Visita ao Museu do Amanhã: guia completo 2026 (ingressos e dicas)

Muita gente sonha em colocar uma visita ao Museu do Amanhã no seu roteiro pelo Rio de Janeiro.

Localizado no Boulevard Olímpico, na Região Portuária da cidade, é um dos museus mais fotografados do Brasil, por conta de sua arquitetura, e oferece uma experiência interativa que encanta adultos e crianças.

É um dos museus do Rio que mais vale a pena visitar!

Museu do Amanhã
Museu do Amanhã. Foto: Fui Ser Viajante

Como moradora do Rio, acompanhei desde a inauguração e já visitei a atração diversas vezes, para apreciar exposições diferentes, e posso confessar que esse é um dos melhores museus do Rio de Janeiro se você é turista na cidade!

Se você quer saber como comprar ingressos para o Museu do Amanhã, qual o melhor horário para evitar as filas ou como aproveitar os dias de visita com gratuidade, este guia atualizado em 2026 traz todos os detalhes práticos.

Vamos nessa?

Museu do Amanhã: o que saber antes de ir (atualizado 2026):

Onde fica:Praça Mauá, 1 – Centro, Rio de Janeiro.
Ingressos:R$ 50 (Inteira) / R$ 25 (Meia). Vendas antecipadas online/Sympla, ou presencial
Destaque:Em feriados nacionais, a entrada no Museu do Amanhã é gratuita para todos (recomendado reserva antecipada).
Tempo de visita:Recomendado entre 2 e 3 horas.

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Museu do Amanhã: ingressos, gratuidades e horários em 2026

Se você pesquisou em sites antigos e desatualizados, cuidado: as regras de visitação ao Museu do Amanhã mudaram bastante nos últimos tempos.

Como moradora do Rio, sempre confiro as atualizações para garantir que você não perca viagem ou pague mais caro sem necessidade.

Qual o valor da entrada do Museu do Amanhã em 2026?

Atualmente, os ingressos do Museu do Amanhã custam:

  • Inteira: R$ 40,00
  • Meia-entrada: R$ 20,00

O benefício da meia-entrada é oferecido aos seguintes grupos:

  • Amigos Pinacoteca
  • Estudantes de escolas particulares
  • Estudantes universitários
  • Funcionários da rede de ensino público e privado no Estado do Rio de Janeiro (Lei Nº 8775 DE 24/03/2020)
  • Moradores ou naturais da cidade do Rio de Janeiro
  • Pessoas com deficiência
  • Pessoas de 6 a 21 anos
  • Portadores da carteira de Identidade Jovem
  • Professores da rede privada de ensino
  • Servidores públicos do município do Rio de Janeiro

Em todos os casos, é necessário apresentar documentação comprovativa.

Visto dos fundos do Museu do Amanhã. Foto: Fui Ser Viajante
Visto dos fundos do Museu do Amanhã. Foto: Fui Ser Viajante

Qual dia o Museu do Amanhã é de graça?

Aqui está a maior mudança: o Museu do Amanhã não é mais gratuito às terças-feiras. Desde abril de 2025, o benefício da gratuidade passou a ser válido apenas em feriados nacionais.

Por ser uma mudança, muita gente ainda se confunde e vai ao museu na terça esperando não pagar, então fique atento!

Nos feriados nacionais, a reserva antecipada pelo site da Sympla é muito recomendada, porque a procura é grande e os ingressos voam.

Há também os grupos que tem direito a visita gratuita ao Museu do Amanhã em qualquer dia:

  • Acompanhante de pessoas com deficiência,
  • vizinhos do Amanhã,
  • pessoas até 5 anos e com mais de 60 anos,
  • professores da rede pública,
  • estudantes da rede pública (ensino fundamental e médio),
  • funcionários de museus ou associados do ICOM com selo da anuidade,
  • grupos em vulnerabilidade social (entre em contato visitas@museudoamanha.org.br),
  • funcionários B3, Engie, Fundação Roberto Marinho, IBM e Shell,
  • guias de turismo,
  • amigos MASP

Em todos os casos, é necessário apresentar documentação comprovativa.

Filas no Museu do Amanhã
Filas no Museu do Amanhã. Foto: Fui ser viajante

Como comprar ingressos e evitar filas

A compra pode ser feita de forma presencial, mas especialmente em período de grandes eventos, alta temporada (férias e meses de verão), finais de semana e feriados, as filas podem ser enormes.

Por isso, recomendo sempre que você faça a reserva do seu ingresso de forma online, com dia e horário marcados. Com o QR Code no celular, a fila de entrada é muito mais rápida e organizada do que a fila da bilheteria física.

  • Onde comprar: Pelo site ou app da Sympla.
  • Por que antecipar? A cada hora, o museu libera uma cota limitada de visitantes. Se você deixar para comprar na hora, corre o risco de só encontrar horário para dali a 3 ou 4 horas (ou pior, não encontrar).
⭐ Dica da Lila:

Fique atento ao horário do seu ingresso: O seu bilhete é válido exclusivamente para o dia e o horário agendados. O sistema funciona com tolerância dentro da hora cheia.

Exemplo prático: Se o seu ingresso está marcado para às 10h, você pode entrar no museu em qualquer momento entre 10h e 10h59.

Minha recomendação: Tente chegar com pelo menos 15 minutos de antecedência. Se você perder a “janela” da sua hora agendada, o ingresso perde a validade e não há garantia de reentrada em horários posteriores, especialmente em dias de lotação máxima.

Horário de funcionamento do Museu do Amanhã

O museu funciona de terça a domingo, das 10h às 18h (com a última entrada às 17h). Não abre às quartas-feiras.

Como chegar ao Museu do Amanhã

O Museu do Amanhã está localizado na Praça Mauá, bem no início do Boulevard Olímpico.

A região foi totalmente revitalizada e hoje é um dos lugares mais fáceis de circular no Centro do Rio, desde que você saiba qual transporte escolher.

Indo de VLT (a melhor opção de transporte público)

O VLT Carioca é a forma mais prática de chegar. A estação que atende o museu é a Parada Museus. Ao desembarcar, você já estará de frente para o museu e a Praça Mauá.

  • Qual linha pegar: Linha 1 (Azul).

O valor da passagem do VLT no Rio de Janeiro é de R$ 5,00 (atualizado 2026).

Museu de Arte do Rio, MAR - Rio de Janeiro
VLT passando em frente ao Museu de Arte do Rio. Foto: Fui ser viajante

Atenção aos sentidos:

  • Se você vem do Aeroporto Santos Dumont ou do Centro (Cinelândia/Rio Branco): Pegue o VLT no sentido Praia Formosa ou Rodoviária.
  • Se você vem da Rodoviária Novo Rio ou do Terminal Gentileza: Pegue o VLT no sentido Santos Dumont.
⭐ Dica da Lila:

O VLT é um sistema baseado na confiança – não tem catraca nem cobrador. Ao embarcar, você deve aproximar seu cartão Jaé (cartão físico ou qrCode gerado no app do celular) nas máquinas dentro do vagão imediatamente ao entrar, e assim registrar seu pagamento.

E nem pense em dar uma de espertinho e tentar não pagar! A fiscalização é rigorosa e é comum os fiscais passarem pelos vagões, conferindo as passagens de todos. A multa por não validação é aplicada na hora.

Indo de metrô

Se você estiver na Zona Sul ou na Barra, tem a opção de usar o metrô do Rio.

A primeira opção é desembarcar na estação Uruguaiana, e a partir de lá completar o caminho com uma caminhada de cerca de 10 a 15 minutos pela Avenida Rio Branco em direção à Praça Mauá.

É uma caminhada plana e movimentada, passando por prédios históricos e pelo Mosteiro de São Bento.

Mas como sempre aviso, você vai estar caminhando no centro do Rio, então evite dar bobeira com celular na mão, evite usar joias ou objetos de valor que possam ser facilmente arrancados, como uma correntinha.

Outra forma é desembarcar na estação Cinelândia, e de lá pegar o VLT para fazer o restante do trajeto. Dessa forma, você não precisa caminhar, o que pode ser um desconforto em dias de muito calor, por exemplo, mas vai precisar pagar duas passagens (uma para cada transporte).

Atualmente (janeiro de 2026), a tarifa do MetrôRio é de R$ 7,90, mas há expectativa de reajuste para R$ 8,20 em abril de 2026, segundo o contrato de concessão.

Uber ou táxi

É possível chegar de carro até a Praça Mauá. Dependendo de quantas pessoas viajam com você, e do seu ponto de embarque, ir com carro de aplicativo ou táxi pode sair bem mais em conta que usar transporte público.

Mas atenção ao desembarque. Como a área é um calçadão (Boulevard), os carros param nas ruas laterais ou em frente ao Museu de Arte do Rio (MAR).

Vale o aviso: O trânsito no Centro do Rio costuma ser caótico em dias úteis. Se o carro de app estiver em tarifa dinâmica, o valor da viagem pode subir muito, e você ainda vai perder um tempão no trânsito.

Nesse caso, vale considerar ir de metrô e/ou VLT.

Também indico o app Táxi Rio, que é o aplicativo oficial da prefeitura do Rio para taxistas, onde você pode solicitar táxis com desconto de até 40%.

A não ser que você vá visitar outras cidades perto do Rio, como Búzios ou Arraial do Cabo, não recomendo que você alugue um carro para visitar apenas a cidade do Rio de Janeiro.

O trânsito da cidade é um tanto caótico, e o estacionamento também costuma ser um problema em regiões turísticas. Alugar um carro para turistar aqui costuma te dar mais dor de cabeça que benefícios.

Mas se você quiser ou precisar de um carro, temos um cupom de desconto para você aproveitar!

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Estacionamento: vale a pena ir de carro?

Sendo bem sincera como moradora do Rio: não recomendo ir de carro. Não há estacionamento próprio no Museu do Amanhã. As opções nos arredores são estacionamentos privados caros e as vagas de rua são quase inexistentes.

Se você não abre mão do carro, a melhor opção são os estacionamentos próximos à Rua Acre.

Por dentro do Museu do Amanhã: o que você vai encontrar

A visita ao Museu do Amanhã é uma jornada narrativa. Não é um museu de “objetos parados”, mas de ideias e dados. E a experiência inclui ainda uma assistente virtual e até interatividade com inteligência artificial!.

A experiência com a IRIS e a IRIS+ (inteligência artificial)

Logo na chegada, você recebe o cartão IRIS. Ele funciona como uma chave digital que traz interatividade para sua visita. Você encosta o cartão nos painéis para ativar jogos, vídeos e experimentos.

Cartão Iris - Museu do Amanhã
Cartão Iris – Museu do Amanhã. Foto: Fui ser viajante

Ela te acompanha pelas cinco perguntas do percurso de visita ao Museu do Amanhã (De onde viemos? Quem somos? Onde estamos? Para onde vamos? Como queremos ir?).

O cartão registra tudo o que você explorou. Ao final, você pode acessar esses conteúdos em casa pelo site do museu.

IRIS+: Conversando com a Inteligência Artificial no Museu do Amanhã

Ao final da exposição, próximo à área NÓS, a gente encontra a IRIS+, uma inteligência artificial surpreendente, capaz de interagir com a gente de forma humanizada.

O aparelho parece um pouco com aqueles totens de autoatendimento (com opções acessíveis para cadeirantes e crianças), e quando você inicia a experiência, ela te pergunta sobre suas preocupações em relação ao futuro, com base no que você acabou de ver no museu.

O mais legal é que ela te dá umas dicas, como sugestão de projetos de ONGs e instituições onde você pode se voluntariar ou atuar para mudar a realidade que te preocupa.

Se você tiver deficiência auditiva, o sistema também oferece a opção de conversa por chat.

⭐ Dica da Lila:

Não ignore os totens da IRIS+ na saída! É uma das partes mais reflexivas da visita, transformando a teoria das exposições em ações práticas para o nosso dia a dia. Vale muito a pena interagir!

Exposição principal: Do Cosmos ao Nós

Mas calma: antes de interagir com a IRIS+, você vai percorrer as salas da exposição permanente do Museu do Amanhã, chamada Do Cosmos ao Nós.

Ela fica no andar superior e funciona como uma narrativa multimídia que responde às cinco perguntas fundamentais da humanidade: De onde viemos? Quem somos? Onde estamos? Para onde vamos? Como queremos ir?

E o mais legal é que, durante toda sua jornada, você vai usando o seu cartão IRIS para interagir com o museu.

1. Cosmos (De onde viemos?)

A experiência começa em um domo de projeção 360º. É uma imersão sensorial de cerca de 8 minutos sobre a formação do universo e das galáxias.

É proibido fotografar ou filmar dentro do domo para não atrapalhar a imersão dos outros visitantes.

2. Terra (Quem somos?)

Representada por três cubos gigantes (Matéria, Vida e Pensamento), esta área explora a nossa existência aqui no planeta. Eu amo essa parte para tirar fotos, fica bem legal usar esses cubos como cenário!

Museu do Amanhã no Rio de Janeiro
Museu do Amanhã no Rio de Janeiro. Foto: Fui ser viajante

Mas não olhe só por fora. O interior dos cubos também está recheado de experiências visuais sobre ecossistemas e a diversidade das culturas humanas.

Pensamentos - interior do cubo. Foto: Fui ser viajante
Pensamentos – interior do cubo. Foto: Fui ser viajante

3. Antropoceno (Onde estamos?)

Esta é a parte central e mais impactante da visita ao Museu do Amanhã, na minha opinião.

Através de totens de LED de 10 metros de altura, o museu mostra o impacto das ações humanas no planeta, o crescimento populacional e as mudanças climáticas. É um momento de reflexão profunda sobre o “hoje”.

Exposição no Museu do Amanhã
Exposição no Museu do Amanhã. Foto: Fui ser viajante
Exposição no Museu do Amanhã
Exposição no Museu do Amanhã. Foto: Fui ser viajante

4. Amanhãs (Para onde vamos?)

Aqui é uma das partes mais interessantes para quem gosta de interatividade. Existem jogos e simuladores onde você pode calcular sua Pegada Ecológica e ver como o mundo seria se todos vivessem como você.

Hoje - exposição no Museu do Amanhã
Hoje – exposição no Museu do Amanhã. Foto: Fui ser viajante

O foco é despertar o olhar dos visitantes para práticas de sustentabilidade e nosso modo de vida em grandes cidades.

5. Nós (Como queremos ir?)

A última parte da visita ao Museu do Amanhã acontece dentro de uma espécie de “Oca” que simboliza o conhecimento ancestral.

O destaque é o Churinga, um artefato aborígene que conecta o passado ao futuro. É o momento de entender que o amanhã começa com as nossas escolhas agora.

Exposição no Museu do Amanhã
Exposição no Museu do Amanhã. Foto: Fui ser viajante

Corredores laterais do Museu do Amanhã

Além das salas de exposição com mostras temporárias, vale a pena também percorrer os corredores laterais do salão principal.

Eles contêm maquetes e esquemas que ajudam a entender a ciência por trás de tudo o que você viu nos módulos.

Corredores laterais do Museu do Amanhã
Corredores laterais do Museu do Amanhã. Foto: fui ser viajante

Mostras temporárias (temporada 2026)

Além do acervo principal, o museu sempre renova suas salas do andar térreo. Agora em 2026, as seguintes mostras estão em cartaz:

Amanhã 10 anosCelebração especial da primeira década do museu, revisitando sua história e impacto.Até 03/11/2026
OceanoDiálogo entre a inteligência humana e a oceânica, focando em eixos de memória e antecipação.Até 19/05/2026
Água Pantanal FogoParte da Ocupação Esquenta COP, traz uma reflexão sobre a crise climática.Até 03/02/2026
Conexão OceanoIniciativa em parceria com a Fundação Grupo Boticário focada em sustentabilidade marinha.Até 27/01/2026

Dicas de ouro para uma experiência bacana

Para que sua visita seja inesquecível e sem estresse, separei algumas dicas que só quem conhece bem o Museu do Amanhã poderia te dar:

1. Olhe o cenário do entorno!

Muitas pessoas focam tanto no museu que esquecem de olhar para a Baía de Guanabara e para a Ponte Rio-Niterói, que ficam logo ali e completam o cenário.

Vá até o final do museu (na área externa após a saída) para ter uma das vistas mais bonitas e panorâmicas da cidade. É o lugar perfeito para sentir a brisa do mar.

2. Onde e quando fazer as melhores fotos

A arquitetura do Museu do Amanhã, obra de Santiago Calatrava, é um espetáculo à parte. Aproveitando que você foi até os fundos do museu para apreciar a vista, faça algumas fotos por ali!

Museu do Amanhã no Rio de Janeiro
Museu do Amanhã no Rio de Janeiro. Foto: Fui Ser Viajante

O cenário do prédio junto com o espelho d’água e a baía de Guanabara ao fundo é realmente espetacular!

Mas cuidado, não é permitido entrar no espelho d’água, nem mesmo tocar. E os seguranças são bem rigorosos com isso!

Também vale a pena explorar as laterais do museu, que entregam ângulos surpreendentes para fotos.

Museu do Amanhã no Rio de Janeiro
Museu do Amanhã no Rio de Janeiro. Foto: Fui ser viajante

E falando sobre os momentos da visita, pouca gente fala sobre isso, mas o cenário do Museu do Amanhã fica lindo ao final da tarde.

Aqui é um dos lugares mais bonitos do Rio para ver o por do sol, na minha opinião.

3. Combine com o Museu de Arte do Rio (MAR)

O MAR fica logo em frente, do outro lado da Praça Mauá, e é uma ótima dica de passeio dobradinha para fazer no Rio de Janeiro.

Museu de Arte do Rio, MAR - Rio de Janeiro
Foto: Fui ser viajante

A entrada no Museu de Arte do Rio custa R$20, e é gratuita às terças, e esse museu ganhou o apelido de “o mais carioca de todos os museus”, porque sempre tem exposições legais demais sobre a cidade e sua cultura.

Ah, e a dica de ouro: visite o terraço do MAR, no sexto andar. Mesmo que você não entre nas exposições, o acesso ao terraço é gratuito e lá do alto dá para apreciar uma baita vista do Museu do Amanhã e da Praça Mauá.

Museu de Arte do Rio, MAR - Rio de Janeiro
Vista do Museu do Amanhã a partir do Museu de Arte do Rio. Foto: Fui ser viajante

4. Segurança e movimentação

O Boulevard Olímpico é muito policiado e seguro durante o dia, mas como em qualquer grande centro, fique atento aos seus pertences em áreas muito cheias.

Se for embora de carro de aplicativo ou táxi, o ponto de embarque costuma ser próximo ao Museu de Arte do Rio, ou na Avenida Rio Branco.

Não tente chamar o carro exatamente na porta do Museu do Amanhã, pois ali é área de pedestres.

5. Onde comer por perto do Museu do Amanhã?

O Museu do Amanhã tem uma lanchonete interna, mas se quiser uma experiência mais completa, você tem opções que vão da alta gastronomia ao clássico boteco carioca:

  • Casa do Saulo (dentro do Museu do Amanhã): É a opção mais sofisticada e conveniente. O restaurante é comandado pelo chef Saulo Jennings e traz o melhor da culinária amazônica com um toque contemporâneo.
    • Horário: Quinta a terça, das 11h às 18h.
  • Largo da Prainha e arredores: Para quem quer sentir a vibração do Rio. A apenas 5 minutos de caminhada, você encontra os restaurantes do Largo da Prainha, na Pequena África: Dois de Fevereiro, Casa Porto, Angu do Gomes e Bafo da Prainha são algumas opções que frequento e gosto muito.
  • Morro da Conceição: Pertinho da Praça Mauá também fica a escadaria de acesso ao Morro da Conceição, um dos lugares mais históricos do Rio. Lá você também encontra alguns restaurantes. Eu gosto muito do Café Tero.
  • Avenida Rio Branco: Se quiser opções de fast food, ao longo da Avenida Rio Branco você encontra opções de redes como McDonald’s.
  • VLT: Se estiver com pressa, o VLT te leva em poucos minutos até o Centro do Rio, onde há opções para todos os gostos e bolsos.

O que fazer nos arredores da Praça Mauá

Como o Museu do Amanhã fica no coração da Região Portuária, você pode (e deve!) aproveitar para conhecer outros pontos turísticos que estão a poucos passos de distância. Aqui estão as melhores opções:

Museu de Arte do Rio (MAR)

Como comentamos acima, o Museu de Arte do Rio está localizado logo em frente ao Museu do Amanhã, ocupando dois prédios de estilos diferentes unidos por uma cobertura que imita uma onda.

Além das exposições focadas na história do Rio, o terraço oferece a vista mais icônica para o Museu do Amanhã. É o lugar perfeito para suas fotos.

Mural Etnias (Eduardo Kobra)

Seguindo pelo Boulevard Olímpico (cerca de 5 a 10 minutos de caminhada), você encontrará o maior grafite do mundo feito por um único artista.

O mural Etnias, de Eduardo Kobra, é um painel de 170 metros de extensão que representa cinco etnias de diferentes continentes. É um símbolo da arte de rua carioca, e da revitalização da zona portuária.

Mural Etnias, Eduardo Kobra
Foto: Fui ser viajante

Mosteiro de São Bento

Subindo a rua paralela à Praça Mauá, você chega a um dos maiores tesouros do barroco brasileiro.

O interior do Mosteiro de São Bento é todo folheado a ouro e o silêncio lá dentro contrasta com a agitação do porto. Se puder, vá no domingo de manhã para ouvir a celebração da missa junto com o Canto Gregoriano.

Pequena África e Cais do Valongo

Caminhando um pouco mais em direção à Gamboa, você chega ao Cais do Valongo, um sítio arqueológico Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.

É um local de profunda importância para entender a herança africana no Brasil.

Aproveite para fazer um tour gratuito guiado pela região da Pequena África, passando pela Pedra do Sal (no final, é sugerida uma contribuição voluntária ao guia pelo serviço).

AquaRio e Yup Star (Roda Gigante)

Se estiver com crianças ou tiver o dia todo livre, pegue o VLT na Parada Museus e desça na estação Utopia Aquário (ou pode ir caminhando também, você vai percorrer todo o Boulevard Olímpico).

O AquaRio é o maior aquário marinho da América Latina, e especialmente as crianças costumam adorar a visita.

Aquário Marinho do Rio - AquaRio
Foto: Fui Ser Viajante

Já a Yup Star é um atrativo nem tão famoso, mas que pode te interessar. A roda gigante oferece vista para o Porto Maravilha.

Centro histórico do Rio

Há uma quantidade inacreditável de lugares para conhecer no centro do Rio – imagine que essa cidade já foi colônia, sede do Império e sede da República do Brasil!

Eu amo o centro do Rio e considero uma das regiões mais incríveis para conhecer no Rio de Janeiro, mas muito turista deixa fora do roteiro por medo de explorar o centro sozinho.

Se preferir, você pode fazer esse passeio com um free walking tour pelo centro do Rio (aquele passeio guiado e gratuito, onde o guia te leva para conhecer a cidade e no final você retribui com uma gorjeta voluntária).

Vale a pena visitar o Museu do Amanhã em 2026?

A resposta curta é: com certeza. Mas, depois de tantas mudanças nos últimos anos, vale entender o porquê o museu continua sendo um dos melhores passeios do Rio de Janeiro.

O Museu do Amanhã não é um museu de “passado”, mas de tendências. Em 2026, com os debates sobre mudanças climáticas e inteligência artificial mais vivos do que nunca, a visita se torna ainda mais atual e necessária.

Para quem eu recomendo a visita ao Museu do Amanhã:

  • Famílias com crianças: É imbatível. A interatividade da Íris e os jogos de simulação prendem a atenção dos pequenos (recomendo para crianças a partir de 7 anos para aproveitarem melhor os conceitos).
  • Amantes de arquitetura e fotografia: Só a fachada projetada por Santiago Calatrava e o espelho d’água já valem o deslocamento. É um dos lugares mais “instagramáveis” do Rio.
  • Turistas que buscam fugir do óbvio: Se você já visitou o Cristo e o Pão de Açúcar, o Museu do Amanhã oferece uma cara moderna e cosmopolita da cidade que surpreende positivamente.

Minha opinião sincera de moradora do Rio:

Mesmo que você não seja muito chegado a museus tradicionais, o Museu do Amanhã vai te conquistar pela experiência imersiva e interativa.

É entrar em um domo 360º, conversar com uma IA e sair de lá refletindo sobre como suas escolhas hoje impactam o mundo daqui a 50 anos.

Além disso, a localização na Praça Mauá permite que você emende o passeio com o AquaRio ou um almoço delicioso na região portuária, tornando o custo-benefício excelente para um dia inteiro de roteiro.

Planeje sua viagem para o Rio de Janeiro

Sua visita ao Museu do Amanhã será inesquecível, mas um bom planejamento evita imprevistos, especialmente com segurança e deslocamento.

Aqui estão os serviços essenciais que eu uso e recomendo no Rio:

Garanta seus ingressos e evite filas

Atrações como o Cristo Redentor e o Bondinho do Pão de Açúcar têm ingressos concorridos e costumam ter filas longas, especialmente em feriados e no verão.

E como falamos aqui no post, o Museu do Amanhã também pode ter filas gigantescas (especialmente nos finais de semana da alta temporada).

Para viver o melhor da cidade, recomendo reservar as experiências que quer viver no Rio de Janeiro com antecedência. Aqui estão algumas das minhas recomendações:

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Seguro Viagem Nacional

Muita gente esquece, mas se o seu plano de saúde não tem cobertura nacional, contratar um seguro viagem de cobertura nacional é uma boa ideia.

Atendimentos em hospitais particulares na Zona Sul e Centro são caríssimos. O seguro viagem te protege não só em casos de saúde, mas também com extravio de bagagem e cancelamentos de voo.

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Chegue ao hotel com segurança: Transfer Aeroporto

O Rio de Janeiro tem dois aeroportos: o Santos Dumont (SDU), colado ao Centro, e o Galeão (GIG), que fica a cerca de 30-40 minutos da Zona Sul.

Você pode vir ao centro ou zona sul usando carros de aplicativo, táxis e até um ônibus expresso, mas se preferir contar com a comodidade, pode reservar um transfer antecipado, uma opção mais tranquila e segura, especialmente se você chegar à noite.

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FAQ: Perguntas frequentes sobre a visita ao Museu do Amanhã

O Museu do Amanhã abre aos feriados?

Sim, o museu funciona normalmente na maioria dos feriados nacionais, das 10h às 18h. Inclusive, desde abril de 2025, os feriados nacionais são os únicos dias com entrada gratuita, mediante reserva antecipada no site da Sympla.

É preciso agendar a visita mesmo se eu tiver direito à gratuidade?

Sim! O agendamento é obrigatório para todos. Mesmo nos feriados gratuitos ou para quem tem direito à gratuidade por lei (como menores de 5 anos ou maiores de 60), você deve retirar o ingresso com “valor zero” no site oficial para garantir sua entrada no horário desejado.

Quanto tempo dura a visita completa?

Reserve, no mínimo, 2 horas. Se você gosta de interagir com a IRIS+, ler todos os painéis do Antropoceno e conferir as exposições temporárias no térreo, a visita pode chegar a 3 horas tranquilamente.

Posso entrar com mochila ou malas no museu do Amanhã?

Mochilas pequenas e bolsas são permitidas. O museu possui um guarda-volumes gratuito para itens maiores, porém, por segurança, malas de viagem grandes podem ter restrição de acesso. Recomendo deixar volumes maiores no hotel.

Qual a melhor forma de chegar saindo da Zona Sul?

A forma mais rápida usando transporte público é pegar o Metrô (Linha 1 ou 4) até a estação Cinelândia e lá fazer a integração com o VLT (Linha 1 – Azul) sentido Rodoviária/Praia Formosa, descendo na Parada Museus. Você também pode ir com carro de aplicativo ou táxi.

O museu do Amanhã é acessível para pessoas com deficiência (PcD)?

Sim, o Museu do Amanhã é totalmente acessível. Possui elevadores, rampas, banheiros adaptados e totens da IRIS+ com altura adequada para cadeirantes, além de recursos para deficientes auditivos e visuais.

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Lila Cassemiro
Lila, fundadora do Fui Ser Viajante, é uma viajante incansável com 20 países e 22 estados brasileiros na bagagem. Pernambucana de Gravatá, cresceu entre histórias e sabores que despertaram seu olhar atento para a cultura e diferentes realidades do mundo. Com base atual no Rio de Janeiro, Lila se dedica a viagens culturais e gastronômicas, sempre em busca de experiências autênticas. Sua formação como Sommelier de Cervejas pelo Science of Beer Institute ampliou seu olhar sobre a íntima relação entre território, tradição e sabor, que é a essência de seus roteiros. No Fui Ser Viajante, Lila produz conteúdo com curadoria própria e baseado em vivência real. O blog compartilha roteiros detalhados, dicas práticas e análises culturais que ajudam o leitor a planejar uma viagem com confiança, indo sempre além dos cartões-postais.
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Comentários:

***Atenção***

– Desde junho de 2025, o valor dos ingressos do Museu do Amanhã foram ajustados para R$40(inteira) e R$20(meia);
– Desde abril de 2025, os dias gratuitos são somente em feriados nacionais, e não mais às terças.

Oie! Obrigada, o post foi atualizado de acordo. obrigada!

Alexandre Silva disse:

Obrigado pelas dicas, em nossa viagem fizeram toda diferença.

Andamos um pouco mais pela zona portuária e achamos um restaurante bem legal, chamado Odara Gastrobar.

Fomos tão bem atendidos que ficamos apaixonados.

Com comida boa e cerveja gelada.

Além disso vale a ida até a roda gigante.

Não conheço o Museu do Amanhã ainda, está na hora de voltar ao Rio! Excelente post, bem explicativo e com essas fotos não tem como não querer visitar o museu 🙂

Klécia disse:

Ele ficou lindo demais mesmo! Dá vontade de voltar sempre!

Excelente post! Sou do Rio e ainda não fui…rs Estávamos planejando ir este fds.. mas só de ver esse Sol do Rio 40 graus rs Gostei muito do teu post e foi tudo tão explicadinho! Gostei de saber do cartão Íris

Klécia disse:

O sol tira qualquer vontade de sair de casa, né? hehehe O cartão foi uma ótima ideia, personaliza bastante a visita! Beijos

Sensacional… vou dar uma ajeitada nas coisas para poder dar uma chegada até lá e conferir de perto. Parabéns pelo post.

Klécia disse:

Obrigada, pessoal! Vocês vao gostar muito da visita!

Martinha disse:

Que museu incrível.. está nos meus planos conhecê-lo quando eu for ao Brasil. Adorei saber um pouco mais da história dele. =)

Klécia disse:

Você vai gostar, Martinha!

Itamar Japa disse:

Que demais! Realmente parece ser incrível! Que arquitetura maravilhosa! Espero poder conhecê-lo muito em breve!

Klécia disse:

A arquitetura dele ficou incrível demais né? <3

Eu sai emocionado desse museu, a forma como as coisas são apresentadas, o conteúdo em si, os textos nossa é tudo muito bem feito e profundo. Conseguiram juntar ciência com poesia numa harmonia perfeita.
Acho que é bem como você disse, um museu pra levar todo mundo.

Klécia disse:

É sim, Matheus! Eu fiquei muito encantada, gastei horas lá e nem queria ir embora! Quero levar todo mundo mesmo!

Geisy disse:

Na época da inauguração do museu foi realmente complicado de ir visitar: filas enormes e muito pouca sombra nas redondezas, mas agora acho que está mais fácil. Em breve eu devo passar por lá. =)

Klécia disse:

Tá bem mais fácil, Geisy! Passa sim, você vai adorar!

Gê Azevedo disse:

Eu estou louca para conhecer, Klécia! Quando fui ao Rio pela última vez, não tive oportunidade, por também causa do fervor da inauguração. Mas na próxima vez, não me escapa!

Klécia disse:

Agora dá pra agendar pela internet e tá muuuuito mais tranquilo! Na próxima vez que vier, você consegue sim 🙂

Simone Hara disse:

Tô louca pra conhecer! Quero muito voltar ao rio e ver como ficou esta área revitalizada!

Klécia disse:

Ficou linda! Tá enchendo a cidade de orgulho, sabe? 🙂

Guilherme Goss De Paula disse:

Estive no Rio pela última vez durante as Olimpíadas mas, infelizmente, não arrumei tempo para visitar esse museu. Agora ele é PRIORIDADE na minha próxima visita à Cidade Maravilhosa! Parabéns pelo post 🙂

Klécia disse:

Você vai adorar, Guilherme! A vista ao redor também vale muito a visita!

Este museu é realmente lindo! Tanto por fora quanto por dentro.
Quero voltar, pois o dia em que fui estava muito cheio, não consegui aproveitar do jeito que eu queria.
Parabéns pelo post! 🙂

Klécia disse:

Oi Ana. Eu esperei muito pra conseguir entrar sem filas enormes, e ainda peguei um dia com bastante gente. Pelo menos a entrada foi super fácil, e deu pra aproveitar bastante a exposição, com calma. 🙂