medieval no litoral da Bahia.

Vamos nessa?

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Resumo da visita: Castelo Garcia D’Ávila

CategoriaInformações principais
LocalizaçãoPraia do Forte, Mata de São João – BA (3km da vila)
Tempo visitaEntre 1h e 2h
Valor ingressoR$ 50,00 + R$ 5 taxa (inteira)
R$ 25,00 + R$ 2,50 taxa (meia)
R$ 225,00 + R$ 22,50 (passaporte para 5 adultos)
Gratuidade para crianças de até 5 anos, PCD e pessoas naturais de Mata de São João
FuncionamentoTerça a quinta, das 10h às 17h (sem videomapping)
Sexta a domingo e feriados, das 10h às 18h (com videomapping)
AcessoCarro, transfer, táxi, tuktuks ou bicitáxis (ciclo-táxis) saindo da vila da Praia do Forte
DestaqueVista panorâmica, ruínas do único castelo medieval do Brasil e a Capela de Nossa Senhora da Conceição

Planejando a visita: localização e como chegar

O Castelo Garcia D’Ávila está estrategicamente posicionado no topo de uma colina na Praia do Forte, em Mata de São João (BA). Ele fica a cerca de 3 km de distância da vila principal, na Avenida do Farol, 1540.

Como chegar no Castelo Garcia d’Avila saindo de Salvador

A viagem a partir de Salvador leva entre 1h30 e 2h, dependendo do trânsito na saída da capital.

Para quem viaja de carro, o acesso principal é pela Estrada do Coco (BA-099). Logo após a entrada principal da Praia do Forte, fique atento à sinalização à direita que indica o Castelo.

A parte final do caminho é feito em estrada de chão. Ao chegar no Castelo Garcia d’Ávila, há um amplo estacionamento disponível para os visitantes.

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Como chegar no Castelo Garcia d’Avila saindo da Vila da Praia do Forte

Se você já está hospedado na vila, tem três opções principais:

Tuk-tuks:

Os tuk-tuks da Praia do Forte são triciclos motorizados muito comuns na vila.

Há tuk-tuks que fazem transfers entre a vila e os resortes, e também indo até as piscinas e o Castelo Garcia d’Ávila. Também há passeios que incluem paradas em diversos pontos, incluindo o Castelo Garcia d’Avila.

O valor de uma viagem de tuk-tuk costuma ser negociado diretamente com os motoristas na praça central.

Dentro da vila, trajetos curtos custam entre R$ 20 e R$ 30. Mas para o Castelo Garcia D’Ávila, ficam entre R$ 80 e R$ 100 (ida e volta), muitas vezes incluindo a espera do motorista no local enquanto você faz a visita.

Bicitáxis:

Também há a opção dos bicitáxis, a mesma proposta mas em bicicletas. O trajeto leva cerca de 10-15 minutos e o valor costuma ser negociado diretamente com os motoristas na praça central.

Aluguel de bicicleta:

Muitas pousadas alugam bikes. É um trajeto plano até a subida final, ideal para quem gosta de natureza.

Caminhada:

São cerca de 40 minutos. Recomendado apenas no início da manhã ou fim da tarde devido ao calor intenso da Bahia.

Planeje sua visita: Ingressos e horários [atualizado 2026]

A visita ao Castelo Garcia d’Ávila custa R$ 50 por pessoa (mais R$5 de taxa de conveniência se você comprar antecipado no site da Fundação Garcia d’Ávila (site oficial de vendas).

A visitação funciona nos seguintes dias:

  • Quarta e quinta-feira – das 10h às 17h
  • Sexta, sábado, domingo e feriados – das 10h às 18h

Para mais informações, o telefone de contato é (71) 99612-2353.

O que fazer no Castelo Garcia D’Ávila: experiência imersiva

O Castelo Garcia D’Ávila mudou bastante nos últimos anos. O que antes era uma visita a ruínas “silenciosas”, hoje faz parte do Centro Cultural Castelo Garcia D’Ávila, um complexo que ganhou muito mais estrutura, museologia e tecnologia.

O museu

A recepção dos visitantes acontece em um espaço totalmente renovado (inaugurado em 2021). O museu oferece uma experiência dinâmica, servindo de introdução à história da família.

O que você encontra lá:

  • Maquete restaurada: Uma réplica detalhada que mostra como era o castelo antes de se tornar ruína. É essencial para você conseguir se localizar visualmente quando estiver lá em cima.
  • Totens interativos: há também telas touch com mapas antigos, árvores genealógicas da família Garcia D’Ávila e depoimentos de historiadores e nativos da região.
  • Linha do tempo digital: Uma narrativa que explica como um almoxarife de Tomé de Sousa (o primeiro Garcia) se tornou o maior latifundiário do mundo, com terras que iam da Bahia ao Maranhão.
Maquete do Castelo Garcia D'Ávila, Praia do Forte
Foto: Fui Ser Viajante

Acervo arqueológico do Castelo Garcia d’Ávila

A área foi palco de escavações intensas entre 1999 e 2004, resultando no que é considerado o maior acervo arqueológico de uma única edificação no Brasil. Com quase 400.000 exemplares catalogados, a visita permite ver:

  • Louças e utensílios: Fragmentos de cerâmicas portuguesas finas, talheres e objetos de uso doméstico que mostram o luxo da elite colonial.
  • Cultura africana e indígena: Peças de cerâmica produzidas por escravizados e indígenas que trabalhavam na Casa da Torre.
  • Artefatos bélicos: Como o castelo também servia de fortificação contra invasões holandesas e francesas, foram encontrados vestígios de armamentos e proteção.

Parte desses objetos fica exposta em vitrines em salas de estudo arqueológico. É fascinante notar como objetos tão frágeis sobreviveram por séculos sob o solo.

Artefatos encontrados nas escavações do Castelo Garcia d'Ávila
Foto: Fui Ser Viajante

Caminho das palmeiras e gameleira de 140 anos

Para chegar às ruínas, passamos por um caminho pavimentado bem bonito, cercado de palmeiras.

Castelo Garcia d'Ávila, Praia do Forte
Foto: Fui Ser Viajante

No caminho também passamos por uma majestosa gameleira de mais de 140 anos. Impressionante como a planta ainda está tão frondosa, com uma sombra enorme e acolhedora.

Imagina quanta gente já aproveitou essa sombra ao longo dos anos?

Gameleira do Castelo Garcia d'Ávila
Foto: Fui Ser Viajante

Com a reestruturação do centro cultural, a gameleira que sempre chamou atenção dos visitantes passou a fazer parte da visita de forma oficial. Agora, ela é uma “narradora”.

Através de um sistema de som integrado (o Sonora Iroko), você ouve histórias da vida no castelo como se a própria árvore, que é considerada sagrada (Iroko é o Orixá do tempo), estivesse contando o que viu ao longo dos séculos.

As ruínas e a capela

No fim da rampa, olhamos para o castelo Garcia D’Ávila de frente. De um lado, a brancura impecável da Capela de Nossa Senhora da Conceição e, do outro, a imponência rústica das ruínas do Solar Garcia D’Ávila.

No centro, uma cruz de pedra antiga marca o pátio. É como se, por alguns minutos, a gente se sentisse de volta àquele Brasil do século XVI.

Castelo Garcia d'Ávila na Praia do Forte - vista de frente
Foto: Fui Ser Viajante

É curioso notar como a igrejinha está tão bem preservada enquanto o restante do castelo ruiu. Isso não foi por acaso.

Mesmo após a família Garcia D’Ávila abandonar o solar em 1835, a comunidade local continuou utilizando a capela para celebrações religiosas, o que garantiu sua preservação.

Dedicada à Nossa Senhora da Conceição, a capela abriga hoje a experiência ‘Sonora Capela‘, com trilhas que misturam cânticos indígenas e africanos, uma referência necessária aos povos escravizados ali.

Igreja Nossa Senhora da Conceição - Castelo Garcia d'Ávila
Foto: Fui Ser Viajante

O Solar Garcia d’Ávila e a torre perdida

À esquerda da capela, as ruínas do Solar mostram o que restou da sede administrativa do maior latifúndio do mundo.

O Solar era a residência senhorial e o centro administrativo do latifúndio. Hoje em ruínas, a grandiosa construção desse edifício foi iniciada em 1551.

Ao redor da edificação principal, você verá vestígios de construções secundárias que ainda são objeto de estudos arqueológicos.

Castelo Garcia d'Ávila na Praia do Forte - ruínas
Foto: Fui Ser Viajante

Muitos visitantes procuram pela famosa Torre, que deu o nome histórico de “Castelo da Torre” à propriedade, mas ela não existe mais.

Originalmente, ficava logo atrás da capela e servia como um sistema de comunicação estratégico: fogueiras eram acesas no seu topo para avisar Salvador sobre a chegada de navios inimigos no horizonte.

Como hoje tudo está em ruínas, vamos usando a imaginação para reconstruir um pouco o cenário. Pense que o solar era composto de dois andares, mas o piso do andar superior não resistiu ao tempo.

Para possibilitar a visita ao espaço que um dia configurou o pavimento superior, e onde ficavam os cômodos mais nobres e privativos da família, foram instaladas passarelas e escadarias de ferro.

Passarelas do interior do Castelo Garcia d'Ávila
Foto: Fui Ser Viajante

Embora o metal sofra com a constante maresia da Praia do Forte, a estrutura é segura e necessária.

Do alto, você tem uma visão em 360º que revela a importância estratégica do lugar: dali era possível avistar qualquer embarcação que se aproximasse da costa.

Passarelas do interior do Castelo Garcia d'Ávila
Foto: Fui Ser Viajante
Castelo Garcia d'Ávila, Praia do Forte
Foto: Fui Ser Viajante

Note que as janelas foram reforçadas com estruturas de aço.

No térreo, o piso foi rebaixado e protegido com placas de metal (grid), permitindo que você caminhe literalmente sobre a história, sem pisar diretamente nas pedras e argamassas originais.

Os arcos do Castelo Garcia D’Ávila

Os arcos de pedra são, sem dúvida, o elemento mais icônico do Castelo Garcia D’Ávila. Eles seguem o estilo medieval europeu, adaptado aos materiais disponíveis no Brasil Colônia (pedra e cal de conchas).

Arcos do Castelo Garcia d'Ávila
Foto: Fui Ser Viajante
Arcos do Castelo Garcia d'Ávila
Foto: Fui Ser Viajante

Houve uma época em que arcos de fibra de vidro foram instalados em uma tentativa de “reconstrução”.

Mas em 2002, o IPHAN coordenou uma restauração que removeu esses elementos artificiais, mantendo apenas a estrutura original de pedra, respeitando a autenticidade das ruínas.

Onde fazer as melhores fotos:

A melhor visão dos arcos preservados está na lateral esquerda e nos fundos da edificação. É ali que a geometria das ruínas cria “molduras” naturais para o mar e para a vegetação, sendo o local favorito de fotógrafos e noivos.

Arcos do Castelo Garcia d'Ávila
Foto: Fui Ser Viajante

Video Mapping

Para fechar a experiência, o Castelo agora conta com a experiência de Video Mapping, que é apresentado após escurecer, às sextas, sábados, domingos e feriados.

As fachadas de pedra do século XVI tornam-se tela para uma projeção que narra a história da edificação e da família Garcia d’Ávila, transformando o monumento em um espetáculo.

A apresentação dura 20 minutos e os visitantes assistem a esse espetáculo numa arquibancada de madeira com capacidade para 150 pessoas.

Para quem quer saber mais: qual é a história do Castelo Garcia D’Ávila?

A história do Castelo Garcia D’Ávila (também conhecido como Castelo da Torre) se confunde com a própria história do Brasil Colonial.

Erguido entre 1551 e 1624, ele é um marco da arquitetura militar e residencial, sendo o único castelo em estilo medieval construído em todo o continente americano.

Do almoxarifado ao maior latifúndio do mundo

Tudo começou com Garcia D’Ávila, que chegou à Bahia em 1549 como almoxarife de Tomé de Sousa, o primeiro governador-geral.

Com o tempo, ele se tornou um dos homens mais ricos da colônia.

A sede de seu poder era justamente este castelo, que controlava o maior latifúndio que se tem notícia na história: incríveis 800 mil quilômetros quadrados de terras, estendendo-se de Salvador até o Maranhão.

O castelo serviu como residência e fortificação estratégica por mais de 300 anos, sendo habitado por 10 gerações da família até 1835, quando os descendentes retornaram à Europa e a edificação foi abandonada.

Patrimônio histórico e a restauração do IPHAN

Tombado pelo IPHAN em 1938, o castelo nem sempre foi tratado com o rigor técnico que merece. Um fato curioso (e polêmico) na sua história foi uma tentativa de reconstrução que deu errado.

Castelo Garcia D'Ávila, na Praia do Forte - BA
Foto: Fui Ser Viajante

No passado, houve uma intervenção que utilizou arcos de acrílico/fibra de vidro para tentar reproduzir a estética original dos arcos do castelo.

Como intervenções em patrimônios tombados não podem descaracterizar a técnica e o material original, o projeto foi duramente criticado.

Felizmente, um processo de restauração dirigido pelo IPHAN em 2002 corrigiu esses erros, removendo os elementos de fibra de vidro e preservando a ruína em sua forma autêntica, respeitando as pedras e a argamassa originais.

Hoje, o monumento é gerido pela Fundação Garcia D’Ávila, que transformou o local em um centro de preservação cultural e ambiental.

Vale a pena visitar o Castelo Garcia d’Ávila?

Com certeza! A visita ao Castelo (ou Casa da Torre) é um dos passeios mais enriquecedores na Praia do Forte. A modernização do Centro Cultural trouxe vida nova ao monumento, o que é maravilhoso para o turismo.

Hoje, a história é contada de forma autônoma e imersiva através da tecnologia, tornando o passeio muito mais completo.

É a combinação perfeita entre a importância histórica de um monumento do século XVI e a beleza natural da região.

Minha recomendação: Vá com tempo. Não encare apenas como uma “ruína para fotos”, mas sim como um mergulho na origem do Brasil.

É um passeio que agrada tanto quem busca cultura quanto quem quer apenas contemplar o visual e relaxar.

Planeje sua visita à Praia do Forte e ao Castelo

Para que sua experiência no litoral norte da Bahia seja tranquila, o ideal é se organizar com antecedência, especialmente em relação ao transporte e hospedagem, já que a região é muito procurada.

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Aluguel de carro: a melhor forma de chegar à Praia do Forte

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Passeios e transfers saindo de Salvador

Se você está sem carro e hospedado em Salvador, a forma mais prática de visitar a Praia do Forte é através de uma excursão organizada.

Assim, você aproveita o dia sem se preocupar com o trânsito da Estrada do Coco ou com estacionamento.

O passeio mais clássico para a região é a excursão à Praia do Forte e Guarajuba. Ele inclui a retirada no seu hotel em Salvador e te leva para conhecer a vila, o Projeto Tamar e as piscinas naturais.

O diferencial: O tour também faz uma parada na Praia de Guarajuba, que tem uma excelente estrutura de barracas de praia para almoçar e relaxar antes de voltar para a capital.

Minha dica: Verifique se o roteiro permite um tempo livre para você caminhar até o Castelo Garcia D’Ávila (que fica a cerca de 10-15 min de tuk-tuk da vila) ou se o guia consegue fazer essa parada estratégica para você.

Preço: A partir de R$ 220,00 (com cancelamento gratuito).

Reserve aqui: Excursão para Praia do Forte e Guarajuba

Onde se hospedar: da vila aos resorts

A Praia do Forte tem desde pousadas charmosas na vila até resorts all-inclusive de luxo. Se você quer ficar perto do agito e ir ao Castelo de tuk-tuk, escolha a vila. Se busca descanso total, os resorts são a pedida.

Aqui tem algumas dicas de pousadas bem avaliadas na Praia do Forte:

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FAQ: Perguntas frequentes sobre a visita ao Castelo Garcia d’Ávila

Quanto tempo dura a visita ao Castelo Garcia D’Ávila?

Reserve entre 1h30 e 2h. Esse tempo é ideal para conhecer o novo museu interativo, caminhar pelas passarelas das ruínas, ouvir as histórias da Gameleira e apreciar a vista panorâmica.

Qual o valor do ingresso e onde comprar?

O ingresso custa R$ 50,00 (Inteira) e R$ 25,00 (Meia). Você pode comprar diretamente na bilheteria física ou antecipadamente pelo site oficial da Fundação Garcia D’Ávila.

Como ir da vila da Praia do Forte para o Castelo sem carro?

A forma mais prática é o tuk-tuk. Eles ficam na entrada da vila e cobram um valor médio de R$ 80 a R$ 100 pelo trajeto de ida e volta, incluindo o tempo de espera para você visitar as ruínas.

Leia mais sobre a Bahia

Continue planejando sua viagem com nossos outros guias:

Como ficamos pouco tempo na região da Praia do Forte, focamos nossa visita no Castelo e em uma volta rápida pela vila.

Se você tem mais dias e quer um roteiro completo pela região, recomendo a leitura do post do blog O Diário de uma Viajante sobre o que fazer na Praia do Forte, incluindo atrações como o Projeto Tamar e as piscinas naturais.

Você também pode saber como é a visita à Morro de São Paulo – dica do blog Na Proa da Vida.

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Lila Cassemiro
Lila, fundadora do Fui Ser Viajante, é uma viajante incansável com 20 países e 22 estados brasileiros na bagagem. Pernambucana de Gravatá, cresceu entre histórias e sabores que despertaram seu olhar atento para a cultura e diferentes realidades do mundo. Com base atual no Rio de Janeiro, Lila se dedica a viagens culturais e gastronômicas, sempre em busca de experiências autênticas. Sua formação como Sommelier de Cervejas pelo Science of Beer Institute ampliou seu olhar sobre a íntima relação entre território, tradição e sabor, que é a essência de seus roteiros. No Fui Ser Viajante, Lila produz conteúdo com curadoria própria e baseado em vivência real. O blog compartilha roteiros detalhados, dicas práticas e análises culturais que ajudam o leitor a planejar uma viagem com confiança, indo sempre além dos cartões-postais.
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Comentários:
Maria de Fátima disse:

Gostei de ouvir falar bem desse lugar, onde viveram meus ancestrais Garcia. Já estive na Praia do Forte, e fiquei receosa de ir conhecer o castelo. Foram tantas histórias ruins que li e ouvi, que senti medo.
Breve eu irei conhecer.
Quando for chegando lá, vou lembrar da experiência que vocês tiveram nesse lugar.

Lila Cassemiro disse:

Maria de Fátima, espero que você tenha uma ótima experiência na sua visita!

Naldo santos disse:

Tive o prazer de visitar o Castelo , um lugar fora do normal senti falta de um um guia turístico, para saber um pouco da história do Castelo Garcia d’Ávila, mas através desse post , conseguir entender um pouco mais da história, muito top esse post

Orlando Taborda. disse:

É lamentável, um país com o Brasil, com tantas riquezas culturais, não tem um menor prezo por estas. Patrimônio históricos que eram para ser preservados ficam de ruínas em ruínas como se nada representassem. O passado, principalmente para grande parte que está na vida pública enquanto mando, é simplesmente o passado. Ocorre muito pelo contrário em outros países que é a valorização e preservação. É de fato não só terceiro mundo enquanto econômico, mas também nas ideias.

Bárbara Ribeiro disse:

Obrigada por visitar minha cidade Matense amada, e poder divulgar um pouco sobre a importância histórica da mesma. Mas infelizmente é pouco divulgada essa informação sobre esse passeio maravilhoso e encantador ao Castelo da Torre. Tenho certeza que muita gente gostaria de visitar um lugar como esse, e conhecer um pouco da História do nosso Brasil.

Rafael Cassemiro disse:

Oi Barbara, nós adoramos conhecer o Castelo Garcia D’Ávila e temos recomendado para vários de nossos amigos quando vão visitar a Bahia.
É realmente uma pena que vários dos nossos sítios históricos sejam tão pouco aproveitados e divulgados.
Obrigado pelo comentário e boas viagens

RoadTrio disse:

Nossa, nunca entrei no castelo e já passei por perto algumas vezes. Ótima dica para a próxima vez que eu estiver por lá. Adorei!

Klécia disse:

Boa visita entao, pessoal! Aproveitem que é lindo e super diferente de tudo que se faz na região!

Flavia Zenke disse:

Que lugar lindo. Sempre ouvia falar da Praia do Forte e do famoso projeto Tamar e nunca li nessa possibilidade de passeio, Ótima dica pois iremos em abril do ano que vem.

Klécia disse:

Entao aproveita para conhecer o castelo brasileiro, Flávia 🙂

Camila Lisboa disse:

Nunca tinha ouvido falar e acho que muita gente também não, parece que tinha só vocês no castelo hhahahahah visita quase fantasma!

Klécia disse:

Tinha quase só a gente mesmo! No máximo mais umas 4 pessoas por lá! Uma pena que seja tão pouco visitado 🙁

Que legal! Eu nunca tinha ouvido falar desse forte, apesar de já ter viajado pela região. Adorei a dica! Suas explicações foram ótimas 😀 E essa maquete, que coisa mais linda? Sou a doida das maquetes! hehehe

Klécia disse:

hahaha também sou a doida das maquetes, das histórias, dos lugares lindos como esse Castelo! Eu dei a sorte de ler sobre ele na semana que fui pra lá, então foi assim que conheci. Mas antes disso, não tinha a menor ideia da existência dele, o que é uma pena né? Podia ser bem mais visitado se tivesse divulgação!

angiesantanna disse:

gosto muito desses passeios históricos pra tentar imaginar como era viver naquela epoca! esse lugar eu nao conhecia, achei liiinda demais aquela figueira!!

Klécia disse:

Maravilhosa, né? E enormeeee! Fiquei impressionada com ela também,e com as historias todas que ela já viu por ali!

A Praia do Forte é muito bonita, mas não conhecia esse valor histórico. Que bom que o lugar está preservado e os visitantes podem aprender sobre a história local.

Klécia disse:

Legal, né Fabiola? Eu me surpreendi também, e adorei conhecer um castelo aqui no Brasil 🙂

Andrea disse:

A gente pensa que história só tem fora do Brasil, que nada!!! Adorei.

Klécia disse:

Tem história demais por aqui, Andrea! E a gente vai viajando e descobrindo! beijinhos!

Nossa… q maximo! Ja estive varias vezes em PF e nao conheci esse lugar!

Klécia disse:

A gente deu sorte de ler sobre ele bem na época da viagem. Merecia muito ser mais divulgado, né?

Oi Klécia… acredita que vou à Praia do Forte desde sempre e NUNCA entrei no Garcia d´Ávila?! Sempre levamos amigos, eles entram e ficamos do lado de fora esperando! 🙂 Agora já sei como ele é por dentro! Obrigada!!!!! 🙂 beijos Ana

Klécia disse:

Eu gostei tanto dessa visita, Ana! Eu sou maluquinha por história né? Sabendo que tinha um castelo ali pertinho, fui logo ver como era! Acho que podia ser bemmm mais explorado e divulgado, mas valeu pelo conteúdo histórico – e lindas paisagens – da visita!

Anselmo disse:

Klecia , hoje em programa de T.V vi alguma coisa sobre o Castelo e logo fui checar na internet. Achei incrivel, e olha, talvez por fazerem tanta propaganda da Bahia, nao tinha muita vontade de la ir nao. Agora depois de ver as suas postagens sobre o castelo ja estou querendo ir a Bahia, sera porque tao pouca divulgacao sobre historia e cultura neste pais , parabens otima reportagem. Anselmo de BH, MG.

Klécia disse:

Anselmo, se você gosta de história, é certeza que o lugar vai mexer com o seu coração como mexeu com o meu. É como se séculos de vida ainda pudessem ser sentidos nas antigas pedras que permanecem em pé no Castelo Garcia D’Ávila. Tenho que te dizer que a Bahia me surpreendeu. Tive mais identificação com a parte fora do circuito turístico, especialmente cultura e arte que são muito fortes por lá – embora pouco divulgadas. Tive bons dias em Salvador e arredores e pretendo voltar um dia, para continuar explorando o lado B de Salvador. Obrigada pela visita e pelo gentil comentário! Volte sempre 🙂