Castelos do Vale do Loire: roteiro completo, mapa e dicas essenciais

Bastou chegar ao Vale do Loire, na França, para ter a sensação de abrir um livro de contos de fadas. A cada curva na estrada, um novo cenário histórico (e mágico).

Começamos nossa jornada por Nantes, onde o Rio Loire encontra o mar, e seguimos explorando a rota dos castelos do Vale do Loire.

Chateau de Chenonceau, castelos do Vale do Loire, França
Chateau de Chenonceau, França. Foto: Fui ser viajante

Usamos as cidades de Orléans e Blois como bases estratégicas para percorrer a região com calma.

Embora seja possível visitar os principais monumentos através de um tour organizado de um dia, o ideal é explorar a rota com calma, e fazer isso de carro, como nós fizemos, vai te dar autonomia!

No total, visitamos 7 castelos do Vale do Loire, cada um com arquitetura, história e segredos únicos que tornam essa experiência uma das mais bonitas da França.

Para você que está planejando um roteiro pelo Vale do Loire, preparei este guia com os detalhes de cada visita e um mapa dos castelos do Vale do Loire para ajudar na sua logística. Vamos conferir?

Vale do Loire: o que saber antes de ir

O Vale do Loire fica numa região a sudoeste de Paris, e se estende por um território de cerca de 280 km, que acompanha as curvas do rio mais longo da França, o rio Loire (por isso o vale tem esse nome).

A realeza das famílias Valois e Bourbon escolheu esta região para erguer seus castelos, atraída pela proximidade com Paris e pelos vastos campos de caça.

Nobres e cortesãos seguiram o exemplo, criando o que hoje é uma das maiores concentrações de palácios do mundo.

Um trecho de 200 km desta região (entre Sully-sur-Loire e Chalonnes-sur-Loire) é reconhecido como Patrimônio da Humanidade pela Unesco.

Esse título não se deve apenas à beleza das construções, mas ao fato de o Vale do Loire ser um tesouro cultural que ilustra perfeitamente os ideais do Renascimento e do Iluminismo na Europa Ocidental.

Estima-se que existam mais de 300 propriedades no vale. Por isso, saber quais são os castelos mais interessantes de acordo com o seu perfil é fundamental.

Fazer essa curadoria é o que impede que a viagem se transforme em uma maratona cansativa e garante que você aproveite o melhor de cada visita. E a gente vai te ajudar nessa missão com este post!

Leia também: Roteiro de 5 dias em Paris

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Qual a melhor época para visitar o Vale do Loire?

Definir quando ir ao Vale do Loire faz toda a diferença na experiência, já que os jardins são parte fundamental da visita. O clima na região é temperado, mas as paisagens mudam drasticamente entre as estações.

  • Primavera (final de março a maio): esta é, sem dúvida, a época mais bonita. Os jardins dos castelos, como os de Villandry e Chenonceau, estão em pleno florescimento. As temperaturas são amenas e os dias começam a ficar mais longos.
  • Verão (meados de junho a agosto): é a altíssima temporada. O clima é quente e ensolarado, e os dias mais longos. Muitos castelos oferecem espetáculos de luz e som à noite. No entanto, espere encontrar filas, castelos mais cheios e preços de hospedagem elevados.
  • Outono (setembro a novembro): uma das minhas épocas favoritas para viajar pela França. O outono traz tons de dourado e cobre, e a colheita das uvas (vindima) traz um movimento especial para os vinhedos. As temperaturas começam a cair, mas o clima ainda é firme o suficiente para caminhadas.
  • Inverno (dezembro a março): os dias são curtos e o frio é rigoroso, o que pode limitar a visita aos jardins. Por outro lado, você encontrará os castelos vazios e poderá apreciar o interior das construções com muito mais calma. Durante o mês de dezembro, muitos castelos recebem decorações de Natal espetaculares.

Dormir na região ou fazer bate-volta?

O bate-volta ao Vale do Loire a partir de Paris funciona para quem dispõe de apenas um dia ou prefere não dirigir. Se este é o seu caso, existem várias excursões que incluem guia, transporte e entrada nos castelos.

As opções mais procuradas costumam incluir os castelos de Chenonceau e Chambord, partindo do centro de Paris.

Pode reservar com antecedência estas excursões guiadas aos castelos com transporte incluído ou optar por um tour de um dia inteiro que visita os três castelos mais famosos da região.

No entanto, para vivenciar mais profundamente a atmosfera do vale e fugir do ritmo acelerado dos grupos, recomendo pernoitar na região.

Viajar com calma e de carro permite explorar estradas secundárias e castelos menos óbvios. Estar fora do horário das excursões transforma a experiência, permitindo apreciar os jardins e a arquitetura com muito mais exclusividade.

Leia também: 16 bate e volta para fazer a partir de Paris

Quantos dias ficar no Vale do Loire?

Para uma experiência equilibrada e sem pressa, recomendo visitar dois castelos por dia (no máximo três).

Considere o tempo de deslocamento entre as propriedades e o tempo necessário para explorar os jardins, que muitas vezes são tão importantes quanto o interior das construções. Dessa forma, considere ficar:

  • 2 dias (1 noite) para conhecer até quatro castelos. É a opção ideal para quem quer focar nos monumentos mais famosos e voltar pra casa com uma visão geral da região.
  • 3 dias ou mais: O período recomendado para quer visitar uma quantidade maior de castelos. Assim, você pode incluir seis ou mais propriedades no roteiro no Vale do Loire. E com o tempo extra, pode incluir visitas a vinícolas para degustações de vinhos locais e explorar as cidades históricas.

Onde se hospedar no Vale do Loire: as melhores cidades-base

A escolha da cidade-base determina a logística da sua rota. Para otimizar o tempo de deslocamento, selecionei as opções mais estratégicas de acordo com o perfil da sua viagem e a proximidade com os principais monumentos:

Blois:

É a minha base favorita. A cidade preserva um clima medieval e está estrategicamente localizada perto dos castelos mais famosos.

  • Castelos próximos: Chambord, Cheverny, Chaumont-sur-Loire e o próprio Castelo Real de Blois.
  • Perfil: Ideal para quem busca a estética clássica do vale e quer fazer deslocamentos curtos para os castelos mais importantes da região.

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Tours:

É a capital logística da região, já que geograficamente está localizada num ponto de conexão entre as rotas leste e oeste. Tem ampla oferta de hotéis e gastronomia.

  • Castelos próximos: Villandry, Azay-le-Rideau e Langeais.
  • Dica de sommelier: É a porta de entrada para os vinhedos de Vouvray, estratégica para incluir degustações de vinhos brancos (Chenin Blanc) no roteiro.

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Orléans:

Uma cidade maior e mais moderna, sendo a opção de base mais próxima de Paris. É funcional para quem busca facilidade de acesso e uma rede de serviços mais robusta.

  • Castelos próximos: Sully-sur-Loire, Meung-sur-Loire e Beaugency.
  • Perfil: Recomendada para quem prefere o conforto de cidades grandes e vida noturna mais ativa entre as visitas.

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Amboise:

Esta vila oferece uma atmosfera intimista, pacata e extremamente fotogênica. É o destino mais indicado para quem busca o clima de “conto de fadas” durante toda a estadia.

  • Castelos próximos: Castelo de Amboise, Clos Lucé (casa de Leonardo da Vinci) e o famoso Chenonceau.
  • Perfil: Atende viajantes que buscam tranquilidade e querem visitar atrações importantes a pé ou em trajetos curtos.

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Nantes:

Nantes é onde o rio encontra o mar e representa o início (ou fim) geográfico do vale. Oferece o contraste entre a herança da Bretanha e a inovação tecnológica de uma cidade que se reinventou ao longo dos séculos.

  • Castelos próximos: Castelo dos Duques da Bretanha e o Castelo de Goulaine.
  • Perfil: Indicado para quem quer fazer a rota completa acompanhando o curso do rio Loire desde a foz.

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⭐ Dica da Lila: As cidades-base do meu roteiro no Vale do Loire

Muitos viajantes preferem fixar uma única base para evitar o abre e fecha de malas, mas na nossa rota, optamos por uma logística itinerante: passamos uma noite em Nantes, uma em Blois e uma em Orléans.

Como nosso roteiro pelo Vale do Loire começou depois de fazermos uma viagem de carro pela Normandia, usamos Nantes como porta de entrada, e ficamos uma noite por lá.

Daí, seguimos para o interior e dormimos uma noite em Blois, o que nos colocou a poucos minutos de Chambord logo na abertura dos portões, permitindo visitar o castelo antes das multidões que chegam de Paris.

Encerramos em Orléans, uma base funcional com excelente oferta de restaurantes, além de estar no caminho de volta para Paris. Se você está de carro e quer cobrir uma distância maior sem trajetos de ida e volta, essa dinâmica funciona muito bem.

Como alugar um carro para a rota dos castelos

Alugar um carro é a melhor forma para viajar pelo Vale do Loire. Sem depender de horários de trens ou excursões, você consegue visitar as propriedades mais afastadas e chegar aos castelos antes das multidões.

As estradas na França são excelentes, seguras e muito bem sinalizadas.

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Além disso, a plataforma permite pagamento em Reais (R$), o que elimina a cobrança de IOF, e o parcelamento no cartão de crédito ou desconto no boleto/Pix.

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Mapa dos castelos do Vale do Loire

Para quem está planejando explorar os castelos do Vale do Loire, um mapa vai bem a calhar! As cidades-base estão indicadas com os marcadores azuis, e os castelos com os marcadores em vermelho.

Os castelos indicados com estrelas são os mais famosos do Vale do Loire:

Os castelos imperdíveis do Vale do Loire: uma curadoria

Existem mais de 300 propriedades na região, mas alguns castelos são fundamentais para entender a história e a estética do vale.

Aqui trago uma seleção com os principais castelos do Vale do Loire. Uma curadoria que mistura a grandiosidade arquitetônica com o charme das histórias de seus antigos moradores.

Château de Chambord

O favorito de muitos viajantes, incluindo o meu. O Château de Chambord é a definição de ostentação: um palácio de caça com 440 quartos que mistura o estilo medieval com o renascentista.

Château de Chambord - castelos do Vale do Loire França
Château de Chambord, França. Foto: Fui ser viajante

É o maior e mais imponente de todo o Vale do Loire, cercado pela maior floresta murada da Europa.

  • O que é imperdível: A famosa escada de dupla hélice, atribuída a Leonardo da Vinci, e o visual panorâmico das torres no terraço, que oferece vista para as centenas de chaminés e lucarnas do castelo.
  • Logística: O estacionamento custa cerca de 8 € por dia para carros de passeio. Recomendo pagar o ticket nos terminais automáticos assim que chegar para evitar filas na saída.

Ingressos e valores 2026:

Para quem não pretende dirigir, a forma mais simples de visitar Chambord é através de um tour de um dia saindo de Paris.

Se você estiver por conta própria, pode garantir o seu ingresso individual antecipado aqui para evitar as filas da bilheteria física.

Em 2026, o Domaine de Chambord implementou um novo sistema de preços. O valor padrão para brasileiros e outros visitantes de fora da Europa é de 31 €.

Visitantes com cidadania europeia ou residência comprovada em países do Espaço Econômico Europeu (EEE) pagam a tarifa preferencial de 21 €. Lembre-se de levar o passaporte europeu ou o cartão de residência para garantir esse desconto na entrada.

Leia também meu guia completo com todos os detalhes para visitar o Castelo de Chambord

Château de Chenonceau

Chenonceau era uma das minhas maiores expectativas e a visita entregou tudo o que eu esperava. Esta é, possivelmente, a imagem mais bela de todo o Vale do Loire.

Chateau de Chenonceau, castelos do Vale do Loire, França
Chateau de Chenonceau, Vale do Loire, França. Foto: Fui ser viajante

O castelo foi construído literalmente sobre as águas do rio Cher, e seus pilares refletindo no rio formam um cenário que pede para ser fotografado de todos os ângulos.

Conhecido como o “Castelo das Damas”, sua história foi moldada por mulheres poderosas. Ele foi um presente do rei Henrique II para sua amante, Diana de Poitiers.

Após a morte do monarca, a rainha Catarina de Médici não perdeu tempo: expulsou a rival e assumiu a propriedade, imprimindo sua própria marca na arquitetura e nos jardins.

Se você assistiu à série Reign, certamente reconhecerá esses nomes e a atmosfera de intrigas que cerca Chenonceau.

  • O que ver por lá: A Grande Galeria sobre o rio, que serviu de hospital durante a Primeira Guerra Mundial, e o duelo de estilos entre o Jardim de Diana de Poitiers e o Jardim de Catarina de Médici.
  • Dica: É um dos castelos mais visitados da França, então a regra de ouro aqui é chegar no horário de abertura ou no final da tarde para evitar os grandes grupos de excursão.

Ingressos e Tours (2026):

Você pode comprar o seu ingresso individual antecipado aqui. Para quem prefere a comodidade de não dirigir, este tour saindo de Paris inclui Chenonceau e Chambord no mesmo dia, sendo a melhor opção de bate-volta.

  • Adultos: 19 €
  • Crianças (7 a 18 anos): 15 €

Veja o guia completo com fotos e detalhes do interior de Chenonceau

⭐ Dica da Lila: Vale a pena pagar pelo audioguia?

Se você estiver com o orçamento mais apertado, o folheto gratuito (disponível em português) resolve bem a visita. No entanto, se quiser mergulhar fundo na história das damas do castelo, invista 5 € extras no audioguia.

Château de Villandry

Villandry está localizado a apenas a cerca de 15 km de Tours, e é um dos castelos mais visitados do Vale do Loire, mas o grande protagonista aqui não é o edifício em si, e sim o que o rodeia.

Embora a construção seja uma belíssima residência renascentista, o castelo é mundialmente famoso por possuir um dos jardins mais espetaculares e bem preservados do mundo.

Os jardins de Villandry são uma verdadeira obra de arte, organizados em terraços que misturam geometria perfeita, simbolismo e funcionalidade.

A estrutura é dividida em áreas temáticas: o Jardim Ornamental (com seus desenhos que representam diferentes tipos de amor), o Jardim de Água, o Jardim de Ervas e a Horta Decorativa, onde legumes e vegetais são plantados de forma a criar um mosaico de cores e texturas.

A visita aos jardins pode ser feita separadamente da visita ao interior do castelo, caso você esteja com o tempo curto.

  • O que ver por lá: Suba até o mirante para ter a visão panorâmica completa da geometria dos jardins.

Ingressos e Passes (2026):

⭐ Dica da Lila: Priorize os jardins

Se o seu cronograma estiver apertado e você já tiver visitado o interior de Chambord ou Blois, em Villandry você pode optar pelo ingresso que dá acesso apenas aos jardins.

É uma forma de economizar tempo e dinheiro sem perder a parte mais impressionante da propriedade. Garanto que a caminhada entre os canteiros da horta decorativa será um dos momentos mais relaxantes e fotogênicos da sua viagem pelo Loire.

Château de Blois

O Château de Blois ocupa o segundo lugar na minha lista de favoritos e quase ficou de fora do roteiro por um erro comum: achei que, por estar no centro da cidade, ele teria menos a oferecer. Foi uma surpresa absoluta.

Chateau de Blois, Castelos do Vale do Loire, na França

O castelo já foi a capital do império francês e serviu de residência para dezenas de reis e rainhas.

O que torna Blois fascinante é o seu pátio central. Ao girar 360 graus, você consegue identificar quatro estilos arquitetônicos distintos (medieval, gótico, renascentista e clássico), adicionados conforme o gosto de cada monarca entre os séculos XIII e XVII.

Chateau de Blois, Castelos do Vale do Loire, na França

Além da arquitetura, o interior funciona como um museu maravilhoso, com aposentos reais preservados, tronos e até o local onde Joana d’Arc recebeu sua benção em 1429.

  • O que vale a pena conferir: A escadaria externa da ala Francisco I e o HistoPad (tablet de realidade aumentada incluído no ingresso), que permite visualizar como eram os cômodos no passado.
  • Logística: Por estar no centro urbano, o estacionamento é feito nas ruas próximas (com parquímetro). A bilheteria fecha 30 minutos antes do encerramento das atividades.
  • Dica: Se você estiver em Blois entre abril e setembro, não perca o espetáculo de Som e Luz que acontece no pátio do castelo ao cair da noite.

Ingressos e Tours (2026):

  • Adultos: 16 €
  • Jovens (6 a 17 anos): 8 €
  • Espetáculo Som e Luz: 13 € (há descontos para ingressos combinados)

Para uma experiência completa, recomendo a visita guiada no castelo (em inglês) ou, para quem vem da capital, esse tour saindo de Paris te leva até Blois e inclui a visita ao castelo e degustação de vinhos.

Veja aqui meu guia completo sobre a visita ao Castelo de Blois

Château Royal d’Amboise

Embora a região leve o nome do rio Loire, são poucos os castelos construídos realmente às suas margens. O Château Royal d’Amboise é um deles.

Das suas muralhas e varandas, temos uma das vistas mais bonitas de todo o vale, observando o curso da água e o casario da cidade.

Confiscado pela monarquia no século XV, ele se tornou residência oficial de vários reis franceses. O local também foi muito frequentado por Leonardo da Vinci, que era amigo pessoal da família real.

Chateau d'Amboise, Castelos do Vale do Loire na França

Hoje, o gênio renascentista está sepultado na Capela de Saint-Hubert, localizada dentro dos domínios do castelo.

Infelizmente, devido a conflitos históricos, apenas 20% da estrutura original permanece de pé, mas a visita continua sendo indispensável pela história e pela beleza da paisagem.

  • O que ver por lá: O túmulo de Leonardo da Vinci e a vista panorâmica para o rio a partir dos jardins.
  • Logística: O estacionamento no local é gratuito. A cidade de Amboise é encantadora e cheia de produtores locais de azeites e embutidos, então vale reservar um tempo para caminhar pelo centro.
  • Dica: Se tiver tempo extra, visite também o Château du Clos Lucé, a poucos metros dali, onde Da Vinci passou seus últimos anos. Muitos de seus projetos e invenções estão expostos nos jardins de lá.

Ingressos e passes (2026):

Você pode garantir o seu ingresso antecipado para Amboise aqui.

Veja o guia completo sobre a visita ao castelo de Amboise

Château du Clos Lucé

A poucos metros do Castelo Real de Amboise, fica o Clos Lucé, a mansão de verão que o rei Francisco I cedeu a Leonardo da Vinci.

Foi aqui que o gênio renascentista passou seus últimos três anos de vida, e onde é possível ver como ele trabalhava e vivia.

O grande diferencial do Clos Lucé é o seu jardim. O parque é uma exposição ao ar livre com réplicas em tamanho real das máquinas inventadas por Da Vinci.

Se você estiver com crianças, este é o castelo mais divertido de todos devido às máquinas interativas no parque.

Você pode interagir com pontes móveis, canhões e o famoso parafuso aéreo (precursor do helicóptero). É uma visita muito visual e educativa, perfeita para quem gosta de ciência e engenharia.

É possível ir caminhando do Castelo Real de Amboise até o Clos Lucé em cerca de 10 minutos. O ingresso é vendido separadamente ou através dos passes de Amboise.

  • O que ver por lá: Os ateliês de Leonardo, restaurados com rigor histórico, e o percurso imersivo no jardim.

Ingressos e valores (2026):

Château de Cheverny

Cheverny é um dos castelos mais bem conservados da região, muito porque a mesma família vive na propriedade há mais de seis séculos! Diferente de outros castelos, a propriedade não é um museu.

Se olhar com atenção, vai perceber essa atmosfera de casa onde vivem pessoas. Há uma atenção diferenciada com a mobília e com a preservação dos seis jardins temáticos.

Chateau de Cheverny, Castelos do Vale do Loire, na França
Chateau de Cheverny, Vale do Loire, na França. Foto: Fui ser viajante

Para os fãs de cultura pop, ele guarda um segredo: o castelo serviu de inspiração para Hergé criar o Castelo de Moulinsart, a residência do Capitão Haddock nas aventuras de Tintim.

Existe uma exposição permanente dedicada ao personagem que é imperdível para quem cresceu lendo os quadrinhos.

  • O que conferir por lá: Os cômodos extremamente decorados, o canil (que ainda abriga os cães de caça da família) e a floresta ao redor da propriedade.
  • Logística: os ingressos para Cheverny são vendidos exclusivamente no local, sem necessidade de reserva antecipada. A visita completa leva entre 1h30 e 1h45.

Ingressos e valores (2026):

  • Adultos: 15,50 €
  • Crianças (menores de 7 anos): Gratuito

Leia também o guia detalhado sobre o que visitar no Château de Cheverny

⭐ Dica da Lila: Praticidade no roteiro

Cheverny fica a apenas 20 minutos de carro de Blois, então você pode incluir no seu roteiro usando a cidade como base.

Como a venda de ingressos é apenas presencial, ele é um ótimo “coringa” no roteiro para os dias em que você não quer ficar presa a horários de agendamentos online.

Château d’Azay-le-Rideau

Se Chenonceau é o “Castelo das Damas”, Azay-le-Rideau é o “Castelo Retrato”. Balzac o descreveu como um diamante lapidado cravado no rio Indre.

Ele é menor que os outros, mas sua arquitetura renascentista francesa é considerada uma das mais puras e elegantes. O efeito de espelho d’água ao redor do prédio garante algumas das fotos mais bonitas de toda a viagem.

  • O que ver por lá: Os reflexos do castelo no rio e a escadaria central interna, que é uma obra-prima da engenharia da época.

Château de Chaumont-sur-Loire

Este castelo é famoso por ter sido a “moeda de troca” entre Catarina de Médici e Diana de Poitiers (Catarina forçou Diana a aceitá-lo em troca de Chenonceau).

Hoje, ele é o destino favorito de quem ama paisagismo, pois sedia anualmente o Festival Internacional de Jardins.

Fica exatamente entre Blois e Amboise, sendo uma parada interessante para fazer entre as duas cidades.

  • O que ver por lá: As instalações de arte contemporânea espalhadas pelos estábulos e jardins. É o castelo que melhor mistura o passado real com a criatividade atual.

Château de Ferté-Saint-Aubin

Este castelo raramente aparece nas listas tradicionais e fica fora da área tombada pela UNESCO, mas foi uma das experiências mais autênticas da viagem.

Ele pertence a uma família de nobres que abriu as portas para financiar a restauração da propriedade. Como ficava muito perto de Orléans (apenas 22 km), resolvemos seguir a dica de um local e não nos arrependemos.

Diferente da pompa real de outros palácios, aqui a sensação é de visitar uma casa que parou no tempo. O castelo nunca pertenceu a reis, mas sim a famílias que cuidaram de cada detalhe.

O prédio tem uma fachada colorida linda, misturando tijolos e pedras.

Chateau de Ferté-Saint-Aubin, Vale do Loire na França
Château de Ferté-Saint-Aubin. Foto: Fui ser viajante

O castelo é famoso por seus eventos temáticos, como aulas de culinária na cozinha histórica, o Natal no Castelo e a “Caça ao Veneno”, um roteiro pelos jardins onde você produz sua própria poção.

Como visitei na época do Halloween, a decoração temática transformou o lugar em um castelo “mal-assombrado” muito divertido.

Reserve cerca de 2 horas para explorar os 15 cômodos internos, a capela na ilha, o pomar e as cavalariças.

  • O que ver por lá: As cavalariças que abrigam jogos de época (diversão garantida para todas as idades) e a coleção de brinquedos antigos no andar superior.

Ingressos (2026):

  • Entrada: 15 €
  • Também há possibilidade de comprar o ingresso somente para os jardins e/ou eventos temáticos que acontecem no castelo

Château dos Duques de Bretanha

Diferente dos palácios de lazer do centro do Vale do Loire, este castelo em Nantes tem uma imponência de fortaleza medieval. Por estar no centro da cidade, o acesso é muito fácil a pé ou via transporte público (bonde).

Ele foi construído por Francisco II, o último duque da Bretanha, e mais tarde pertenceu à sua filha, Ana da Bretanha, uma das rainhas mais amadas da história francesa.

Castelo dos duques da Bretanha, Nantes, Vale do Loire

O grande diferencial aqui é a acessibilidade. Você pode entrar no pátio e caminhar por toda a extensão das muralhas de forma totalmente gratuita.

Esse passeio oferece uma vista privilegiada da arquitetura do castelo e da cidade de Nantes ao redor.

O interior abriga o Museu de História de Nantes, que ocupa os antigos aposentos reais e detalha o passado da cidade, desde seu período como porto importante até transformações modernas.

  • O que ver por lá: A caminhada pelas muralhas e o fosso do castelo, que hoje funciona como um belo jardim público.

Informações práticas (2026): A visita ao pátio e às muralhas é gratuita. O ingresso é necessário apenas para o museu e exposições temporárias no interior dos prédios.

  • Dica da Lila: Este castelo está incluído no Nantes City Pass. Se você planeja passar um dia inteiro explorando as atrações da cidade (como as Máquinas da Ilha), o passe é a opção mais econômica e prática.

➤ Veja o guia completo sobre o que visitar em Nantes

Esta versão ajusta a logística para refletir que a sua jornada começou por Nantes, mantendo o tom pessoal e os alertas sobre o ritmo da viagem.

Meu roteiro no Vale do Loire na prática: 7 castelos em 3 dias

Confesso que o planejamento ficou apertado. Visitei sete castelos no total, mas com os deslocamentos, o ritmo foi dinâmico.

Se você puder, organize-se para conhecer dois castelos por dia. Isso permite aproveitar as cidades-base, como Blois, que é encantadora e merece mais do que apenas uma noite de sono.

Iniciei minha jornada pelo ponto mais distante de Paris, na foz do rio Loire, e fui subindo o mapa em direção à capital. Abaixo, detalho como dividi os dias e as bases que utilizei.

Dia 1: base Nantes

Nantes é a maior cidade da região e possui uma vida cultural animada. Eu cheguei no final do dia, pernoitei e explorei a cidade no dia seguinte, seguindo viagem ao final do dia para meu próximo destino.

Recomendo escolher um hotel na região central para fazer tudo a pé. Uma ótima opção é o Hôtel de la Cité, no centro da cidade e bem avaliado.

Passei um dia na cidade, visitei o Château dos Duques da Bretanha, localizado bem no centro. Aproveitei para dar a volta completa na muralha (que é gratuita) e ver as exposições de arte pelo caminho.

No restante do dia, conheci Nantes, uma cidade que tem um passado complexo ligado ao comércio marítimo, mas que se reinventou no tempo e hoje tem também atrações modernas, como as Máquinas da Ilha.

Dia 2: base Blois

Saímos de Nantes em direção ao centro do vale. Chegamos em Blois à noite, pernoitamos, e fizemos a exploração no dia seguinte.

Fiquei no Ibis Budget Blois Centre. A cidade é medieval e apaixonante; e me arrependo de não ter reservado uma tarde inteira para caminhar por suas ruelas. Logo que amanheceu, pegamos a estrada para visitar castelos.

Este foi o dia mais intenso, com três propriedades no roteiro.

  • Château de Chenonceau: Minha grande expectativa. O “Castelo das Damas” sobre o rio Cher é uma das imagens mais belas da França.
  • Château d’Amboise: Onde visitei o túmulo de Leonardo da Vinci e apreciei a vista panorâmica do rio Loire. Se tiver tempo, o Clos Lucé (casa de Da Vinci) fica logo ao lado.
  • Château de Blois: Localizado no centro da cidade. Quase o deixei de fora, mas sua mistura de quatro estilos arquitetônicos o tornou um dos meus favoritos.

Ao terminar as visitas, segui viagem para minha próxima cidade.

Dia 3: base Orléans

Finalizamos o roteiro na região de Orléans, a 131 km de Paris. Esta cidade é famosa por Joana d’Arc, que foi capturada ali em 1431, sendo levada para queimar na fogueira em Rouen, na Normandia.

Nosso hotel foi o Ibis Orléans Centre Gare, pela praticidade de estar perto da estação e da rodovia para o retorno.

Da mesma forma que nas outras cidades, pernoitamos em Orléans, e no dia seguinte bem cedo começamos a visitar os castelos da região:

  • Château de Cheverny: Famoso pela preservação da propriedade e pela conexão com os quadrinhos de Tintim.
  • Château de Chambord: Esse é grandioso! É impossível não se impressionar com os 440 quartos e a escadaria de Da Vinci.
  • Château de Ferté-Saint-Aubin: Esse é bem fora dos roteiros tradicionais, mas nos surpreendeu. É um castelo interativo, com jogos de época e uma atmosfera mais simples, distante da pompa dos reis.

Ao final do dia, seguimos rumo a Paris.

⭐ Dica da Lila: O “quase” Villandry

Infelizmente, por causa da agenda apertada, o Château de Villandry acabou ficando de fora desse meu roteiro. Mas se você tiver mais tempo, recomendo que aproveite para encaixar esse castelo maravilhoso e seus jardins, quando estiver na rota entre entre Blois e Amboise.

Experiências bônus: para uma viagem inesquecível no Vale do Loire

Se você tem alguns dias extras ou quer celebrar uma ocasião especial, o Vale do Loire oferece experiências que vão muito além da parte histórica. Aqui estão duas formas de elevar o nível da sua viagem:

Voar de balão sobre os castelos do Vale do Loire

Imagine ver a simetria dos jardins de Villandry ou a silhueta monumental de Chambord a partir do alto. Sobrevoar o Vale do Loire em um balão a ar quente é, provavelmente, a experiência mais memorável que você pode ter na região.

Dormir em um castelo de verdade

Trocar um hotel convencional por uma noite em um castelo é mais acessível do que muitos imaginam. Existem opções para diferentes perfis e orçamentos entre Amboise e Nantes:

⭐ Dica da Lila: Próximos destinos para caçadores de castelos

Se você, como eu, é apaixonada por arquitetura histórica, o Vale do Loire é apenas o começo.

Para uma próxima viagem, recomendo explorar a Rota dos Castelos na Alemanha ou a impressionante rede de Castelos e Palácios em Portugal. São estilos e histórias completamente diferentes, mas se você é fã de história e castelos, vai valer a pena!

Gastronomia e vinhos: o que provar no Vale do Loire

Nenhuma visita aos castelos está completa sem mergulhar nos sabores da região. O Vale do Loire é o maior produtor de vinhos brancos da França, e a gastronomia local valoriza o que vem do rio e das hortas reais que você visitou.

Vinhos do Vale do Loire

A região é vasta, mas três denominações (AOC, Appellation d’Origine Contrôlée) merecem sua atenção especial durante as refeições:

  • Vouvray: Produzidos a partir da uva Chenin Blanc, são vinhos brancos versáteis que variam do seco ao doce, além de excelentes espumantes. Harmonizam perfeitamente com os queijos de cabra locais.
  • Touraine (Sauvignon Blanc): São vinhos frescos e aromáticos, ideais para acompanhar um almoço leve.
  • Chinon: Se você prefere tintos, o Chinon (feito da uva Cabernet Franc) é a escolha certa. É um vinho elegante, com notas de frutas vermelhas, que acompanha bem pratos de carne.

Comidas típicas do Vale do Loire

Se você também gosta de provar os sabores típicos dos destinos que visita, vou deixar algumas dicas pra você colocar no prato:

  • Queijo de Cabra (Sainte-Maure de Touraine): Este é o queijo mais famoso da região, facilmente reconhecido pelo formato de tronco e pelo canudo de palha no centro.
  • Rillettes de Tours: Uma espécie de patê de carne de porco cozida lentamente, servida fria com pães artesanais. É a entrada clássica de qualquer bistrô em Blois ou Amboise.
  • Peixes do Rio Loire: Procure por pratos que levem Lúcio (Brochet) ou Sandre, geralmente servidos com o molho Beurre Blanc, uma emulsão de manteiga e vinho branco que nasceu na região.
  • Tarte Tatin: A famosa torta de maçã invertida foi criada acidentalmente pelas irmãs Tatin em um hotel na região de Sologne, bem perto dos castelos. É a sobremesa clássica para provar na região.

Planeje sua viagem para a França em 2026

Organizar uma jornada pela França exige estratégia, especialmente para garantir os melhores preços de trens e entradas em monumentos com capacidade limitada.

Estes são os serviços que utilizo e que facilitam a logística do meu roteiro:

Logística e conectividade

  • Trens na França: Para quem não vai alugar carro, o trem é um meio de transporte muito eficiente para se deslocar entre cidades na França.Comprar com 3 meses de antecedência garante as tarifas promocionais do TGV (trem de alta velocidade).
  • Aluguel de carro: Para percorrer os castelos do Vale do Loire com liberdade, o carro é essencial. Recomendo comparar os preços entre as locadoras para retirar o veículo em Orléans ou Blois.
  • Chip internacional (e-SIM): Essencial para usar mapas digitais e rotas de GPS entre os castelos.

Segurança e documentação

O seguro viagem é obrigatório pelo Tratado de Schengen, com cobertura mínima de 30 mil euros.

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Continue sua jornada pela França

Se este roteiro despertou sua vontade de explorar mais, estes guias ajudam a fechar os detalhes do seu itinerário:

Vale do Loire e Bretanha

Dicas de planejamento

Perguntas frequentes sobre o Vale do Loire (FAQ)

Vale a pena visitar o Vale do Loire em apenas um dia?

É possível fazer um bate-volta de Paris para ver os castelos principais (como Chambord e Chenonceau), mas o ideal são pelo menos 3 dias para sentir a atmosfera da região e visitar cidades como Blois e Amboise sem pressa.

Qual é a melhor forma de se locomover entre os castelos?

O carro oferece total flexibilidade para os castelos mais isolados (como Cheverny e Villandry). Para quem não dirige, existem tours guiados que saem diariamente de Paris, Blois ou Tours.

É preciso reservar os ingressos dos castelos com antecedência?

Para os grandes como Chambord e Chenonceau, sim. Em 2026, a gestão de fluxo de visitantes tornou-se mais rigorosa, e garantir o ingresso online evita as filas quilométricas das bilheterias físicas, além de assegurar sua entrada em dias de lotação máxima.

Dá para visitar os castelos do Vale do Loire de trem e transporte público?

Castelos urbanos como Blois, Amboise e Nantes são facilmente acessíveis de trem. No entanto, para chegar a Chambord, Villandry ou Cheverny, você dependerá de ônibus sazonais (navettes) que têm horários restritos. Para otimizar o tempo e visitar três castelos no mesmo dia, o carro continua sendo a melhor opção.

Os castelos funcionam durante todo o ano?

Sim, a maioria abre os 365 dias do ano, mas os horários de inverno (novembro a março) são reduzidos, geralmente fechando às 17h. Se viajar no inverno, planeje começar as visitas bem cedo para aproveitar a luz do dia, e sempre confira que o castelo que você quer visitar realmente está em funcionamento nas datas.

Resolva sua viagem

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Lila Cassemiro
Lila, fundadora do Fui Ser Viajante, é uma viajante incansável com 20 países e 22 estados brasileiros na bagagem. Pernambucana de Gravatá, cresceu entre histórias e sabores que despertaram seu olhar atento para a cultura e diferentes realidades do mundo. Com base atual no Rio de Janeiro, Lila se dedica a viagens culturais e gastronômicas, sempre em busca de experiências autênticas. Sua formação como Sommelier de Cervejas pelo Science of Beer Institute ampliou seu olhar sobre a íntima relação entre território, tradição e sabor, que é a essência de seus roteiros. No Fui Ser Viajante, Lila produz conteúdo com curadoria própria e baseado em vivência real. O blog compartilha roteiros detalhados, dicas práticas e análises culturais que ajudam o leitor a planejar uma viagem com confiança, indo sempre além dos cartões-postais.
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Comentários:
Roselena disse:

Amei as dicas. Irei em um grupo de 8 pessoas em junho e faremos um bate-volta ao Vale do Loire. A maioria do grupo não fala outros idiomas. É comum os castelos oferecerem áudio guias com português disponível?

Rafael Cassemiro disse:

Oi Roselena, Não são todos os castelos que oferecem audio-guia em Português (Inglês/Espanhol vimos como opção em quase todos), talvez nos maiores/mais conhecidos esteja disponível.
No post tem o link dos castelos que visitamos, e na pagina de cada um deles é possível confirmar a informação!
Grande Abraço e boa Viagem!

Oi! Estou organizando minha próxima viagem e pretendo passar uns 2 ou 3 dias no Vale do Loire. Estou com uma dúvida com relação aos ingressos nos castelos: é preciso comprar ingresso mesmo para vê-los de fora? Sei que alguns têm jardins maravilhosos e imagino que nestes seja, sim, necessário pagar. Mas fiquei pensando se naqueles que ficam nas cidades, por exemplo o de Bois e o de Amboise, não dá para olhar de fora sem comprar ingresso. Desde já agradeço a atenção!

Rafael Cassemiro disse:

Olá, Mesmo para os Castelos que ficam dentro das cidades, a bilheteria normalmente fica logo na entrada da muralha ou no acesso aos jardins. Só daria mesmo pra ver a fachada externa de forma gratuita.
Obrigado pelo comentário e boa viagem!

Ah, entendi! Obrigada pela resposta rápida! Seguirei pegando dicas do blog. Um abraço!

Carol disse:

Gente, esse lugar parece que saiu de um conto de fadas! Sou doida para conhecer!

Não sei o por que de ainda não ter visitado a França! Desconfio que vá gostar, se não de Paris, de outras regiões como o Vale do Loire. Uma mistura de lugar encantado, mas cheio de histórias reais ao que parece! Lendo tudo o que tem para ver – quantos castelos incríveis! – já vi que possivelmente farei uma viagem só para a região do jeito que gosto de curtir uma viagem sem pressa… 🙂

Texto incrível! Perfeito para quem está planejando uma viagem a França e pretende conhecer um pouco além de Paris. Seu artigo nos ajuda a entender como colocar o Vale du Loire em um roteiro, adorei. Muito obrigada! Estamos indo pra França no segundo semestre e o texto está ajudando muito.

Klécia disse:

Que bom, Lu! Te desejo uma viagem dos sonhos!

Lulu Freitas disse:

Amei o post! Está na minha bucketlist uma viagem ao Vale do Loire de carro, como essa do post. Eu estive na região em excursão de bate-volta de Paris porque tinha pouco tempo de viagem e fui a 3 castelos. Gostei da dica de qual cidade usar de base e da descrição detalhada de cada castelo. Post salvo!

Adorei as dicas, suas fotos ficaram maravilhosas! Você me apresentou uma França com novas possibilidades, obrigada!

Klécia disse:

Yay! que comentário gostoso de ler! 😀