Principais pontos turísticos de Lisboa: o que fazer por lá

Pontos turísticos de Lisboa, o que fazer em Lisboa | Só foi recentemente que o mundo do turismo acordou para descobrir Portugal. Não demorou muito e o país já se tornou um dos destinos mais queridinhos do Velho Continente.

E quando alguém me pergunta o que mais gostei de conhecer por lá, respondo fácil: voltei pra casa apaixonada por Lisboa.

Caminhando pelas ruas da capital, explorando os principais pontos turísticos de Lisboa, foi muito fácil me render aos encantos da cidade mais cosmopolita do país.

Sabe aqueles destinos que você olha e pensa: “É, eu poderia facilmente morar um tempo aqui…”?

Música pelas esquinas, poesia, o contraste do antigo com o novo, uma energia boa que toma conta da cidade nos dias de sol e verão.

O gostinho da vida boêmia na orla do rio Tejo, uma mão cheia de lugares descolados para um happy hour, e muita, muita história por todo canto de Lisboa. Meu tipo favorito de destino: Lisboa tem de tudo um pouco.

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O melhor de Lisboa: principais pontos turísticos da cidade

É a sua primeira vez em Lisboa? Essa lista com os principais pontos turísticos de Lisboa é perfeita pra você! Vai ficar fácil montar seu roteiro na cidade com essa lista recheada de atrações.

Tem dicas de o que fazer, mirantes, lugares para comer, beber e mais! Tem dicas clássicas e alguns tesouros mais secretos.

Aposto que até você que já visitou Lisboa pode encontrar algumas novidades para conhecer no roteiro numa próxima vez que for desembarcar por lá!

1. Eléctrico 28

Ah, os eléctricos! Os charmosos bondinhos são cartão-postal da cidade. Você vai vê-los por todas as partes no centro histórico, tirar um milhão de fotos. Mas se você for curioso como eu, aposto que também vai querer dar uma volta!

Para realizar esse sonho, recomendo que você escolha o Eléctrico 28, que tem o trajeto mais charmoso de todos. O ponto de partida é na praça Martins Moniz.

E qual a melhor parada para descer? Vou te dar duas opções, igualmente bacanas:

  • Você pode escolher seguir até o ponto final, no Campo de Ourique (onde funciona o Mercado de Ourique, cheio de opções deliciosas para um lanche), ou
  • Descer no Largo Portas do Sol, onde você pode apreciar a vista do mirador e depois aproveitar que está bem pertinho do Castelo de São Jorge, e já combinar a visita.

Ah, nem tudo são flores. Esse é um dos programas mais “turistões” de Lisboa, por isso sempre tem fila para pegar o eléctrico 28, e ele quase sempre viaja lotado de turistas.

A dica é tentar viajar nos primeiros horários do dia, ou em horários mais alternativos, fora dos picos.

2. Largo e Miradouro Portas do Sol

Escolheu descer no miradouro? Incrível, porque esse é um dos meus lugares favoritos dentro dos pontos turísticos de Lisboa.

Lisboa tem várias colinas, e como não poderia deixar de ser em uma cidade de relevo acidentado, o que não faltam são mirantes (ou miradouros, em português de Portugal).

Você pode escolher um, ou vários para visitar no seu tempo em Lisboa. Cada um tem seu charme e mostra um ângulo diferente da cidade e suas colinas.

Cada um escolher um preferido, mas na minha opinião não é a toa que esse aqui é chamado de Portas do Sol. Uma bela vista do bairro de Alfama, com posição privilegiada para o nascer do sol em Lisboa.

Leia também: Passeio de tuk tuk em Lisboa, no bairro da Alfama (dica do blog Vamos por Aí)

Miradouro Portas do Sol: o que fazer em Lisboa

O lugar é bem movimentado. Sempre tem animação, comidinhas, artistas de rua com música, a vista maravilhosa da cidade. Está a poucos passos do castelo de São Jorge, então aproveite para combinar as duas atrações.

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3. Castelo de São Jorge

As ruínas do Castelo de São Jorge dominam a colina mais alta do centro histórico, e coloco ele aqui sem medo de errar, bem no começo dessa lista de principais atrações de Lisboa.

O lugar reúne muita história: construído por mouros ainda no século XI, já foi paço imperial na época da unificação de Portugal e depois serviu como fortaleza militar.

Castelo de São Jorge: pontos turísticos de Lisboa

Ao longo dos anos, sofreu com ataques, invasões e terremotos até só sobrarem as ruínas que vemos hoje. Mas não desanime ao saber que não existe mais um castelo para visitar.

Além da aula de história, caminhar pelas antigas ruínas vai te proporcionar uma das mais belas vistas de Lisboa. Você pode caminhar pelas muralhas e até subir até o topo de alguma das antigas torres de vigia – uma visão privilegiada, além de ser o mirante mais alto dentro do Centro Histórico de Lisboa.

Para inspirar ainda mais sua visita, indico esse post sobre o Castelo de São Jorge, escrito com tanta poesia e muitos detalhes históricos pela querida Ruthia, que acompanho há tempos no blog O Berço do Mundo.

O Berço do Mundo é uma verdadeira referência para mim quando penso em viagem a Portugal. Os textos me ajudaram e inspiraram, recomendo fortemente você conhecer o belo trabalho da Ruthia antes da sua viagem!

4. Alfama

Ao sair do castelo de São Jorge, é hora de caminhar um pouco pela região, descobrindo as belezas e o charme do bairro de Alfama.

Pense que você estará caminhando pelo bairro mais antigo de Lisboa. Ruelas apertadas, escadarias e murais coloridos, músicos de rua, casas de fado, varais improvisados nas janelas, miradouros e mais miradouros.

O negócio aqui é caminhar sem destino, ir se perdendo intencionalmente pelo labirinto de ruas de Alfama. Vá descendo de volta para a parte baixa da cidade, a caminho do rio Tejo. Mas vá sem pressa, o passeio vale a pena.

Vale a pena visitar no bairro, além do castelo e do miradouro Portas do Sol, o miradouro de Santa Luzia, a Igreja de Santo Antônio (o santo mais querido dos lisboetas), o Museu do Fado, o Panteão Nacional e a Catedral de Lisboa, já no sopé da colina.

Ah, quem visita Alfama às terças e sábados ainda pode conferir a Feira da Ladra, a feira de rua mais tradicional de Lisboa, que funciona no Campo de Santa Claro, pertinho do Panteão Nacional.

5. Casa dos Bicos e Fundação José Saramago

A Casa dos Bicos é um edifício de importância histórica, sem dúvida um dos principais pontos turísticos de Lisboa.

No andar térreo, é possível ver achados arqueológicos que falam de diferentes momentos da cidade: vestígios da primeira muralha, construída pelos mouros, tanques romanos (cetárias) usados para salgar peixes e também um grande pedaço da muralha fernandina do século XIV.

Além disso, a fachada da casa também é um monumento da arquitetura lisboeta. Inspirada no Palácio dos Diamantes, em Ferrara na Itália, as pedras que decoram o frontão foram talhadas para dar forma a diamantes.

Calhou que a população de Lisboa não via nada ali além de bicos de pedra, e por isso o nome que a casa leva até hoje: Casa dos Bicos.

Casa dos Bicos: pontos turísticos de Lisboa

Hoje, a casa abriga a Fundação José Saramago, com um museu em memória do escritor funcionando no segundo e terceiro pisos da casa. A visita ao parque arqueológico do térreo é gratuita e para subir para os andares do museu, paga-se uma taxa simbólica de €3.

Ah, e na frente do prédio tem uma oliveira. Ali foram depositadas as cinzas do próprio Saramago. Ao lado, um epitáfio (“Mas não subiu para as estrelas, se à terra pertencia.”) e um banco de mármore em frente ao Rio Tejo, onde as pessoas podem parar, descansar e, como não podia deixar de ser, ler.

6. Praça do Rossio

Uma das praças mais bonitas de Lisboa, chamada pelos locais somente de Rossio, tem um nome oficial quase desconhecido: Praça Pedro IV.

O homenageado está no topo da coluna que decora o centro da Praça, e você pode estar mais acostumado a chamá-lo de Pedro I do Brasil (isso mesmo, estamos falando do mesmo Pedro e seus dois nomes, um lá e outro cá).

O mais bonito da praça é a sua riqueza de arquitetura: as pedras portuguesas no chão, as fontes barrocas e o prédio neo-clássico do Teatro Nacional Dona Maria II, que abriga espetáculos até hoje, e pode ser uma boa dica de programa cultural para quem quer espiar o teatro por dentro.

Praça do Rossio: pontos turísticos de Lisboa

Outra opção para quem quer conhecer esse prédio de mais de 170 anos de história por dentro é fazer uma visita guiada no teatro Dona Maria II, que funciona num horário único semanal (segundas-feiras às 11h), com exceção do mês de agosto.

7. Praça da Figueira

A partir da Praça do Rossio, uma pequena caminhada te leva até a Praça da Figueira.

O antigo hospital que ficava ali foi destruído pelo terremoto de 1775, e deu lugar à praça.

No meio da praça está uma estátua equestre do Rei D. João I e a estrutura coberta do pequeno e interessante Mercado da Baixa, onde comidas típicas e produtos frescos são vendidos diretamente pelos produtores portugueses.

Da Praça da Figueira também partem alguns eléctricos, como o 15E que segue da baixa até o Mosteiro dos Jerônimos, em Belém.

8. Ginjinha sem Rival

Eu gosto de histórias. Viajo pra descobrir esses pequenos segredos de cada lugar. A Ginjinha sem Rival foi um dos melhores de Lisboa.

A loja foi fundada em 1980 para vender o tradicional licor de ginja, uma simpática frutinha bem típica de Portugal.

Com o tempo e a qualidade do produto, a portinha discreta na rua das Portas de Santo Antão (entre a praça do Rossio e da Figueira) virou ponto de encontro dos lisboetas que buscavam uma dose e uma prosa.

Ginjinha sem rival: pontos turísticos de Lisboa

A receita de família ainda é a original e essa ginja nunca precisou provar que era mesmo boa – a fama veio do boca a boca e até hoje o rótulo abriga a máxima ‘Esta casa nunca concorreu a nenhuma exposição nacional nem estrangeira’. 

A tradição diz que o licor deve ser servido sempre deixando com que duas frutinhas caiam no copinho para completar a experiência de degustação. O negócio já está na quarta geração da família e vale puxar um papo com o atendente, que é bem capaz de ser o proprietário.

O balcão é pequeno e enche rapidamente de locais e turistas, que vem e vão em fluxo. Também dá pra comprar garrafinhas de vários tamanhos para trazer a experiência da ginja para os familiares que ficaram em casa.

9. Sé de Lisboa

A Catedral da Sé de Lisboa é um ícone histórico. Também chamada de Igreja de Santa Maria Maior, de fora não chama muita atenção mas seu claustro secular e a arquitetura sob diferentes inspirações guardam pedaços importantes da história e Lisboa.

O eléctrico 28 passa bem em frente.

10. Elevador de Santa Justa

Ligando a cidade baixa à cidade alta, o Elevador de Santa Justa foi construído em ferro há mais de 100 anos. Sua arquitetura pitoresca diferente de tudo na região e talvez por isso o local seja tão procurado por turistas.

A fila para subir o elevador sempre está lá. Por vezes, pode demorar bastante. Para quem quer viver essa experiência, a dica é tentar ir nos primeiros horários do dia – ou ir preparado para esperar com paciência.

O ingresso custa €5,15 ida e volta (ou você pode usar o Via Verde para pagar o bilhete). Você pode pagar mais €1,50€ para acessar o mirante que fica no topo do elevador, que tem uma vista muito interessante da cidade de Lisboa.

No caso de você desistir da fila para subir de elevador, é possível acessar somente o mirante pelos jardins do Convento do Carmo, na cidade alta.

11. Convento do Carmo

Depois de subir o elevador, chegamos no bairro do Chiado. E por que não começar a explorar o bairro pela sua atração mais famosa, um dos principais pontos turísticos de Lisboa?

O nome oficial é Museu Arqueológico do Carmo, porque o antigo Convento de Nossa Senhora do Vencimento do Monte do Carmo, fundada em 1389, foi fortemente danificado durante o terremoto 1775 e hoje restam apenas as ruínas.

O teto foi completamente destruído, por exemplo, junto com algumas paredes. Você pode optar por pagar o ingresso e visitar museu + ruínas, mas o que eu realmente recomendo é que você procure a agenda de eventos e veja se tem alguma coisa sendo apresentada no local nas datas da sua viagem.

Eu tive a oportunidade de assistir o espetáculo Under the Stars, um show de luzes que refletia a história do convento com projeções nas ruínas, foi uma das coisas mais lindas que já assistir.

12. Largo do Chiado – Praça Luís de Camões

Eu costumo dizer que o Chiado é o centro boêmio de Lisboa, e a praça Luís de Camões é o coração do bairro do Chiado. Não pode ficar de fora dessa lista de principais pontos turísticos de Lisboa, de jeito nenhum!

Como não podia deixar de ser, o escritor foi homenageado com uma estátua no centro da praça.

É nessa praça que você vai encontrar o Consulado do Brasil e é a partir dela que recomendo que você continue a explorar esse que é dos meus bairros favoritos de Lisboa, o Chiado.

13. Café a Brasileira e estátua de Fernando Pessoa

Ao lado da praça, procure o super tradicional Café à Brasileira, que só pelo nome já vira um ponto turístico de interesse para brasileiros.

Sorte a nossa, o lugar é muito lindo e vale a visita, quem sabe até uma parada para o café. Se quiser economizar esses euros, pode passar em frente só para uma foto com a estátua do Fernando Pessoa, que descansa tranquilamente em uma das mesas em frente ao restaurante.

14. Livraria Bertrand

Ainda nos arredores da Praça, seguindo pela vibrante Rua Garrett, vale entrar na Livraria Bertrand, a livraria mais antiga do mundo em funcionamento (de acordo com o Guiness Book).

Falou livraria, claro que entraria na minha lista de principais pontos turísticos de Lisboa! Comigo é assim, em qualquer destino do mundo! 😉

O lugar é um paraíso para amantes dos livros e confesso que passei mais tempo do que planejei por lá. Comprando um livro, você ainda pode pedir para carimbarem seu exemplar e voltar pra casa com um souvenier cheio de significado.

15. Arco da Rua Augusta e Praça do Comércio

Vamos voltar para pertinho do rio. É bem provável que esses dois lugares sejam os pontos mais fotografados de Lisboa. A Rua Augusta é uma rua de pedestres cheia de lojas de marcas internacionais, lojas de souvenier e restaurantes “pega-turista”.

Seu caminho por aqui vai te levar direto para o maravilhoso Arco da Rua Augusta, o “Arco do Triunfo” de Lisboa. Fotos, fotos e mais fotos.

Fica ainda melhor: dá pra subir no topo do arco e ter uma vista privilegiada do rio Tejo e da Praça do Comércio, conhecido como Terreiro do Paço, com seus edifícios simétricos e coloridos de amarelo.

Depois, não deixe de explorar cada cantinho dessa praça que é um dos principais pontos turísticos de Lisboa.

Vale fazer uma paradinha no Restaurante Martinho da Arcada, café super tradicional que era frequentado por ninguém menos que Fernando Pessoa e Saramago.

Terreiro do Paço: o que fazer em Lisboa

16. Avenida Ribeira das Naus

Chegou a hora de explorar as margens do rio Tejo. A orla que segue margeando o rio é uma das áreas mais agradáveis para caminhar em Lisboa.

Bares, cafés, cores nos muros. Aproveite para curtir o movimento e apreciar a beleza da Avenida Ribeira das Naus, em direção à nossa próxima parada, o Cais do Sodré.

17. Cais do Sodré

Quando a gente estava bem pertinho da Estação Cais do Sodré (onde desembarcam combois, ferrys e metrô em Lisboa), a energia do lugar fica ainda melhor.

Músicos de rua cantando (e que delícia ouvir as melodias em português!), pessoal relaxando nas espeguiçadeiras, o rio Tejo sacodindo ali pertinho.

O Cais do Sodré pede para a gente curtir uma Lisboa sem pressa – bem capaz de ter sido aqui que meu caso de amor com a cidade ficou realmente sério!

Cais do Sodré - o que fazer em Lisboa

18. Mercado da Ribeira

Atravesse a estação, passe pelo tradicional mercado Pingo Doce no Cais do Sodré e caminhe mais alguns passos até chegar no moderno e super disputado Mercado da Ribeira, um dos pontos turísticos de Lisboa mais badalados quando o assunto é gastronomia.

O antigo mercado foi renovado e hoje abriga, além do tradicional mercado de produtores de um lado, o Time Out Market, um espaço gourmet com restaurantes selecionados esperando os turistas, do almoço até o jantar.

O local é um FERVO, então prepare-se para ir somente olhar, ou com muita paciência ou sorte, se quiser comer. Você vai escolher restaurantes facilmente, não faltam opções deliciosas.

Difícil é arrumar onde sentar. Tivemos que dar algumas voltas e depois ficar “monitorando” quem estava perto de acabar para segurar logo o lugar, quando a pessoa acabasse. É, meio chato. Mas eu juro que o sabor da comida costuma compensar.

Uma coisa que você não pode perder por lá é o pastel de nada da Manteigaria Lisboa, mais barato e com menos fila que os Pastéis de Belém “originais”.

19. Rua Rosa

Quem passeia pelo Bairro Alto de Lisboa de dia nem desconfia que, à noite, aquilo tudo se transforma.

Ruas como o Diário de Notícias e Rua do Atalaia são bons exemplos da vida noturna agitada e badalação em Lisboa. Mas, na minha opinião, o point mais interessante de todos é a Rua Rosa (que tem esse nome porque tem o asfalto pintado de rosa, exatamente assim).

Só não espere uma matinê. O negócio lá agita bem tarde, e a diversão segue pela madrugada sem hora pra acabar.

20. LX Factory

Possivelmente um dos lugares mais interessantes de Lisboa, o LX Factory combina cultura criativa, música, arte, cafés, restaurantes e barzinhos, tudo fotogenicamente espalhado pelo espaço que, em 1846 começou a ser ocupado pela Companhia de Fiação e Tecidos Lisbonense.

Com tantos murais bacanas nas paredes e espaços criativos interessantes, achei o ambiente diferente, provocativo, cult até.

LX Factory - o que fazer em Lisboa

Inclusive, entre um drink, uma arte e um café, não deixe de passar na livraria Ler Devagar, que fica dentro do complexo e combina livros com engenhocas inventivas que vão te transportar para um outro mundo.

LX Factory vale para um happy hour, um final de tarde descolado, e se você curtir, pode seguir curtindo noite adentro, claro!

21. Bairro de Belém

Clássico dos clássicos de Lisboa, não dá pra falar da cidade sem reservar um pedacinho do roteiro para explorar o bairro de Belém.

Recomendo pelo menos meio período para visitar as atrações principais (a torre de Belém, o Padrão dos Descobrimentos, a Praça do Império e o Mosteiro dos Jerônimos.

Destes, escolha um dos dois mirantes para ver a região do alto. O Padrão dos Descobrimentos é mais alto, a Torre de Lisboa é um clássico e uma das maravilhas de Portugal. Aí vai do seu gosto.

Torre de Belém: pontos turísticos de Lisboa

Já o Mosteiro dos Jerônimos, considero imperdível por dentro e por fora. Com arquitetura manuelina, hoje é considerado o mais importante conjunto monástico português – tombado como patrimônio pela UNESCO, inclusive.

O Museu de Arqueologia pode ser visitado com um bilhete combinado, mas honestamente ele não chegou a empolgar por com seu pequeno acervo.

Mosteiro dos Jerônimos- pontos turísticos de Portugal

Na hora que a fome apertar, ali do lado a Rua de Belém tem várias opções de comida portuguesa tradicional, o que nos leva para nossa próxima atração.

E aqui fica a referência de mais um post no blog o Berço do Mundo, que vale a leitura: conheça o bairro de Belém em Lisboa pelos olhos e poesia da Ruthia!

22. Pastéis de Belém (e todos os outros pastéis de nata!)

Na famosa rua de Belém, uma fila vai chamar sua atenção. Como formigas atraídas pelo doce, milhares de pessoas procuram todos os dias a única e original casa dos Pastéis de Belém.

Todos os outros podem se chamar, no máximo, pastéis de nata. De Belém, somente esse aqui.

Pastéis de Belém: pontos turísticos de Lisboa

Em horário de pico, conseguir uma mesa entre os vários salões azulejados é tarefa difícil. Mas alguns minutos na fila já vão te garantir uma porção de 6 pastéis de Belém para levar.

Compre, leve para a Praça do Império e aproveite para degustar o mais tradicional de todos os doces portugueses enquanto aprecia a vista. Daquelas experiências que não tem como passar por Lisboa sem provar.

23. Parque Eduardo VII

Vamos agora para outra parte de Lisboa. No final da Avenida Liberdade, a artéria pulsante lisboeta, você vai encontrar a praça Marquês de Pombal, que abre-alas para o moderno Parque Eduardo VII, inagurado em meados do século XX.

São 25 hectares de verde, com paisagismo e pedras portuguesas. No final do parque, um mirante com uma vista privilegiada da cidade e um enorme mastro que ostenta triunfante a maior bandeira de Portugal.

Um lugar para entender o orgulho de ser português e a beleza da cidade lisboeta.

Parque Eduardo VII - o que fazer em Lisboa

24. Parque das Nações e teleférico de Lisboa

Vamos nos transportar mais uma vez para outra parte moderna e bem interessante de Lisboa. O Parque das Nações era uma antiga área industrial, que foi completamente renovada para receber a Feira Mundial de 1998.

Arquitetura de ponta foi utilizada para construir os pavilhões da exposição, e hoje o lugar abriga museus, o Oceanário de Lisboa (ótimo para crianças), o shopping Vasco da Gama (decorado com temas de fundo do mar), a linda Estação Oriente e até um teleférico, que te leva para um passeio de um canto a outro do parque.

Teleférico de Lisboa e Parque das Nações: o que fazer em Lisboa

Também vale uma passadinha pelo corredor das bandeiras de todos os países que participaram da feira, que seguem hasteadas bem perto do shopping Vasco da Gama.

25. Miradouro de Santa Catarina

Ainda não acabamos de falar dos miradouros, opa, mirantes de Lisboa. Muitos ficaram de fora dessa lista, mas eu não poderia deixar de indicar aquele que é defendido pela maioria como a vista mais bonita de Lisboa.

Fica numa das partes mais elevadas da cidade, no Bairro Alto, o que já oferece uma vantagem geográfica e uma belíssima vista sobre a margem sul do rio Tejo.

O lugar é queridinho dos locais, mas também já foi descoberto pelos turistas, por isso quase sempre está cheio.

Combine a vista com um pastel de nata da Manteigaria (eles tem uma unidade ali pertinho) e uma cerveja vendida no quiosque do próprio mirador. Perto do por do sol, sou capaz de arriscar que é um programa para voltar pra casa apaixonado por Lisboa.

E só mais uma dica para aproveitar as redondezas. Ali pertinho fica também o lendário Elevador da Bica. O bondinho subindo o plano inclinado é simplesmente um dos cartões-postais mais fotografados de Lisboa!

26. Cervejaria Trindade

Amantes de cerveja não podem perder essa aqui. Já imaginou um bar/restaurante montado dentro de um antigo mosteiro, com azulejos decorando as paredes e tudo?

Já imaginou ser servido por garços paramentados como monges?

Se ficou curioso pela experiência, pode colocar a Cervejaria Trindade no seu roteiro de atrações em Lisboa.

27. Cervejaria Ramiro

Outra coisa muito tradicional em Portugal são as mariscarias. Você vai, escolhe no cardápio as opções de frutos do mar que quer provar. Os garçons vão buscar seu pedido direto nos tanques (às vezes, ali pertinho das mesas), tudo é preparado fresquinho e é servido pra você na hora.

Não é uma experiência barata, mas a Cervejaria Ramiro é uma das mais famosas e tradicionais de Lisboa quando falamos em mariscaria.

Na hora do almoço, prepare-se para esperar um bocadinho na fila, já que o lugar é bem concorrido. Mas vale a pena, já que você pode se servir de chopp de cerveja Sagres enquanto espera na varanda (serviço de self-service com moedas de €2) e depois lamber os beiços com as iguarias da casa.

Do camarão-tigre mais apetitoso que já provei até outros mariscos que eu arrisquei do cardápio sem nunca nem tinha ouvido o nome, foi uma das experiências gastronômicas mais ricas que vivemos em Lisboa.

PS.: cervejaria só no nome, ok? No cardápio de bebidas lupuladas no Ramiro, só tinha Sagres mesmo.

28. Cristo Rei de Almada

Nem só o Rio de Janeiro tem seu próprio Cristo redentor. Lisboa também tem um cristo de braços abertos pra chamar de seu, embora ele não fique propriamente na cidade.

Atravessando o Tejo, na cidade vizinha Almada, o Cristo Rei abençoa Lisboa.

Sabe quando dizem que a melhor vista do Rio de Janeiro é do outro lado do mar, lá da vizinha Niterói? Pois é. Há quem diga que aqui temos o mesmo caso, Almada teria uma das melhores vistas de Lisboa (só que nesse caso eles ficaram com o Cristo também).

Para chegar lá, é preciso atravessar a ponte 25 de abri (de carro, ônibus ou Uber).

29. Restaurante Ponto Final

Aproveitando que você atravessou a ponte, tenho mais uma dica do lado de lá do Rio, com vista pra Lisboa, claro!

Bem na beira do rio, com o balanço da onda e gostinho de lugar secreto, está um dos meus melhores achados da viagem a Lisboa.

Não sei de quem foi a ideia de colocar restaurantes ali no Cais do Ginjal, mas queria poder lhes agradecer em pessoa, ficou sensacional.

Há dois: o Atira-te ao Rio, um pouco mais recuado no cais, e o Ponto Final, que tem a localização perfeita para um fim de tarde enquadrando Lisboa, a Ponte 25 de abril e o Rio Tejo.

A especialidade da casa? Peixes e frutos do mar, claro. Pedimos sardinhas e mais alguns pães e queijos para acompanhar. O lugar marcou minha despedida de Lisboa e eu não poderia guardar melhores recordações da cidade que pra sempre ganhou meu coração.

30. Arredores de Lisboa

Quem disse que o passeio acabou? Hora de pegar a estrada e combinar Lisboa com as cidades vizinhas, que de tão próximas e charmosas fazem valer qualquer bate e volta.

Minha favorita? Cascais, com seu charme de cidadezinha a beira-mar, combinado com praias repletas de estrutura e centro histórico multi-colorido.

Se prefere história, belezas naturais e arquitetura, recomendo Sintra. Fica um pouco mais distante mas reúne alguns clássicos de Portugal, como o Palácio Nacional da Pena, o Parque Nacional de Sintra e o charmoso centro histórico.

Recomendo apenas que você evite o final de semana, quando a cidade fica super lotada e o trânsito na serra fica uma loucura.

Outra opção interessante é, em um dia, combinar Alcobaça e Batalha (cada uma com um mosteiro que entrou pra lista de maravilhas de Portugal), com a cidade muralha e medieval de Óbidos OU o Santuário de Fátima, mais ao centro do país.

A viagem fica um pouco mais esticada mas ainda assim cabe e m um dia, e você vai ver alguns dos maiores tesouros portugueses.

Mais uma dica: Você pode descobrir o que fazer em Évora nesse post do blog Vamos por Aí. Não visitamos a cidade mas confesso que fiquei curiosa e quero incluir numa próxima viagem ao país.

Escolhendo o que fazer em Lisboa: planeje passo a passo

– Pontos turísticos de Lisboa: quanto tempo reservar?

Para visitar os principais pontos turísticos de Lisboa, recomendo que você separe pelo menos 3 dias inteiros. A cidade é grande e merece ser explorada com olhos atentos, barriga faminta e sem nenhuma pressa.

Se puder escolher livremente, recomendo um roteiro de 5 dias em Lisboa, podendo reservar um desses para explorar os arredores com alguma opção de bate e volta de Lisboa.

O que fazer em Lisboa

– O que fazer em Lisboa à noite?

Lisboa continua incrível depois que o sol se vai. Dentro dessa nossa lista de principais pontos turísticos de Lisboa, já citamos algumas regiões super bacanas que servem com dicas sobre o que fazer em Lisboa à noite.

Minha favorita: a Rua Rosa e as outras vielas do Bairro Alto, onde o fervo realmente acontece noite adentro. Vá com disposição.

Para quem procura algo mais cedo, vale explorar o descolado LX Factory.

As regiões do Chiado e do Cais do Sodré também têm bares e restaurantes para curtir Lisboa à noite, e nunca decepcionam pela variedade de opções.

E não dá pra esquecer de recomendar o Fado. Ver um show de Fado em Lisboa seria o equivalente a ver um show de tango na Argentina, ou um flamenco em Madrid.

Várias casas noturnas apresentam o espetáculo e vale reservar pelo menos uma noite para conferir o mais português de todos os ritmos sendo apresentado no palco da noite lisboeta.

– ingressos e atrações em Lisboa

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Klécia
Pernambucana radicada no Rio de Janeiro, mas que escolheu chamar o mundo inteiro de lar. Apaixonada pelas estradas e pelos destinos, acredita no poder dos encontros e descobertas de quem está sempre a caminho. O maior sonho? Colocar a mochila nas costas e dar a volta ao mundo ♥
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Comentários:
Joselma Soares da Silva Melo disse:

Amei conhecer todos esses lugares com vocês.
Lugares incríveis!
Encantada com tudo, em Lisboa!